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sexta-feira, maio 23, 2008

Falha em XP permite a invasor local ganhar privilégios - Geek

 

21/05/2008 15:05

Falha em XP permite a invasor local ganhar privilégios

 

A firma de segurança iDefense alertou para uma vulnerabilidade recém descoberta no arquivo i2omgmt.sys, um driver utilizado pelo sistema Windows XP que poderia ser explorado para dar a um usuário local privilégios de administrador.

 

O driver é utilizado em servidores para realizar tarefas como controle RAID e contém uma falha nos direitos de acesso de sua interface que permitiria que qualquer um realizasse alterações.


O site heise Security afirmou que, de acordo com a firma, a versão 5.1.2600.2180 do driver, contida no Windows XP SP2, e possivelmente versões anteriores, é vulnerável e, embora seja um recurso voltado a servidores, está presente em muitos sistemas clientes.


O problema foi resolvido no Service Pack 3, terceira atualização lançada em início de maio para o Windows XP, e disponível para download, em português, aqui.

 

Geek

 

 







terça-feira, maio 20, 2008

Empresas integram comunicações unificadas em SOA - 19/05/2008 - IT Web - Notícias

 

Home >> Tecnologias >> SOA

Empresas integram comunicações unificadas em SOA

por David Greenfield/ InformationWeek EUA

19/05/2008

 

Próxima fase da UC prevê a integração com os processos corporativos e fabricantes se movimentam para atender à demanda

Ao integrar as comunicações na arquitetura orientada a serviços (SOA, na sigla em inglês) fabricantes, incluindo Avaya, BlueNote Networks, Cisco Systems, Microsoft, NEC/Sphere, Nortel Networks e Siemens, afirmam que as companhias podem aperfeiçoar muito a produtividade pessoal aprimorando as interações com os usuários, ao mesmo tempo em que aumentam a eficiência. Apesar de esta não ser uma visão nova, em uma situação econômica difícil, aparece como o tipo de iniciativa que ajuda a TI a melhorar os processos corporativos - e, consequentemente, os resultados.

 

Quando a InformationWeek EUA relatou, pela primeira vez, essa mescla das arquiteturas orientadas a serviços com a telefonia, em agosto de 2006, chamou o fenômeno de SOTA (sigla em inglês para arquitetura de telefonia orientada a serviços). Mais recentemente, o termo CEBP, criado pela Avaya e que significa processos corporativos habilitados para as comunicações, vem se tornando mais popular. Já a Cisco prefere a denominação SONA (arquitetura de rede orientada a serviços). Qualquer que seja o nome, a próxima fase das comunicações unificadas (UC, na sigla em inglês) prevê a combinação das comunicações com os processos corporativos.

 

Mas ainda há o ceticismo para vencer - e este será o maior desafio que a TI terá de superar. Estudo da InformationWeek EUA mostra que, nos próximos 24 meses, somente 20% das organizações integrarão as comunicações em seus processos corporativos. Em resposta a isto, os fabricantes estão reunindo seus recursos de UCs aos seus produtos de voz, apenas para tornar a tecnologia disponível. "Acreditamos que isto é ótimo, mas não fizemos a implementação", comenta Erik Brokaw, arquiteto para o setor corporativo da Blue Cross Blue Shield, de Kansas City (EUA). É simplesmente uma questão de recursos. "Estamos em meio a uma importante iniciativa de reengenharia, que será combinada com nossa situação atual", afirma Brokaw. Ele espera concluir a implementação no fim deste ano ou no início de 2009.

 

A produtividade das organizações e das pessoas define a colaboração contínua, na atualidade. A categoria em que os fabricantes de produtos de comunicação se classificam, neste cenário, depende de suas soluções, parcerias e estrutura de canal de suporte técnico. Até recentemente, por exemplo, a Microsoft fornecia SOA e UC separadamente. Porém, isto está se modificando, de acordo com Eric Swift, diretor sênior de comunicações unificadas. A Microsoft direciona seu futuro produto para desktops; já a Avaya tem enfoque em contact centers. Entre essas parcerias, pode-se citar a associação entre a IBM e a Nortel.

 

Novas alternativas

Para ajudar, existe uma variedade de opções de pequenos fabricantes especializados, como a BlueNote, e de companhias de telecomunicações de grande porte. Obviamente, os clientes irão considerar o tamanho e a longevidade, quando investigarem as possíveis parcerias, mas nem todas as grandes fabricantes estão em uma situação favorável. Considerando a complexidade da SOA, é preciso um canal sofisticado para pensar a respeito da questão da implementação.

 

Por outro lado, para a Siemens, que geralmente tem fornecido diretamente para as companhias, nos Estados Unidos, faltam serviços profissionais em nível suficiente para lidar com a adoção corporativa em larga escala. Por isso, ela está tornando disponível sua infra-estrutura de web services somente para desenvolvedores e organizações muito grandes, define Graham Howard, diretor de sistemas de marketing global de grande porte da Siemens.

 

Também existem importantes variações nos recursos de plataformas. Todos os fabricantes que fornecem interfaces de SOA permitem que as interfaces de programação de aplicativos (APIs, na sigla em inglês) abstraídas proporcionem controle básico de chamadas. A Avaya, que sempre se dedicou aos contact centers como seu empreendimento principal, foi a primeira a organizar serviços básicos para atender a exigências de processo mais sofisticadas, como a capacidade de atribuir tarefas aos usuários e, então, monitorar seu progresso

 

Em dezembro último, a BlueNote acrescentou estrutura de notificação de presença aos seus recursos de SOA, habilitando as companhias a enviarem mensagens por e-mail, SMS e telefone, e a receberem respostas dos usuários ou clientes. Outra diferença fundamental entre os fabricantes está relacionada aos componentes básicos necessários para tirar proveito dos recursos de SOA disponíveis; para a maioria das empresas, a palavra-chave para esses recursos é "proprietários".

 

Todos eles exigem que a TI utilize seus servidores de telefonia básicos e servidores de transmissão de mensagens, mas a Avaya foi mais além e desenvolveu seu próprio ESB (sigla em inglês para barramento de serviço corporativo) para se comunicar com outros dispositivos de transmissão de mensagens. A SONA, da Cisco, é o exemplo mais extremo, com a inclusão de aceleração, segurança e gerenciamento de SOA no hardware de operações em rede da própria empresa.

 

A Nortel, uma notável exceção, afirma que seu NACE (nome de seu ambiente) trabalhará com hardware de terceiros desde o princípio, utilizando um conjunto de conectores para tornar traduções possíveis. Quando o produto for entregue, em maio, proporcionará compatibilidade com o Cisco Call Manager, por meio de uma interface de protocolo de início de sessão ( SIP, na sigla em inglês), assim como por um mecanismo da Nortel.

 

Tipicamente, a compatibilidade com hardware de terceiros por intermédio de interfaces padrão, como o SIP, resulta na redução da funcionalidade. Mas embora os recursos dentro da abrangência normal dos serviços de SIP não devam apresentar problemas, sutilezas como o recurso de colocar uma chamada em espera e continuar a atendê-la em outro local têm se mostrado um aborrecimento. As companhias interessadas em fazer operar o NACE em comutadores que não são da Nortel devem assegurar que a configuração seja compatível com os recursos importantes para eles.

 

Tudo que for possível

Presença, mensagens instantâneas, voz e vídeo são os principais fatores de direcionamento para as comunicações unificadas, todavia, novos sistemas de comunicações integrados com SOA oferecem um conjunto misto de compatibilidade.Fornecer status de presença para saber quais usuários podem ser contatados em um determinado processo corporativo, a qualquer momento, e conhecer as modalidades apropriadas exige um servidor de presença autorizado. Para a Nortel e a Microsoft, este servidor será o Office Communications Server (OCS). A Avaya lançou um servidor de presença, que irá se associar a outros mecanismos. Isso permitirá que os usuários do OCS, do IBM/Lotus Sametime e do sistema da Avaya visualizem um status de presença comum. A Siemens anunciou, no início deste ano, um servidor de SIP, que incluirá presença em grupo, gerenciamento de qualidade de serviços, e outros recursos.

 

Existe um crescente consenso de que os recursos de mensagens instantâneas serão do Microsoft OCS ou do Sametime. Todos os fabricantes de sistemas de PBX se integram com ambas as plataformas, mas existem importantes distinções entre as duas. A Microsoft conhece o segmento de desktops, e isso se torna evidente no modo como ela aborda as comunicações unificadas: tudo consolidado em uma fonte de presença, independentemente do dispositivo do usuário. Os indicadores de presença são bem vinculados no Exchange e em outros aplicativos da Microsoft. O aspecto negativo é que o OCS continua altamente dependente de uma infra-estrutura centrada na gigante.

 

O IBM Lotus fala a linguagem das grandes organizações de TI, o que evita a restrição a um fabricante. A estratégia da companhia é formar parcerias com fornecedores de sistemas de PBX, em vez de procurar oferecer o pacote completo de comunicações unificadas; na verdade, a Cisco começou a revender o Sametime em janeiro último (Leia mais sobre este assunto no IT Web). O Sametime e o Notes são integrados no ambiente de desenvolvimento de fonte aberta do Eclipse, o que dá ao IBM Lotus uma plataforma flexível, que pode ser expandida pelos clientes ou pelos desenvolvedores terceirizados e ser executada no Windows, no Linux, e no Mac OS.

 

Em determinado momento, a maior distinção entre o OCS e o Sametime era a integração de voz, mensagens instantâneas (IM) e presença do OCS em uma plataforma comum. Mas, atualmente, a IBM integrou ao Sametime recursos para planejar discagem e controle de chamadas. Embora o OCS certamente ofereça recursos de IM e colaboração para complementar a capacidade de voz de sistemas de PBX, estrategicamente, o plano principal da Microsoft é substituir o PBX por um único servidor de comunicações.

 

Inicialmente, o Sametime oferecia IM, mas formou parcerias para proporcionar a maioria dos recursos de voz. Entretanto, com a Sametime Unified Telephony, a IBM acrescentou código a partir do Open Scape, da Siemens, dando ao Sametime os recursos básicos para chamadas corporativas. Por fim, todos os fabricantes de produtos de comunicações unificadas oferecem algum tipo de recurso de vídeo; a maioria, focalizada em proporcionar a capacidade de controle de chamadas e formar parceria com a Tandberg ou Polycom, para as extremidades (endpoints).

 


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Empresas integram comunicações unificadas em SOA - 19/05/2008 - IT Web - Notícias

 

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Twitter e o fluxo de informação - B2B Magazine -

 

Twitter e o fluxo de informação
Postado por Eduardo Vasques em: 19/5/2008

 

Felipe chegou ao mundo. Sua história, ou melhor, a trajetória dele é, no mínimo inusitada. Todos os passos até o seu nascimento foram narrados por seu pai, Samuel Guimarães, via Twitter, conforme você viu aqui na B2B Magazine. É importante prestar atenção também no fluxo de informação.


A história caiu em minhas mãos por uma trilha rápida. Raquel Camargo – responsável pelo blog Twitter Brasil – publicou um comentário na redes social e avisou Gilberto Pavoni Junior. Ele me transmitiu a informação e publiquei a nota. Imediatamente acessei o endereço de Guimarães e passei a seguir sua narrativa.


As empresas terão que aprender, cada vez mais, a lidar com esse fluxo de informação rápido, dinâmico, interconectado. Em apenas três contatos a notícia estava lá, pronta. De três pessoas, milhares passariam a ter conhecimento do fato. É o poder do boca-a-boca, usando a web como plataforma para disseminação de dados. Aliás, quer ver alguma foto do pequeno Felipe? Vá lá na página do Guimarães no próprio Twitter e siga os links.

 


Leia Mais:

Do Twitter para o berçário

19 Maio 2008

"O modo como as pessoas individuais definem individualmente seus problemas individuais e os enfrentam com habilidades e recursos individuais é a única questão pública remanescente e o único objeto de interesse público." (Zygmunt Bauman, no Modernidade Líquida, no capítulo Individualidade)


Felipe Augusto Guimaraes (na foto), nasceu as 9h10 de hoje. Antes de dar a primeira respirada, o filho do mineiro Samuel Guimarães já era celebridade para algumas pessoas. O parto foi transmitido ao vivo em posts no miniblog Twitter e a foto foi publicada na Web logo q o pai teve a chance.


Nascimentos em hospitais não são lá a coisa mais PRIVATIVA que existe no mundo. Mas, também, tirando uns popstars aí, não costumam ser assuntos de interesse para multidões.... pelo menos não eram. A frase aí em cima do Bauman deixa qq um pensando...


Esse, que pelo o que eu me lembro é o primeiro caso assim no Twitter aqui no Brasil, mostra três características dessa plataforma:


1) o Twitter é aberto à experimentações;
2) é livre para comunicar qq coisa em qq lugar (tendo meios para isso);
3) tem poder viral.

 

(continua em ...)


 

B2B Magazine - TI e Negócios lado a lado

 

 







quinta-feira, maio 15, 2008

Subterrâneos de Tóquio ( Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao )

 

Subterrâneos de Tóquio

Publicado em outros por seven em 31 out 2007 12:26 PM

 

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao

 

O subsolo de Tóquio alberga uma fantástica infraestrutura cujo aspecto se assemelha ao cenário de um jogo de computador ou a um templo de uma civilização remota. Cinco poços de 32 m de diâmetro por 65 m de profundidade interligados por 64 Km de túneis formam um colossal sistema de drenagem de águas pluviais destinado a impedir a inundação da cidade durante a época das chuvas.

 

A dimensão deste complexo subterrâneo desafia toda a imaginação. É uma obra de engenharia sofisticadíssima realizada em betão, situada 50 m abaixo do solo, facto extraordinário num país constantemente sujeito a abalos sísmicos e onde quase todas as infraestruturas são aéreas. A sua função é não apenas acumular as águas pluviais como também evacuá-las em direcção a um rio, caso seja necessário. Para isso dispõe de 14.000 Hp de turbinas capazes de bombear cerca de 200 t de água por segundo para o exterior. Impressionante.

 

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao

 Arquitectura Arquitetura Engenharia Subterraneo Estrutura Esgotos Agua Toquio Japao


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quarta-feira, maio 14, 2008

IDG Now! - Microformatos: desconstruindo a web para conectar as informações online

 

http://www.idgnow.com.br

IDG Now! 10 anos > Reportagens

Microformatos: desconstruindo a web para conectar as informações online


(http://idgnow.uol.com.br/10anos/2007/10/03/idgnoticia.2007-10-03.7643700532)

Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!

Publicada em 04 de outubro de 2007 às 07h00


São Paulo - Nova especificação se aproveita da estrutura das páginas para interconectar dados e serviços online, possibilitando a chegada da Web Semântica.

 

microformats_270Tecnicamente, navegar na internet é consultar milhões de arquivos, como páginas, fotos ou links, armazenados em bancos de dados, criando a ordem que o usuário achar mais favorável.


Seu perfil dentro da sua rede social preferida é apenas mais uma página dentro de um grande inventário, do mesmo jeito que está notícia que você lê agora ficará armazenada entre milhares de outras publicadas pelo IDG Now! em seus mais de 10 anos de vida.


Desde a explosão da internet comercial, a maior interligação que estes diferentes bancos de dados tinham entre si era uma citação ou uma referência no formato de um hyperlink. Quando você gosta de um texto ou se emociona com um vídeo, você cria uma referência para o conteúdo.


Os cruzamentos que a integração entre estes diferentes bancos de conteúdo poderiam dar à internet um novo sentido que não apenas o atual apanhado de documentos eletrônicos sem ligação direta que precisam ser linkados entre si, em um dos aspectos da chamada Web Semântica explicada pelo criador do protocolo WWW ao IDG Now!, Tim Berners-Lee.


Ao invés de depender do trabalho constante dos usuários, por que não automatizar a maneira como diferentes bancos de dados lidam com informações que podem ser encaixadas em uma mesma categoria, como opiniões sobre um tema, conteúdo de um mesmo usuário e informações pessoais para cadastro?


O veículo para tal integração é uma especificação que já está sendo testada na internet e atende por Microformatos e, o melhor de tudo, aproveita a maneira como uma página é construída para designar rótulos que fazem estas interconexões.


Imagine, por exemplo, receber o convite para um almoço que tenha o endereço completo do apartamento de seu amigo, junto com as indicações sobre que bebidas levar, o horário para chegar e para qual telefone ligar caso ocorram dúvidas.


Na maneira como usamos a internet atualmente, você precisaria colar o endereço em um serviço de mapas, como o Google Maps ou o Live Search Maps, para ter as direções demonstradas graficamente ou cadastrar a data manualmente no seu calendário online.


Com os Microformatos, o serviço de e-mail ou navegador reconheceria o endereço por meio de um rótulo e o ligaria diretamente ao serviço de mapas. Para visualizar o roteiro, bastaria que o usuário desse um único click sobre o link.


Em uma comparação mais visual, a atual internet pode ser vista como um ambiente em duas dimensões, onde você navega por seus sites preferidos, faz referências por meio de hyperlinks e encontra seus amigos dentro de redes sociais.


Com a integração dos Microformatos, a página ganha um molde tridimensional, onde informações que podem ser aproveitadas por outros serviços online, como endereços, telefones, fichas pessoais de usuários e opiniões sobre assuntos, fazem, sem que o usuário se mova, ligações com outros rótulos similares.


Proposto em 2005 pelo programador e pesquisador Tantek Çelik apoiado por um lema que prega “usuários antes que as máquinas”, os Microformatos não passam de um novo processo de formatar dados já disponíveis em um site para dar-lhes sentido por meio de metadados.


Entre tantos significados, o prefixo grego “meta” representa algo que fala sobre si mesmo, o que nos leva a concluir que metadados são informações inseridas pelo usuário sobre os dados publicados na internet.


Ao invés de desenvolver uma nova linguagem que exigiria a recriação dos sites online, os Microformats funcionam como pequenas adições à linguagem amplamente usada XHTML que procuram dar sentido a determinadas informações dentro da página.


Ao criar uma apresentação pessoal para seu blog, é possível integrar, entre os comandos de XHTML, um protocolo em Microformato chamado de hCard, que carregará dados pessoais como nome, site, e-mail e endereço, criado online por meio de um simples formulário.


E quais os benefícios dos Microformatos? Em um suposto futuro em que a especificação estiver popularizada, o padrão ajudará a buscadores ou serviços online em geral a traçar relações entre conteúdos que contenham o seu nome.


Entre os nove protocolos específicos de Microformatos já prontos, estão contempladas tanto categorias de conteúdo, como cartão de apresentação (hCard) e eventos (hCalendar), como de elementos dentro da página, como indicações de listas (XOXO) ou relações sociais (XFN).


Na prática, os Microformatos criam uma linguagem padrão para que diferentes serviços online, sejam eles sites de notícia, blogs, comunidades de vídeo ou redes sociais, possam relacionar conteúdos semelhantes, sejam eles eventos, endereços ou pessoas.


O melhor exemplo prático que usuários do navegador Firefox podem ter atualmente da atuação dos Microformatos está na maneira como o add-on Operator interage com endereços que já suportam a tecnologia.


Ao encontrar algum dos nove protocolos citados acima integrados ao site, o add-on permite que o usuário relacione o conteúdo com outros aplicativos ou o misture com outros arquivos de maneira simples.


Tome como exemplo endereços ou eventos: ao localizá-los em um blog, por exemplo, o Operator permite que uma rota seja traçada no Google Maps ou que um novo lembrete seja criado no Google Calendar com um simples clicar de mouse.


O padrão ganhará um grande empurrão quando a Fundação Mozilla divulgar a versão final do navegador Firefox 3. Em visita ao Brasil, o evangelista da Mozilla, Asa Dotzler, se mostrou altamente entusiasmado com a idéia do browser suportar os Microformatos.


“Hoje, o Firefox já permite que você clice sobre um feed para que ele seja salvo automaticamente em um serviço online. Com o Firefox 3, você poderá fazer esta ligação com quase todos os dados online”, afirmou.


Por mais que soe exagerado para algo que começa a chamar atenção dos desenvolvedores agora, Dotzler tem razão quando defende que os principais beneficiados pelos Microformatos serão usuários sem qualquer intimidade com códigos.


Em seu blog, o designer da Mozilla, Alex Faaborg, publicou um post prevendo que, “no futuro, navegadores associarão informações encontradas na internet com determinadas aplicações, sejam softwares no seu sistema ou serviços online” ao explicar o padrão.


Se o futuro da internet já começou que Faaborg se refere é a maneira dos Microsoformatos encararem a internet como um emaranhado de pequenos dados congregados que podem ser mixadas, ele já começou.

 


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IDG Now! - Microformatos: desconstruindo a web para conectar as informações online

 

 







IDG Now! - Entenda o efeito da portabilidade de dados nas redes sociais

 

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Internet > Mídia Digital

Entenda o efeito da portabilidade de dados nas redes sociais


(http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/05/13/myspace-facebook-e-digg-avancam-em-integracao-com-portabilidade-de-dados)

Por Guilherme Felitti, editor-assistente do IDG Now!

Publicada em 13 de maio de 2008 às 15h47

Atualizada em 13 de maio de 2008 às 17h56


São Paulo - Na mesma semana, MySpace, Facebook e Twitter anunciam projetos para dar aos usuários controle sobre seus dados. Entenda a importância.

 

A reclamação é geral sempre que o convite para uma nova rede social chega à sua caixa postal: já são muitos os serviços que pretendem mapear socialmente o usuário, seja de maneira generalizada, como fazem Facebook e Orkut, seja ao redor de algum tema específico, como Vinorati ou Chess.com.


Por que, ao invés de tentar atrair usuários para dentro de seus próprios reinos fechados, os responsáveis pelas redes sociais não promovem uma integração entre os serviços baixando os altos muros que cercam cada uma das redes que você usa hoje?


Leia mais sobre a semântica online:
> Microformatos: desconstruindo a web
> Entrevista: o futuro da web por seu criador
> W3C revela padrões para busca semântica
> Especial: tudo sobre redes sociais


A falta de conexão e, principalmente, relação entre serviços de interação, sejam eles redes sociais ou sites de categorização de conteúdo, que atraem, na maioria dos casos, os mesmos usuários é o que o crescente movimento de portabilidade de informações pretende combater.


Formado por empresas como Google, Facebook, Microsoft, Digg, Twitter, LinkedIn e Netvibes, o grupo Data Portability foi formado em janeiro para defender o uso de especificações abertas que facilitassem a movimentação dos dados do usuário por diferentes serviços.


Pense na internet como um ambiente 3D, em que redes sociais, plataformas de publicação de conteúdo e serviços de divulgação estão dispostos em paralelo.

 

As especificações defendidas e incentivadas pelo DataPortability pretende conectar todos os serviços de forma que apenas o nome do usuário consiga apontar quais dos seus amigos inscritos em uma rede social também estão nesta nova, por exemplo.


Esta tridimensionalidade confere profundidade ao ambiente digital e é um dos primeiros passos para um ambiente em que serviços interconectados dêem um sentido maior à internet, conferindo-lhe uma (ainda básica) inteligência pelo cruzamento de dados, em um estágio primitivo do que é chamado de "web semântica".


Ao invés de repetir sempre seus dados pessoais, procurar sempre seus amigos e publicar sempre os mesmo conteúdos, o conjunto de especificações defendida pelo DataPortability permite que o usuário gerencie e leve sua identidade online de maneira unificada.


Nenhuma das especificações apoiadas pelo grupo é nova - a importância do DataPortability está exatamente no agrupamento e interconexão entre padrões e especificações abertas como APML, OpenID, RDF, Microformatos, OPML, RSS e Oauth que pretendem, cada um da sua maneira, abreviar a identidade digital do usuário a um único perfil, aplicado pelos serviços que suportam o grupo.


Maio vem sendo um mês dourado para a portabilidade de dados online. No começo do mês, o Digg implementou especificações para reconhecimento de usuários e dados pessoais por outras redes sociais, além de melhorias no RDFa, montando uma estrutura para páginas do serviço além de imagens e textos.


Uma semana depois, foi a vez de um consórcio de serviços, liderado pelo MySpace e pelo Yahoo, anunciar o atrelamento de contas por meio do projeto Data Availability (qualquer semelhança com o DataPortability não é mera coincidência), que envolverá, principalmente, a interligação dos dados pessoais do perfil do usuário no MySpace com serviços como eBay, Photobucket e Twitter.


No primeiro momento, usuários poderão atrelar sua conta do MySpace com as dos três serviços citados, permitindo que atualizações no perfil da rede social sejam replicadas automaticamente em todos os serviços pareados. Em um segundo momento, o MySpace planeja usar um log-in único para todos.


Um dia após a Data Availability, o Facebook, principal rival do MySpace nos Estados Unidos, também revelou sua iniciativa para portabilidade de dados, pelo Connect, que deverá se beneficiar da popularidade da rede social entre desenvolvedores desde que abriu sua API, em agosto de 2006.


Segundo post no blog de desenvolvedores do Facebook, o Connect permitirá que aplicações externas se conectem e consultem dados do perfil do usuário dentro da rede social por meio de conexões seguras, como forma de replicar atualizações nos dados pessoais, conteúdos multimídia, eventos e amigos em serviços que suportem a plataforma.


O Facebook Connect estará disponível, segundo o post, "nas próximas semanas". Ainda que um bocado atrasado em relação a MySpace, Yahoo, eBay, Twitter e Digg, é mais um grande player do setor que diminui a altura das paredes que cercam seu serviço e dá a seus usuários a característica mais inerente à internet: liberdade.

 


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terça-feira, maio 13, 2008

IDG Now! - E vem aí a 4G

 

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Telecom e Redes > Colunistas > Sem Fios

Sem Fios

Colunistas

Sem Fios

André Caramuru é consultor e um dos pioneiros em tecnologias móveis no Brasil

 

Publicada em 12 de maio de 2008 às 08h30

Atualizada em 12 de maio de 2008 às 11h13


E vem aí a 4G

(http://idgnow.uol.com.br/telecom/sem_fios/idgcoluna.2008-05-07.3239571002)

Publicada em 12 de maio de 2008 às 08h30

Atualizada em 12 de maio de 2008 às 11h13


Convergência e muito mais velocidade se encontram nas redes 4G. Por André Caramuru Aubert

 

Como a evolução tecnológica é auto-alimentada e não se permite diminuir o ritmo. Enquanto o 3G vai sendo introduzido no dia-a-dia das pessoas, os centros de pesquisa preparam a próxima geração móvel, a 4G.


Depois das altas performances em transmissão de dados da terceira geração, a quarta trará, finalmente, a solução definitiva para o trânsito das grandes cidades, o teletransporte.


> 5 serviços para aproveitar as redes 3G



Atenção, antes que algum apressadinho se anime, é brincadeira. De qualquer forma, e embora ainda haja bastante coisa por especificar quanto a padrões e tecnologias empregadas, tarefa a cargo da ITU (International Telecommunications Union), que deverá mediar e acomodar interesses de grandes fabricantes e operadoras, as promessas do 4G são sólidas.


Por exemplo, a taxa de transmissão de dados mínima entre dois pontos (dois celulares em qualquer ponto do globo ou um servidor e um celular movendo-se em alta velocidade) será de 100 Megabits por segundo (Mbps), enquanto a taxa normal entre um servidor e um celular parado ou movendo-se lentamente será de 1 Gigabit por segundo (Gbps).


Para se ter uma idéia, a taxa mínima (100 Mbps), permite que um filme longa metragem com resolução de DVD seja baixado em cerca de cinco minutos. Será possível assistir a TV digital de alta definição, fazer videoconferência com diversos usuários, baixar montes de músicas, e muitas destas coisas ao mesmo tempo, no celular ou usando o celular como modem. Convergência, uma palavra que andou na moda, encontra seu destino no 4G.


Se o 3G é rápido, o 4G é muito mais. E essa é, na verdade, a grande promessa da quarta geração. Apesar da velocidade toda, até agora os exemplos citados para justificar a nova geração mostram mais uma evolução, ainda que significativa, do que uma revolução.


Afinal, assistir filmes no celular pode ser bom, mas a 3G já está perto disso, e será que poder assistir a “E o vento levou” num celular em alta resolução será grande vantagem? Certamente, não para a saúde dos olhos. E não há, aí, qualquer quebra de paradigma.


Antecipando-se ao que virá, penso em soluções na área médica, por exemplo. Um cirurgião poderia acompanhar, em alta resolução, o estado de uma pessoa acidentada antes que ela chegasse ao hospital, orientando os para-médicos com muito mais precisão do que ocorre hoje. Na verdade, ele poderia até mesmo operar um robô-cirurgião remotamente. Exemplos desse tipo, na verdade, é que podem justificar o 4G.


André Caramuru Aubert, um dos pioneiros em tecnologias móveis no Brasil, é consultor. E-mail: andre@magically.com.br


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IDG Now! - A vez dos verticais

 

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E-vitrine

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E-vitrine

Romero Rodrigues é co-fundador e presidente do BuscaPé

Publicada em 13 de maio de 2008 às 08h00


A vez dos verticais

(http://idgnow.uol.com.br/internet/evitrine/idgcoluna.2008-05-11.1668987251)

Publicada em 13 de maio de 2008 às 08h00

Sensação na publicidade digital dos EUA, verticais ganham valor no Brasil. Por Romero Rodrigues

 

Primeiro foram os buscadores. Trouxeram o conceito de mídia segmentada para uma audiência focada em comportamento (behavior target) e iniciaram o movimento de transição de verbas mais significativas do mundo off-line para o online.

 

É fato que, nos Estados Unidos, muito do que era investido, especialmente em jornais, páginas amarelas e jornais de bairro, migrou forte e rapidamente para buscadores, eBay e Craigslist.



> Publicidade online cresce 45,7% no Brasil
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Até ai, santuários de verba e lucro – como TV (paga e aberta) e revistas – se mantiveram intactos, mesmo com a forte entrada do marketing de performance digital. E dessa vez, após tantos anos, não foi só buzz.

 

Mas outro movimento no mercado norte-americano de publicidade começou a acontecer já no início do ano passado: os sites verticais começaram a crescer no bolo publicitário digital, engolindo um pouco da verba dos portais horizontais, mas principalmente trazendo “dinheiro novo” para a rede.

 

O conceito por trás do investimento publicitário em um site vertical é similar ao investimento em uma revista: público com aderência e fidelidade ao assunto e, claro, comportamento da audiência. E é justamente desse grupo (revistas) que os verticais americanos tomam mercado.

 

Os sites verticais acabam trazendo algumas vantagens ao anunciante quando comparados às revistas de um mesmo setor. Normalmente, os sites verticais líderes num segmento já possuem audiência duas a cinco vezes maiores que os equivalentes de papel.

 

A freqüência também é outro destaque: as “revistas verticais” possuem periodicidade média mensal, enquanto os sites verticais são visitados, em média, mais de três vezes ao mês pelo mesmo usuário.


A atualização e a qualidade do conteúdo, que já foram uma barreira no passado, passaram a ser um forte diferencial. Isso sem mencionar o poder da rich media, o uso da interatividade e dos ensinamentos de conversão já trazidos ao mercado pelos buscadores. Por último, quando colocamos na ponta do lápis, os preços ainda são mais atraentes se comparados aos das versões impressas.

 

Nos últimos dois anos, sites norte-americanos verticais de automóveis, como Edmunds.com e KBB.com, que oferecem informações detalhadas sobre modelos, lançamentos, vídeos, testes e avaliações de usuários, viram seus faturamentos de display ad crescer três dígitos percentuais. O dinheiro que vinha, antes, apenas de classificados e mídia trade, começou a jorrar das agências e das montadoras, a ponto de verem o inventário totalmente vendido em alguns meses.

 

Outro exemplo, mesmo em um segundo plano devido a guerra das redes sociais, encontra-se nos sites verticais femininos. Jogadores importantes e já muito relevantes como Popsugar.com, iVillage.com e Glam.com vêm esvaziando páginas publicitárias de ícones como Vogue ou Harper's Bazaar, com discreto sucesso.

 

Dividindo minhas opiniões pelos botecos e restaurantes do bairro paulistano da Vila Olímpia, escuto muito SE isso vai acontecer no Brasil. Para começar, a pergunta correta deveria ter sido “QUANDO isso vai acontecer?”. De qualquer forma, posso dizer que a resposta eu já sei: já ESTÁ acontecendo.

 

Não é difícil citar jogadores obstinados atrás do público feminino na web. Entre a maioria com DNA digital estão, por exemplo, o Vila Mulher e o Bolsa de Mulher. Outros vieram do mundo impresso, como o iTodas e a própria Editora Abril. Quem vai ganhar? Essa é fácil: O anunciante!

 

Se você ainda dúvida do potencial de sucesso no relacionamento, interatividade, eficácia e eficiência do player vertical, te deixo uma indagação: O que faz você, meu amigo, lendo esse artigo na frente de um computador, num dos principais verticais de tecnologia desse país?

 

Romero Rodrigues é co-fundador e presidente do site de comparação de produtos e pesquisa de preços, BuscaPé. Desde 2002, é também coordenador do Comitê Shoppings On-Line e conselheiro da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. E-mail: romero@buscape-inc.com .


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IDG Now! - A vez dos verticais

 

 







segunda-feira, maio 12, 2008

Conheça o Ecoogler « FalaBonito

 

Conheça o Ecoogler

Postado no 23 Abril, 2008 de falabonito

 

O Ecoogler é un buscador que utiliza a tecnología do Google e que ajuda a reflorestamento do amazonas e a preservar os recursos naturais de agua doce.

 

Usando Ecoogler você vai ter os mesmos resultados e ao mesmo tempo ajuda a ONG Aquaverde a cumprir essa tarefa.

 

Tudo isso é possível graças a um acordo entre o Google e a Aquaverde.

 

aquaverde

1 pesquisa= 10.000 = 1 Árvore

 

Como funciona?

 

Cada pesquisa realizada no Ecoogler, contribui simbolicamente no reflorestamento de  uma folha. Por cada 10.000 pesquisa/folhas, Ecoogler doa o dinheiro necessário para que se plante uma árvore no Amazonas.

 

Visite o Ecoogler aqui

 

Conheça a ONG AquaVerde aqui

 

 

Conheça o Ecoogler « FalaBonito







A partir de 2a. Feira (12/5) passageiro poderá monitorar ônibus em SP pela internet - DNT - O Direito e as novas tecnologias

 

A partir de 2a. Feira (12/5) passageiro poderá monitorar ônibus em SP pela internet

 

A partir da próxima segunda-feira (12), a população da cidade de São Paulo poderá acompanhar o movimento dos ônibus em 247 km de ruas e avenidas da capital paulista pela internet.

 

Segundo a Secretaria Municipal de Transportes, para visualizar a velocidade, tempo de percurso e posição de um determinado veículo, bastará o passageiro digitar o número da linha. Atualmente, na capital, o acompanhamento já é possível em painéis eletrônicos instalados em alguns pontos de ônibus.

 

O acompanhamento faz parte do Sistema Integrado de Monitoramento (SIM), ferramenta que, por meio da tecnologia GPS, permite a localização automática dos ônibus municipais. O sistema aponta se o veículo sair da rota prevista ou ficar parado fora da garagem. Em caso de ocorrências como acidentes, assaltos e problemas mecânicos, o motorista, por meio do computador de bordo, gera um sinal de alerta para as centrais de controle que terão acesso a essa informação com mais rapidez.

 

Assista o video sobre como vai funcionar o sistema Fonte: G1

 

 

 

DNT - O Direito e as novas tecnologias







Link de hoje - 11/05/2008

 

Link de hoje (11/05/2008)

 

 

O Link vai ao ar todos os domingos, às 21h, na Rádio Eldorado

 

Link de hoje

 

Technorati Marcas: ,

 

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domingo, maio 11, 2008

IDG Now! - Blogs: 9 ferramentas e serviços essenciais para criar e sofisticar o seu

 

http://www.idgnow.com.br

Internet > Mídia Digital

 


Blogs: 9 ferramentas e serviços essenciais para criar e sofisticar o seu

(http://idgnow.uol.com.br/internet/2008/02/20/blogs-9-ferramentas-e-servicos-essenciais-para-voce-criar-e-sofisticar-o-seu)

Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!

Publicada em 20 de fevereiro de 2008 às 07h00

Atualizada em 20 de fevereiro de 2008 às 12h16


São Paulo - De ferramentas de publicação a serviços de medição de acesso, junto a licenças de conteúdo e sistemas de busca, confira sites essenciais.

 

ferramenta_blogueiro_88Não há mais espaços para estereótipos: a grande mídia vai ter de se adaptar a milhões de vozes que publicam conteúdo online, enquanto os blogueiros devem saber que não vão enterrar a mídia já estabelecida.


Nesta conjuração entre o novo e o tradicional, nada como entender as principais ferramentas e serviços disponíveis online para correr atrás de notícias, comentar assuntos aleatórios ou registrar o que acontece no seu cotidiano.


Tal qual os 13 serviços brasileiros indispensáveis para o usuário, o IDG Now! juntou nove nomes, entre ferramentas de blogs, ferramentas de medição e até mesmo métodos de licenciamento, que não devem ser ignorados na hora de montar seu próprio blog.
A lista é um bom apanhado para que usuários iniciantes tenham um direcionamento mínimo para escolherem a melhor plataforma de publicação, junto a serviços complementares para melhor gerenciamento e acréscimo de funções básicas no blog.


O resto é contigo. Confira a lista.


WordPress


É difícil apontar hoje uma ferramenta de blogs melhor que o Wordpress, criado pela pequena Automattic e responsável por roubar usuários e atenção do Blogger, do gigante Google.

 

Some uma plataforma em código aberto altamente customizável com uma biblioteca de temas e plug-ins gigantesca criada e organizada pela comunidade e um competidor há muito completamente estagnado e você tem uma migração em massa para o WordPress.


A facilidade de gerenciamento de textos, a riqueza de edição de posts, a facilidade com que plug-ins são instalados e o número de ferramentas ignoradas pelo Blogger (a nuvem de tags é a principal delas) fazem do WordPress o serviço realmente indispensável para quem pensa em começar um blog ou facilitar o gerenciamento do seu.

 

Ao adotar o WordPress, abra os olhos para dois plug-ins essenciais: o Akismet, já integrado ao serviço, que filtra comentários spams, e o WP-Cache, que ajuda a manter seu blog no ar no caso de avalanches de acesso.


Blogger


O Blogger montou sua dominação entre blogs num mercado praticamente abandonado por outras opções - de 1999 a 2003, a ferramenta de blogs da Pyra Labs, comprada pelo Google em 2003, reinou soberana.

 

Quando surgiu, é inegável que o Blogger fosse a ferramenta mais ampla e customizável em um mercado onde blogs ainda se restringiam a entusiastas que começavam a quebrar a visão do blog como diário virtual.


A compra do Google deu ao Blogger uma ótima interação com a plataforma de publicidade AdSense, assim como com vídeos do YouTube e Google Video - por mais que as obras do primeiro tenham também ótima interação com plataformas externas, como WordPress e LiveJournal.

 

A pressão do WordPress fez com que o Google voltasse a investir pesado na sua plataforma de blogs, o que vem diminuindo a superioridade técnica do concorrente.


Technorati


O que os milhões de blogueiros estão dizendo neste exato instante? O Technorati rastreia posts, vídeos e imagens publicadas na blogosfera para tentar indicar as direções de um sistema altamente dinâmico e nem um pouco previsível.

 

Ao indexar os posts e agregá-los conforme assuntos, o Technorati se transforma em uma espécie de janela da blogosfera, onde se descobre os assuntos em voga nos blogs.

 

O Technorati é também essencial para que você meça a popularidade pela melhor métrica online: o número de links que apontam para seu blog. Pelos critérios do Technorati, cada blog ganha uma Autoridade correspondente ao número de links provenientes de blogs diferentes nos últimos seis meses.


Google Analytics


Não só de links se faz uma medição de audiência de blogs. Entre as ferramentas que indicam como e quantas pessoas chegaram ao seu blog e quanto tempo elas navegaram visitantes, o Google Analytics dá um banho em qualquer concorrente.

 

Além de não sujar seu blog com propagandas indesejadas (cuidado com estes, como o WebStatus, por exemplo), o serviço, facilmente instalado em blogs hospedados em servidores próprios, demonstra visitantes, páginas vistas, localização, palavras chaves usadas em buscadores e referências, além de cruzar diferentes métricas e oferecer relatórios que podem ser baixados em planilhas.


BlogBlogs


Em poucas palavras, o BlogBlogs se baseia na funcionalidade do Technorati para mapear a blogosfera brasileira e indicar tantos os endereços mais populares como os assuntos em discussão no momento.


Mais que simplesmente indexar, porém, o BlogBlogs começa a tomar o caminho agregar muitos tipos de conteúdo a respeito de um mesmo tempo, mimetizando o que o TechMeme faz com a blogosfera norte-americana.

 

Ótimo exemplo da funcionalidade acompanhou jornalistas e blogueiros durante a Campus Party Brasil 2008, quando o LiveStream se tornou a principal fonte de informação do evento de internet realizado no prédio da Bienal.


FeedBurner


O que blogueiros experientes já sabem, mas é necessário que os iniciantes entendam é que restringir o próprio feed RSS em nome de alguns cliques no blog não passa de uma grande bobagem.

 

Com o feed liberado, é preciso confiar num serviço que dê mais que simplesmente o número de assinantes. É aí que entra o FeedBurner, ainda melhor depois que o Google o comprou em junho, liberando seus serviços Pro para todos os usuários.

 

Além de acompanhar a popularidade do seu feed pelo número de visitantes e plataforma usada pelos leitores, o FeedBurner indica os posts mais lidos, cria sistemas de entrega de posts por e-mail e integra campanhas de publicidade na reproduções de textos em RSS.


Sphere


Assim como você vai tecer suas considerações, acrescentar novidades ou apenas replicar notícias, saiba que são milhões de pessoas, blogueiros ou jornalistas profissionais, escrevendo e dando opiniões sobre o mesmo assunto.

 

O Sphere aposta nesta integração entre milhares de outros blogs com um ícone colocado no final de cada post que, clicado, traz uma relação de posts, notícias e reportagens sobre o mesmo assunto.


Ao invés de se perder pela overdose de conteúdo indexado pelo Technorati, o leitor consegue ter acesso a conteúdos similares, determinados pelo algoritmo do serviço, sem abrir uma nova aba do navegador.


Google Translate


Nem todos os leitores que chegarão ao seu blog falam português - algumas das buscas por nomes próprios em serviços como Google e Yahoo podem trazer usuários de outros países para seu blog.

 

Por que não oferecer uma ferramenta na coluna lateral que faça a tradução automática pelo Google Translate, melhor serviço do tipo na internet atualmente?

 

Integrado ao blog por um simples código, o gadget do Google Translate, formatado para português, faz a tradução apenas para o inglês. A partir do inglês, o serviço faz a tradução para até 13 línguas.


Creative Commons


Produzir conteúdo online, seja você um conglomerado de mídia ou um blogueiro iniciante, implica em possíveis citações e uso de conteúdo que passam por supostas regras de proteção aos direitos autorais.

 

Já ouviu falar do Creative Commons, não? Por mais que não seja um serviço, o entendimento do sistema de licenças é essencial para proteger os aspectos que você acha mais importantes no conteúdo que produz.

 

A terceira versão das licenças do Creative Commons traz seis variações, escolhidas pelo usuário conforme seu gosto, que vão desde a simples atribuição de trabalho à restrição de material derivado ao bloqueio da comercialização de conteúdos.

 


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