O Mundo do Software Livre muito além do Linux! (Notícias e Dicas)

Aúncio


terça-feira, setembro 19, 2006

Busca no Google ironiza honestidade na política




Fonte:



SÃO PAULOAo realizar uma busca pela expressão “político honesto” na versão brasileira do Google, o usuário depara-se com um resultado curioso.

O primeiro link da lista de resultados aponta para uma página com as informações “político honesto não pode ser encontrado”

“O político que você estava procurando não pode ser encontrado ou não existe! É uma lenda, trocou de nome ou está eternamente fora do ar. Verifique se você está mesmo votando na pessoa certa”, diz a página.

Resultados curiosos ou que fogem do critério de exibir em primeiro lugar a página mais relevante sobre o tema buscado também ocorrem no Google.com. Ao escrever a palavra “failure” (falha, em inglês), o primeiro resultado é a biografia do presidente americano George W. Bush.

Os links que aparecem em primeiro lugar na lista de resultados são também aqueles para onde o usuário é diretamente direcionado quando clica no botão “estou com sorte”. Assim, quem clicar nessa opção em casos como “político honesto” ou “failure”, cai diretamente nas páginas citadas.

De acordo com o Google, estes resultados não ocorrem por determinação do buscador, mas sim por características da internet. Em seu blog, a diretora de produtos web do Google, Marissa Mayer, explica que o sistema “Googlebombing” usado pelo buscador leva em conta a popularidade dos links na internet.

O que ocorre, diz Marissa, é que muitos webmasters descrevem links para páginas como a biografia de Bush com a palavra “failure” e, por esse motivo, sua biografia aparece como link principal para buscas do termo “failure”. O mesmo raciocínio vale para “político honesto”.


Felipe Zmoginski, do Plantão INFO






terça-feira, setembro 12, 2006

Estudo polêmico diz que pirataria de software favorece Windows




Fonte : noticiaslinux.com.br




IDG Now: "A pirataria de software ao contrário do que pensa o senso comum pode ajudar a Microsoft em sua batalha contra o Linux. Essa é uma das conclusões de um estudo polêmico de dois pesquisadores da Havard Business School, dos Estados Unidos."

http://idgnow.uol.com.br/compu[...]-11.3554208066/IDGNoticia_view



IDGNOW!
Londres - Dois pesquisadores de Harvard criam modelo para analisar a competição entre o Windows e Linux e chegam a conclusões surpreendentes.

A pirataria de software ao contrário do que pensa o senso comum pode ajudar a Microsoft em sua batalha contra o Linux.

Essa é uma das conclusões de um estudo polêmico de dois pesquisadores da Harvard Business School, dos Estados Unidos.

O texto acadêmico (Dynamic Mixed Duopoly: A Model Motivated by Linux vs. Windows) foi escrito pelo professor assistente Ramon Casadesus-Masanell e pelo professor Pankaj Ghemawat e publicado em uma edição especial da revista Management Science.

Os dois basearam seus estudos em modelos econômicos simplificados para recriar a dinâmica de competição entre o Windows e o Linux, no qual o Windows tem participação de mercado e lucratividade de seu lado, enquanto o Linux beneficia-se de um ciclo de desenvolvimento mais rápido e de um custo mais baixo.

Casadesus-Masanell e Ghemawat, para surpresa deles mesmos, descobriram que as vantagens do Linux sozinhas não significam que com isso ele vai superar o Windows, que se beneficia inicialmente de seu poder dominante de mercado.

Um fato que poderia ajudar o Linux a ganhar espaço são os “compradores estratégicos” - grandes empresas e governos, que se sentem mais confortáveis em ter acesso ao código fonte.

“Esta deve ser uma das razões porque a Microsoft está fornecendo acesso ao código fonte do Windows para os governos”, disseram os pesquisadores.

Outra surpresa, segundo os pesquisadores da Harvard Business School, é que a pirataria do Windows pode, na verdade, ajudar a Microsoft. Isso porque quanto mais pessoas usam o software, maior é o efeito rede, o que torna o Windows mais valioso e permite que a Microsoft cobre mais por ele.

O estudo diz também que a pirataria do Windows ajuda a reduzir o entusiasmo pelo Linux. “Descobrimos que em países onde a pirataria é alta, o Linux tem as taxas mais baixas de penetração”, disseram Casadesus-Masanell e Ghemawat.

A terceira descoberta dos estudiosos é que o Linux não significa necessariamente um efeito de bem-estar social melhor do que o Windows.

“Com o monopólio, os esforços para desenvolver um novo software e melhorar uma plataforma são direcionados para um único sistema e isso pode ser melhor em uma perspectiva de bem-estar social”, escreveram os pesquisadores.

Os dois pesquisadores admitem que o modelo econômico que construíram para estudar os impactos do Windows e do Linux é bastante simplificado e pode não refletir fatores importantes que existem no mundo real.

Detalhes da pesquisa podem ser conferidas em uma entrevista dos dois pesquisadores (em inglês).










II Encontro Potiguar de Software Livre




Fonte : noticiaslinux.com.br




Será realizado nos dias 06 e 07 de Outubro deste ano, no Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (CEFET-RN), Natal, o II Encontro Potiguar de Software Livre. Em mais um ano o evento visa gerar negócios e renda através da democratização do conhecimento tecnológico, promover a inclusão digital de comunidades menos favorecidas, através da educação tecnológica ampla e irrestrita, estimular o desenvolvimento tecnológico local, através do uso e desenvolvimento de Softwares Livres.

O evento este ano contará com a presença já confirmada do Julio C. Neves, Professor Universitário e autor do livro Programação Shell do Linux da Editora Brasport; Sérgio Amadeu, Doutor e mestre em Ciência Política pela USP e autor dos livros Exclusão Digital: a miséria na era da informação e Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento;

Paulino Michelazzo, um dos cinco diretores mundiais da Mambo Foundation (http://www.mambo-foundation.org); Anahuac de Paula Gil, Consultor de TI para Software Livre no Ministério do Desenvolvimento Agrário do Brasil em Brasília; Erlon Sousa, Professor da graduação tecnológica da Faculdade Integrada do Ceará; Corinto Meffe, Gerente de inovações tecnológicas da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento; Ricardo Kléber, Diretor Comercial da Planet Solutions e Security Officer da Rede UFRN .

Softwares Livres são sistemas computacionais que são disponibilizados aos usuários com uma série de liberdades. Entenda-se por usuário, nesse contexto, como qualquer indivíduo ou organização, independente do seu grau de conhecimento tecnológico. Software Livre refere-se a liberdade de os usuários executarem, copiarem, distribuirem, estudarem, modificarem e aperfeiçoarem o software.

No Rio Grande do Norte, o Projeto Software Livre - RN pretende formar multiplicadores desses ideais e incentivar o uso do Software Livre em todos os níveis, desde um usuário doméstico a todos os tipos de instituições, órgãos e empresas. Além disso, unir e divulgar os estudantes e profissionais que utilizam e desenvolvem trabalhos com essas tecnologias.

No site oficial do evento, http://rn.softwarelivre.org , os participantes podem fazer a inscrição com apenas 2kg de alimentos não perecíveis, que serão doados a uma instituição de caridade local e arrecadados no dia do evento. No mesmo site, está aberta as inscrições para submissão de trabalhos. Não perca, conheça hoje mesmo informações sobre o II EPSL, e garanta já a sua vaga

Postada por: Jose Luiz Coe, joseluizcoe(em)gmail.com








Rede Livre lança programa de rádio




Fonte:




"Mandem seus áudios, faremos um programa de rádio como se faz software livre, coletivamente e com a força da comunidade". O chamado foi feito por Sergio Amadeu no encerramento do III Festival Software Livre da Bahia e foi o ponto de partida para o programa Cultura Hacker, a ser veiculado pela Rádio Nacional.


Segundo Amadeu, já está confirmada a participação de diversos projetos e personalidades do movimento pela cultura e software livre, como Rubens Queiroz, Julio Neves, Metareciclagem, Overmundo e outros. "Teremos também o minuto da distro, em que vale contar as novidades e dicas e tirar um sarro das outras distribuições", conta.

Os blocos do programa serão entremeados por vinte minutos do melhor da música livre produzida no Brasil.

A participação estará aberta a todos. Basta enviar um áudio (em ogg ou mp3) de um a dois minutos para a CoberturaWiki identificando-o com destinado ao programa Cultura Hacker e escrevendo uma pequena descrição sobre a intervenção. As melhores contribuições serão selecionadas para integrar o programa que, além de ir ao ar pela Rádio Nacional, ficará disponível em sua versão editada nos sites da Rede Livre e da Radiobrás. Na CoberturaWiki ficarão publicados os áudios brutos, sem edição. Como tudo estará licenciado com a licença Creative Commons Attribution-ShareAlike 2.5 License, quem quiser pode usá-los e montar a sua própria versão do programa.

Produzido pela Rede Livre com o apoio do Estúdio Livre, o programa deve estrear em outubro e irá ao ar aos sábados, das 23h55 à 0h55. "Será dirigido às donas de casa antenadas e sem programa para sábado à noite", brinca Amadeu.


Fonte: CoberturaWiki








Pesquisadores de Harvard têm algo a dizer sobre a competição entre Linux e Microsoft




Fonte:




“Dois pesquisadores de Harvard resolveram aplicar os modelos econômicos da dinâmica competitiva à disputa entre Linux/Código Aberto e Microsoft, procurando responder academicamente à questão: o código aberto vai algum dia tomar a liderança do modelo tradicional de mercado de software? O trabalho deles está concluído e foi aceito para publicação em uma edição especial da revista Management Science.


As conclusões são muito interessantes e não dá para sumarizá-las aqui - interessados, leiam o texto do link na íntegra! Mas um dos pontos que mais me atraíram a atenção foi que eles não conseguiram criar nenhum cenário em que um dos 2 competidores consiga eliminar o outro completamente - a Microsoft começa a briga tendo uma fatia muito grande do mercado, e o código aberto tem benefícios demais para poder ser anulado genericamente por qualquer oferta concorrente. Nem mesmo se a Microsoft zerasse o preço de seu sistema operacional esta equação se altera.

Tem várias outras questões interessantes analisadas no modelo criado por eles, sempre considerando o longo prazo: os efeitos da adoção do Linux por usuários estratégicos (governos, grandes corporações...), as vantagens sociais, os efeitos de um possível duopólio, a questão do FUD, como a pirataria de software afeta positivamente o desempenho estratégico da Microsoft, e muito mais.

Administradores e economistas não podem deixar de ler!”

// Enviado por André Cruz, acompanhado deste link para referência.


Fonte: br-linux








Deu no BR-Linux: Documentário da BBC sobre Software Livre




Fonte:




“Em maio teve uma matéria aqui no Br-Linux (BBC World exibirá The Code Breakers)[1] sobre um documentário em duas partes (em diversos episódios cada) que a BBC tinha começado a mostrar sobre o software livre focalizando seu uso em países em desenvolvimento, como o Brasil, Rússia, Índia e China. Aparentemente ele foi inspirado no segundo encontro mundial para a socidedade da informação, realizado em Tunis em novembro de 2005.


Também se dizia que o documentário seria disponibilizado para download após o encerramento do seriado. Bom, de vez em quando eu procurava pelo documentário e nada de encontrá-lo. Até que desisti. Ontem lembrei de tentar de novo. Eureka, achei! O documentário está disponível, com base na licença Commons Attribution 2.5, em diversos formatos: Ogg Theora, WMA e Mpeg 4, com links a partir da fonte original da matéria publicada aqui: The Codebreakers – A BBC World Documentary on FOSS and Development.”[2]

[1] http://br-linux.org/linux/bbc_world_exibir_the_code_breakers

[2] http://www.apdip.net/news/fossdoc

*********

The Codebreakers – A BBC World Documentary on FOSS and Development Page Tools

* Send this page to somebody * Print this page

A two-part documentary, The Codebreakers was aired on BBC World TV during May 2006. It investigates how poor countries are using FOSS applications for development, and includes stories and interviews from around the world. A 40-minute version of The Codebreakers is now available for free download online.

The famous digital divide is getting wider. A two-part documentary, The Codebreakers aired on BBC World starting 10 May 2006 examines whether free/open source software (FOSS) might be the bridge?

FOSS contains 'source code' that can be used, copied, studied, modified and redistributed without restriction. It has been around for over 20 years but most PC owners are not aware that the Internet search engines and many computer applications run on FOSS.

"It's not that FOSS has had a bad press, it has had no press because there is no company that 'owns' it," says executive producer Robert Lamb. "But we found that in the computer industry and among the afficionados, it is well known and its virtues well understood."

The crew of the independent producers who made the film went to nearly a dozen countries around the world to see how the adoption of FOSS presents opportunities for industry and capacity development, software piracy reduction, and localization and customization for diverse cultural and development needs.

Stories from The Codebreakers include computer and Internet access for school children in Africa, reaching the poor in Brazil, tortoise breeding programmes in the Galapagos, connecting villages in Spain, and disaster management in Sri Lanka. The documentary also includes interviews from key figures around the world.

Intel, IBM, Sun and Microsoft all seem to agree that FOSS is a welcome presence in computer software. According to Jonathan Murray of Microsoft "The Open Source community stimulates innovation in software, it's something that frankly we feel very good about and it's something that we absolutely see as being a partnership with Microsoft."

BBC World aired the two-part documentary at the following times:

Episode One

Wednesday 10 May 19:30 GMT

Thursday 11 May 09:30 GMT

Friday 12 May 16:30 GMT

Monday 15 May 01:30 and 07:30 GMT

Episode Two

Wednesday 17 May 19:30 GMT

Thursday 18 May 09:30 GMT

Friday 19 May 16:30 GMT

Monday 22 May 01:30 and 07:30 GMT

For local times, please lookup your country in the TV Listings on BBC World's website http://www.bbcworld.com/content/template_tvlistings.asp?pageid=668.

Following its ten transmissions on BBC World The Codebreakers is now available under the Creative Commons Attribution 2.5 license. To view a copy of this license, visit http://creativecommons.org/licenses/by/2.5

The International Open Source Network (IOSN), UNDP Asia-Pacific Development Information Programme (UNDP-APDIP), International Development Research Centre of Canada and UNESCO have participated in the production of this documentary.

Related Links

Download The Codebreakers [OGG, 90MB] [WMV, 60MB] [M4V, 225MB]

Order The Codebreakers on DVD and VHS from TVE Asia Pacific

DVD - Software for Development: Is Free/Open Source Software the Answer?

FOSS e-Primer Series

Roadmap for Open ICT Ecosystems

All APDIP e-Resources

The International Open Source Network (IOSN)

The International Development Research Centre (IDRC)

UNESCO


Fonte: br-linux








Deu no BR-Linux: Documentário da BBC sobre Software Livre




Fonte:




“Em maio teve uma matéria aqui no Br-Linux (BBC World exibirá The Code Breakers)[1] sobre um documentário em duas partes (em diversos episódios cada) que a BBC tinha começado a mostrar sobre o software livre focalizando seu uso em países em desenvolvimento, como o Brasil, Rússia, Índia e China. Aparentemente ele foi inspirado no segundo encontro mundial para a socidedade da informação, realizado em Tunis em novembro de 2005.


Também se dizia que o documentário seria disponibilizado para download após o encerramento do seriado. Bom, de vez em quando eu procurava pelo documentário e nada de encontrá-lo. Até que desisti. Ontem lembrei de tentar de novo. Eureka, achei! O documentário está disponível, com base na licença Commons Attribution 2.5, em diversos formatos: Ogg Theora, WMA e Mpeg 4, com links a partir da fonte original da matéria publicada aqui: The Codebreakers – A BBC World Documentary on FOSS and Development.”[2]

[1] http://br-linux.org/linux/bbc_world_exibir_the_code_breakers

[2] http://www.apdip.net/news/fossdoc

*********

The Codebreakers – A BBC World Documentary on FOSS and Development Page Tools

* Send this page to somebody * Print this page

A two-part documentary, The Codebreakers was aired on BBC World TV during May 2006. It investigates how poor countries are using FOSS applications for development, and includes stories and interviews from around the world. A 40-minute version of The Codebreakers is now available for free download online.

The famous digital divide is getting wider. A two-part documentary, The Codebreakers aired on BBC World starting 10 May 2006 examines whether free/open source software (FOSS) might be the bridge?

FOSS contains 'source code' that can be used, copied, studied, modified and redistributed without restriction. It has been around for over 20 years but most PC owners are not aware that the Internet search engines and many computer applications run on FOSS.

"It's not that FOSS has had a bad press, it has had no press because there is no company that 'owns' it," says executive producer Robert Lamb. "But we found that in the computer industry and among the afficionados, it is well known and its virtues well understood."

The crew of the independent producers who made the film went to nearly a dozen countries around the world to see how the adoption of FOSS presents opportunities for industry and capacity development, software piracy reduction, and localization and customization for diverse cultural and development needs.

Stories from The Codebreakers include computer and Internet access for school children in Africa, reaching the poor in Brazil, tortoise breeding programmes in the Galapagos, connecting villages in Spain, and disaster management in Sri Lanka. The documentary also includes interviews from key figures around the world.

Intel, IBM, Sun and Microsoft all seem to agree that FOSS is a welcome presence in computer software. According to Jonathan Murray of Microsoft "The Open Source community stimulates innovation in software, it's something that frankly we feel very good about and it's something that we absolutely see as being a partnership with Microsoft."

BBC World aired the two-part documentary at the following times:

Episode One

Wednesday 10 May 19:30 GMT

Thursday 11 May 09:30 GMT

Friday 12 May 16:30 GMT

Monday 15 May 01:30 and 07:30 GMT

Episode Two

Wednesday 17 May 19:30 GMT

Thursday 18 May 09:30 GMT

Friday 19 May 16:30 GMT

Monday 22 May 01:30 and 07:30 GMT

For local times, please lookup your country in the TV Listings on BBC World's website http://www.bbcworld.com/content/template_tvlistings.asp?pageid=668.

Following its ten transmissions on BBC World The Codebreakers is now available under the Creative Commons Attribution 2.5 license. To view a copy of this license, visit http://creativecommons.org/licenses/by/2.5

The International Open Source Network (IOSN), UNDP Asia-Pacific Development Information Programme (UNDP-APDIP), International Development Research Centre of Canada and UNESCO have participated in the production of this documentary.

Related Links

Download The Codebreakers [OGG, 90MB] [WMV, 60MB] [M4V, 225MB]

Order The Codebreakers on DVD and VHS from TVE Asia Pacific

DVD - Software for Development: Is Free/Open Source Software the Answer?

FOSS e-Primer Series

Roadmap for Open ICT Ecosystems

All APDIP e-Resources

The International Open Source Network (IOSN)

The International Development Research Centre (IDRC)

UNESCO


Fonte: br-linux






Deu no BR-Linux: Documentário da BBC sobre Software Livre




Fonte:




“Em maio teve uma matéria aqui no Br-Linux (BBC World exibirá The Code Breakers)[1] sobre um documentário em duas partes (em diversos episódios cada) que a BBC tinha começado a mostrar sobre o software livre focalizando seu uso em países em desenvolvimento, como o Brasil, Rússia, Índia e China. Aparentemente ele foi inspirado no segundo encontro mundial para a socidedade da informação, realizado em Tunis em novembro de 2005.


Também se dizia que o documentário seria disponibilizado para download após o encerramento do seriado. Bom, de vez em quando eu procurava pelo documentário e nada de encontrá-lo. Até que desisti. Ontem lembrei de tentar de novo. Eureka, achei! O documentário está disponível, com base na licença Commons Attribution 2.5, em diversos formatos: Ogg Theora, WMA e Mpeg 4, com links a partir da fonte original da matéria publicada aqui: The Codebreakers – A BBC World Documentary on FOSS and Development.”[2]

[1] http://br-linux.org/linux/bbc_world_exibir_the_code_breakers

[2] http://www.apdip.net/news/fossdoc

*********

The Codebreakers – A BBC World Documentary on FOSS and Development Page Tools

* Send this page to somebody * Print this page

A two-part documentary, The Codebreakers was aired on BBC World TV during May 2006. It investigates how poor countries are using FOSS applications for development, and includes stories and interviews from around the world. A 40-minute version of The Codebreakers is now available for free download online.

The famous digital divide is getting wider. A two-part documentary, The Codebreakers aired on BBC World starting 10 May 2006 examines whether free/open source software (FOSS) might be the bridge?

FOSS contains 'source code' that can be used, copied, studied, modified and redistributed without restriction. It has been around for over 20 years but most PC owners are not aware that the Internet search engines and many computer applications run on FOSS.

"It's not that FOSS has had a bad press, it has had no press because there is no company that 'owns' it," says executive producer Robert Lamb. "But we found that in the computer industry and among the afficionados, it is well known and its virtues well understood."

The crew of the independent producers who made the film went to nearly a dozen countries around the world to see how the adoption of FOSS presents opportunities for industry and capacity development, software piracy reduction, and localization and customization for diverse cultural and development needs.

Stories from The Codebreakers include computer and Internet access for school children in Africa, reaching the poor in Brazil, tortoise breeding programmes in the Galapagos, connecting villages in Spain, and disaster management in Sri Lanka. The documentary also includes interviews from key figures around the world.

Intel, IBM, Sun and Microsoft all seem to agree that FOSS is a welcome presence in computer software. According to Jonathan Murray of Microsoft "The Open Source community stimulates innovation in software, it's something that frankly we feel very good about and it's something that we absolutely see as being a partnership with Microsoft."

BBC World aired the two-part documentary at the following times:

Episode One

Wednesday 10 May 19:30 GMT

Thursday 11 May 09:30 GMT

Friday 12 May 16:30 GMT

Monday 15 May 01:30 and 07:30 GMT

Episode Two

Wednesday 17 May 19:30 GMT

Thursday 18 May 09:30 GMT

Friday 19 May 16:30 GMT

Monday 22 May 01:30 and 07:30 GMT

For local times, please lookup your country in the TV Listings on BBC World's website http://www.bbcworld.com/content/template_tvlistings.asp?pageid=668.

Following its ten transmissions on BBC World The Codebreakers is now available under the Creative Commons Attribution 2.5 license. To view a copy of this license, visit http://creativecommons.org/licenses/by/2.5

The International Open Source Network (IOSN), UNDP Asia-Pacific Development Information Programme (UNDP-APDIP), International Development Research Centre of Canada and UNESCO have participated in the production of this documentary.

Related Links

Download The Codebreakers [OGG, 90MB] [WMV, 60MB] [M4V, 225MB]

Order The Codebreakers on DVD and VHS from TVE Asia Pacific

DVD - Software for Development: Is Free/Open Source Software the Answer?

FOSS e-Primer Series

Roadmap for Open ICT Ecosystems

All APDIP e-Resources

The International Open Source Network (IOSN)

The International Development Research Centre (IDRC)

UNESCO


Fonte: br-linux






quarta-feira, setembro 06, 2006

Entrevista de Sérgio Amadeu para Caros Amigos




Fonte:




érgio Amadeu da Silveira atualmente coordena a ONG Rede Livre de Compartilhamento da Cultura Digital, que forma e capacita jovens para darem suporte aos cidadãos que queiram usar software livre ou de código aberto. Nesta entrevista ele explica que o usuário residencial não costuma usar software livre, nem pagar pela licença do software proprietário. O usuário residencial costuma, isso sim, usar uma cópia pirata do software proprietário –


mas mesmo assim fica tecnicamente dependente da multinacional proprietária. Também nega Sérgio Amadeu que o domínio do software livre capacite menos para empregos do que o do software proprietário. Doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo, Amadeu implantou e coordenou o Governo Eletrônico da Prefeitura Municipal de São Paulo, de 2001 até janeiro de 2003, período em que formulou e executou o plano de inclusão digital por meio de telecentros nas áreas mais carentes do município. Durante o governo Lula, foi diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) do início de 2003 até agosto de 2005, além de coordenador do Comitê Técnico de Implementação de Software Livre no governo federal. É professor do curso de pós-graduação na Faculdade Cásper Líbero.

Qual tem sido seu principal projeto atualmente?

O projeto em que nós, da Rede Livre, estamos mais empenhados agora é formar um conjunto de jovens para dar suporte em software livre para cidadãos, usuários que a gente chama de residenciais, com objetivo de disseminar o uso de softwares livres pelas pessoas no seu dia-a-dia, porque a maior parte dos usuários residenciais é atendida pela chamada rede “ pirata ”. Quando surge algum problema no computador, eles chamam um técnico para consertar a máquina, configurar o computador e, ao mesmo tempo, instalar um conjunto de softwares “ piratas ” – não autorizados –, e essa pirataria, por incrível que pareça, é extremamente funcional para a manutenção do software proprietário. Ao usar um software não autorizado, de que você não tem licença para utilizar, está na verdade continuando a usar um software do monopólio de sistemas operacionais. Você continua a ser uma pessoa que usa aqueles formatos proprietários de arquivo, dentro do chamado ecossistema do software proprietário. A pirataria é extremamente funcional em manter uma base de usuários.

As empresas vêm exigindo cada vez mais conhecimentos de softwares específicos, na maioria das vezes proprietários. Em geral, o próprio cara que está fazendo a entrevista com o candidato ao emprego não sabe exatamente que existem alternativas. Em vez de falar editor de texto, ele fala o nome do produto da Microsoft. Se você aprendeu a usar o Open Office – o conjunto de softwares livres que a gente tem para editor de texto, planilha de cálculo e fazer apresentações –, tem muito mais facilidade de usar não só aquele software, mas também os softwares proprietários. Porque em geral as pessoas que aprendem informática a partir de soluções livres costumam aprender dentro de uma diversidade de opções ; enquanto as que lidam com as soluções proprietárias aprendem as funcionalidades de um determinado software e não são adestradas para manejar outros softwares.

Como isso se dá na prática?

Quando eu estava em São Paulo, na gestão da Marta Suplicy, havia uma idéia segundo a qual os chamados governos eletrônicos, os que colocam serviços, informações na Internet – on-line – para que possam ser na verdade úteis para o conjunto da sociedade, têm que chegar aos estratos mais pobres, porque senão quem é da elite e tem computador em casa é melhor atendido do que quem mais precisa e está na periferia. Só que na periferia não tinha computadores, as pessoas não têm renda para manter uma conexão. Nós montamos uma rede de telecentros na periferia, onde as pessoas tinham acesso gratuito à Internet. Elas aprendiam em cima de soluções livres GNU /Linux, aprendiam Open Office, navegador Mozilla, e tivemos um sucesso tremendo. Muitos jovens aprenderam a usar esses softwares livres nos telecentros – exatamente por esse software ser livre e vir com o código-fonte – e alguns deles, que tinham talento, passaram a colaborar com o desenvolvimento desses softwares e deixaram a condição de usuários para entrar na de programador.

O software livre seria então uma questão filosófica e até libertária?

Sem dúvida. O bloqueio do conhecimento interessa a poucos, que querem manter os fluxos de riqueza. A idéia de que o conhecimento é livre é a base do software livre. O modelo usado para fazer o software livre passou a ser usado para fazer uma enciclopédia, a Wikipedia, que é hoje certamente a maior do mundo e se inspirou na idéia de compartilhamento de códigos do software livre. E não é um movimento só técnico. É social, cultural, e coloca a idéia de que o conhecimento tem que ser livre. O problema é que, numa sociedade onde os bens imateriais, os bens simbólicos, as informações adquirem importância econômica gigantesca, nunca foi tão fácil compartilhar conhecimento. E nunca foi tão difícil superar as barreiras impostas pelos grupos econômicos que querem manter o mundo na divisão obtida na velha economia industrial. Pretende-se impedir que as pessoas, que os povos se desenvolvam. A humanidade estava produzindo cada vez mais obras culturais e o número de obras que entra para bens públicos estava diminuindo, porque o que está acontecendo hoje é uma pressão enorme para endurecer a legislação, para estender os prazos da lei de copyright, tentar ampliar e patentear tudo o que for possível.

Qual foi a importância de implantar o software livre na prefeitura de São Paulo?

O software livre permite conhecer o que você está usando, reduzir custo, porque não se baseia no pagamento de licenças. As vantagens são totais. Qual era nossa dificuldade? Era montar uma equipe de suporte, porque seriam vários telecentros. Montamos, com um técnico que conhecia bem software livre, Linux principalmente, e ele passou a treinar as outras pessoas e também chamamos pessoas que sabiam. O custo de suporte acabou sendo muito pequeno, era uma equipe nossa, e o que deixamos de gastar com licenças foi uma coisa enorme. E chegamos a ter 500.000 usuários. Hoje, todo esse pessoal está contratado, trabalhando para grandes empresas. Porque tem uma demanda enorme para software livre. E a possibilidade de profissionalização é muito maior no software livre do que no mundo do software proprietário.

Bruno Terribas é estudante de jornalismo.


Fonte: Revista Caros Amigos








Segundo Encontro on-line de Educação e Software Livre -EDUSOL 2006-




Fonte:




De 13 a 24 de Novembro de 2006.

Convidam: A Biné: La comunidad Académica en Línea, o Instituto de Investigaciones Económicas da UNAM e o projeto Investigación Psicoeducativa da FES Iztacala, UNAM.

Convocatória de palestra, workshop, tutorial ou simpósio por IRC on-line:


Convida-se a docentes, pesquisadores, desenvolvedores de software livre e pessoas envolvidas na área educativa a participarem na modalidade simpósio, palestra, tutorial ou workshop por IRC.

Informação sobre formas de envio e eixos temáticos em: : http://bine.org.mx/edusol/e2006/convocatoria.php

Convocatória de participação como assistente:

Convida-se às pessoas interessadas em debater e contribuir na construção conjunta sobre a questão da educação e software livre a participarem no Segundo Encontro on-line de Educação e software livre, de 13 até 24 de novembro.

O encontro on-line será dividido em oito atividades de trabalho: Wiki, mesas de trabalho on-line, workshops e tutoriais, discussões com peritos e simpósios por IRC, videoconferências, foros gerais e discussões informais.

Mais informação e cadastro na página do encontro: http://bine.org.mx/edusol/e2006/

Custo

Não temos taxas de inscrição

Datas importantes

Recepção de trabalhos: 19 de junho: Começo da recepção de resumos e trabalhos por extenso. 30 de setembro: Encerramento da recepção de palestras por extenso. 25 de outubro: Aviso de aceitamento prévio. 5 de novembro: Entrega de modificações.

Inscrições

De 19 de junho até 5 de novembro: Inscrições.

De 6 até 12 de novembro: Ratificação da inscrição.

Encontro

De 13 até 24 de novembro.

Mais informação na página do encontro: http://bine.org.mx/edusol/e2006/

Se tiver qualquer dúvida fale conosco: contato http://bine.org.mx/edusol/e2006/contacto.pt.php


Fonte: Biné: La comunidad Académica en Línea