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quarta-feira, outubro 29, 2008

Agência Brasil - Agência Brasil recebe Prêmio Vladimir Herzog por produção multimídia - Internet

 
27 de Outubro de 2008 - 23h39 - Última modificação em 28 de Outubro de 2008 - 06h37


Agência Brasil recebe Prêmio Vladimir Herzog por produção multimídia

Da Agência Brasil


 
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Brasília - A Agência Brasil recebeu na noite de hoje (27), em São Paulo, o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog, na categoria Internet. A Agência Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), venceu o concurso com o webdocumentário interativo Nação Palmares.

O webdocumentário foi uma criação coletiva da Agência Brasil. Participaram da produção do trabalho os jornalistas André Deak, Juliana Nunes, Rodrigo Savazoni, Spensy Pimentel, André de Oliveira, Jefferson Pinheiro, Fausto José, Yasodara Cordova, Mario Marco, Robson Moura, Marcello Casal Jr., Valter Campanato, Wilson Dias e José Cruz.

O documentário traz reflexões sobre a questão quilombola no país, a partir da comunidade Linharinho, no norte do Espírito Santo. No ar desde outubro do ano passado, ele é uma experiência de hipermídia, já que permite ao leitor/espectador diversas formas de lidar com as reportagens em vídeo, áudio e texto. Para isso, foram necessários três meses de trabalho intenso dos coordenadores do projeto e da equipe.

A cerimônia do 30º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e do 4º Prêmio Vladimir Herzog de Novos Talentos do Jornalismo foi realizada no Teatro da Pontifícia Universidade Católica, em São Paulo.

Também foram premiados profissionais nas categorias Artes, Fotografia, TV Reportagem, Livro-Reportagem, Jornal, Revista, Rádio e TV Documentário,




 


Agência Brasil - Agência Brasil recebe Prêmio Vladimir Herzog por produção multimídia - Internet

 



 

 

 

 







Agência Brasil - Megaempresas assinam código de ética para garantir liderdade de expressão na internet - Internet

 
29 de Outubro de 2008 - 17h47 - Última modificação em 29 de Outubro de 2008 - 17h47


Megaempresas assinam código de ética para garantir liderdade de expressão na internet

Da Redação


 
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Brasília - Microsoft, Google e Yahoo divulgaram hoje (29) um código de conduta conjunto para oferecer proteção à liberdade de expressão na internet e garantir a privacidade de usuários contra a intromissão de governos no ambiente online, informa a BBC Brasil.

Intitulado Global Network Initiative, o código foi assinado depois de as empresas terem sofrido críticas por auxiliarem governos como o da China a censurarem conteúdos da internet.

Pelo acordo, as companhias vão limitar os dados que poderão enviar aos governos em questões que tratam da liberdade de expressão e privacidade dos usuários.

“Este é um primeiro passo importante”, avalia Mike Posner, da organização não-governamental (ONG) Human Rights First.

Posner afirmou que o acordo é o “reconhecimento por estas companhias, grupos de defesa dos direitos humanos e investidores de que deve haver uma responsabilidade coletiva sobre este problema crescente”.

“As empresas devem ser mais firmes em desafiar a interferência sem razão de alguns governos [na internet]”, disse Posner.

O documento afirma que a privacidade é “ um direito humano e uma garantia da dignidade humana” e diz que as empresas signatárias se comprometem a resistir a demandas por restrições na liberdade de expressão e na privacidade feitas por governos.

As empresas também se comprometem a avaliar o nível de liberdade de expressão em um país antes de fecharem acordos e de se certificarem de que seus funcionários e parceiros façam o mesmo.

“Estes princípios não serão uma solução definitiva para o problema, mas, o mais importante, é que eles fornecem mais transparência”, afirma Danny O'Brien, da Electronic Frontier Foudation.

“Nós nos juntamos a essa iniciativa porque sabemos que um grande número de grupos trabalhando juntos pode conseguir mais do que uma empresa agindo sozinha”, disse Andrew McLaughlin, diretor global de políticas públicas do Google.

O acordo ocorre  depois de anos de críticas e acusações de que muitas empresas – inclusive Google, Yahoo e Microsoft – concordaram em ajudar a desenvolver o que é conhecido como “O Grande Firewall da China”, um sistema de bloqueio de conteúdos de internet do governo chinês.

O Google foi acusado de cumprir exigências do governo chinês para filtrar pesquisas na internet e eliminar resultados em seu sistema de buscas sobre palavras como “democracia” e “Massacre da Praça da Paz Calestial”, por exemplo.

Já a Microsoft foi acusada de bloquear o blog de um famoso pesquisador de mídia chinês que publicou artigos contra a demissões no jornal Beijing News Daily.

Pesquisadores canadenses também afirmam que uma joint venture chinesa do serviço de ligações pela internet Skype monitorava as comunicações dos usuários.

Um jornalista chinês também foi condenado a dez anos de prisão depois que o Yahoo China forneceu suas informações pessoais ao governo.




 


Agência Brasil - Megaempresas assinam código de ética para garantir liderdade de expressão na internet - Internet

 



 

 

 

 







terça-feira, outubro 28, 2008

Agência Brasil - Agência Brasil recebe Prêmio Vladimir Herzog por produção multimídia - Internet

 
27 de Outubro de 2008 - 23h39 - Última modificação em 28 de Outubro de 2008 - 06h37


Agência Brasil recebe Prêmio Vladimir Herzog por produção multimídia

Da Agência Brasil


 
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Brasília - A Agência Brasil recebeu na noite de hoje (27), em São Paulo, o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog, na categoria Internet. A Agência Brasil, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), venceu o concurso com o webdocumentário interativo Nação Palmares.

O webdocumentário foi uma criação coletiva da Agência Brasil. Participaram da produção do trabalho os jornalistas André Deak, Juliana Nunes, Rodrigo Savazoni, Spensy Pimentel, André de Oliveira, Jefferson Pinheiro, Fausto José, Yasodara Cordova, Mario Marco, Robson Moura, Marcello Casal Jr., Valter Campanato, Wilson Dias e José Cruz.

O documentário traz reflexões sobre a questão quilombola no país, a partir da comunidade Linharinho, no norte do Espírito Santo. No ar desde outubro do ano passado, ele é uma experiência de hipermídia, já que permite ao leitor/espectador diversas formas de lidar com as reportagens em vídeo, áudio e texto. Para isso, foram necessários três meses de trabalho intenso dos coordenadores do projeto e da equipe.

A cerimônia do 30º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e do 4º Prêmio Vladimir Herzog de Novos Talentos do Jornalismo foi realizada no Teatro da Pontifícia Universidade Católica, em São Paulo.

Também foram premiados profissionais nas categorias Artes, Fotografia, TV Reportagem, Livro-Reportagem, Jornal, Revista, Rádio e TV Documentário,




 


Agência Brasil - Agência Brasil recebe Prêmio Vladimir Herzog por produção multimídia - Internet

 



 

 

 

 







sexta-feira, outubro 24, 2008

Agência Brasil - Usuário que copia música e livro da internet comete crime, diz associação - Internet

 
22 de Outubro de 2008 - 16h31 - Última modificação em 22 de Outubro de 2008 - 16h31


Usuário que copia música e livro da internet comete crime, diz associação

Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil

 
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São Paulo - O presidente da Associação Brasileira de Direito Autoral (ABDA), José Carlos Costa Netto, afirmou hoje (22) que o usuário doméstico comete o crime de violação do direito autoral quando baixa músicas e obras literárias da internet. Entretanto, como a lei é ampla e não determina punições a esse tipo de usuário, a idéia da associação é propor uma punição apenas para aqueles que obtêm lucro com a atividade.

“Para o usuário doméstico e consumidor final desse produto acreditamos que seria mais efetivo uma campanha educativa do que criminalização, embora tecnicamente ele esteja cometendo um ilícito, cometido às vezes sem a pessoa ter a dimensão do que está fazendo. Mas se ele entender que está prejudicando músicos, compositores, autores, cineastas e se conscientizar, vai acontecer como ocorre nos países mais intelectualizados em que a pirataria é muito baixa”, disse Costa Netto, que participou do 4º Congresso Internacional de Direito Autoral, na capital paulista.

De acordo com Costa Netto, o Brasil possui uma lei avançada e sintonizada com as convenções internacionais que protegem o direito autoral.

Segundo ele, a situação de sites que dão acesso gratuito a downloads de músicas é semelhante ao que ocorreu no passado quando o rádio começou a reproduzir as canções. “Os autores se reuniram e organizaram associações para regularizar essa parte de execução em rádios e depois veio a televisão. Na televisão aberta a emissora paga o direito de autor.”

O presidente da ABDA acredita que uma das formas de coibir o crime de violação do direito autoral pela internet é legalizar o download das músicas e dos filmes. Para ele, quem pagará esse custo, provavelmente, será o consumidor. “Pelo menos um valor pequeno, mas já está pagando alguma coisa. Pelo menos um valor razoável que não inviabilize o acesso. Assim essa passagem de ilicitude total para a regularização pode ser feita aos poucos.”

Outra solução possível é que o provedor que disponibiliza o conteúdo fique responsável pelo pagamento do direito autoral sem ônus para o consumidor, como acontece nas emissoras de televisão aberta, por exemplo.

O bancário Ricardo Osório diz que busca material na internet porque é mais prático e barato. Outra vantagem apontada por ele é a de conseguir encontrar músicas e filmes raros que dificilmente estão à disposição em mercados ou locadoras.

“A vantagem é que eu consigo um cd ou um filme e fica para mim. Eu ouço ou assisto quando quiser. Se fosse comprar tudo o que já baixei na internet teria gasto muito dinheiro. Eu economizo cerca de R$ 200 por mês. Não me sinto criminoso porque baixo para uso próprio já que não exibo sessões ou reproduzo e vendo o que tenho”, disse.

 



Agência Brasil - Usuário que copia música e livro da internet comete crime, diz associação - Internet

 



 

 

 

 







Agência Brasil - Ministério do Desenvolvimento lança programa de inclusão digital no meio rural - Internet

 
22 de Outubro de 2008 - 19h12 - Última modificação em 22 de Outubro de 2008 - 22h35


Ministério do Desenvolvimento lança programa de inclusão digital no meio rural

Da Agência Brasil


 
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Brasília - O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) lançou o Projeto Territórios Digitais na tarde de hoje (22), em Belém (PA). Com a iniciativa, o MDA pretende promover a inclusão digital no meio rural brasileiro. O lançamento foi feito por meio de uma webconferência, com a participação do ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, da governadora do Pará ,Ana Júlia Carepa, e de parceiros do projeto que estavam nas duas sedes das Casas Digitais do Pará.

O Projeto Territórios Digitais consiste na construção de espaços públicos e gratuitos com acesso a computadores e internet, as Casas Digitais. Até agora, segundo a coordenadora do projeto, Rossana Moura, foram construídas duas casas em Belém, ao custo de cerca de R$ 30 mil cada uma.

As Casas Digitais serão conectadas à internet por meio do Programa Governo Eletrônico Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), do Ministério das Comunicações. Cada casa será equipada com dez computadores, mobiliário, impressora, webcam e servidor, segundo o MDA.

As sedes devem ser instaladas em assentamentos, escolas agrícolas, comunidades tradicionais, sindicatos e Casas Familiares Rurais. Até o final deste ano, está previsto o funcionamento de outras 15 unidades. Para Ulisses Manaças, da coordenação nacional do MST do Pará, o programa é importante "porque a visa democratizar a informação” e precisa ser acelerado.

O programa começa no Pará devido à experiência do estado em projetos de inclusão digital, como o Navegapará. Segundo o ministro Guilherme Cassel, o projeto Territórios  Digitais se insere no Territórios da Cidadania, que é uma parceria dos governos federal estadual e municipal que visa ao desenvolvimento sustentável regional e à garantia de direitos sociais.






 


Agência Brasil - Ministério do Desenvolvimento lança programa de inclusão digital no meio rural - Internet

 



 

 

 

 







quarta-feira, outubro 22, 2008

Agência Brasil - Área rural no Pará ganha programa de inclusão digital - Internet

 
22 de Outubro de 2008 - 08h14 - Última modificação em 22 de Outubro de 2008 - 08h37


Área rural no Pará ganha programa de inclusão digital

Da Agência Brasil


 
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Brasília - O ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, lança hoje (22) em Belém (PA) o Projeto Territórios Digitais, criado para promover a inclusão digital no meio rural. Será às 15h por meio de webconferência. O ministro e a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, estarão na sede do governo.

Cassel e Carepa vão falar com parceiros do projeto que estarão nas duas primeiras casas digitais do Pará, instaladas no Projeto de Assentamento 17 de Abril, no município de Eldorado do Carajás, e na Comunidade das Pedras, no município de São Sebastião da Bela Vista.

O acesso à webconferência será por meio do site do Ministério do Desenvolvimento Agrário.


 



Agência Brasil - Área rural no Pará ganha programa de inclusão digital - Internet

 



 

 

 

 







terça-feira, outubro 21, 2008

Agência Brasil - Anatel aprova novas regras para o setor de telecomunicações - Internet

 
16 de Outubro de 2008 - 16h46 - Última modificação em 16 de Outubro de 2008 - 16h46


Anatel aprova novas regras para o setor de telecomunicações

Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Os conselheiros da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovaram hoje (16), por unanimidade, a proposta final do Plano Geral para Atualização da Regulamentação das Telecomunicações no Brasil (PGR), que estabelece novas regras para todo o setor. O tema está sendo debatido em uma sessão pública na sede da agência.

O PGR prevê ações a curto, médio e longo prazos para regulamentar o setor de telecomunicações, incluindo telefonia fixa, móvel, banda larga e TV por assinatura. Entre os objetivos da proposta estão a massificação do acesso a banda larga, a oferta de serviços a preços módicos em áreas rurais, e a expansão dos serviços de TV por assinatura para distribuição de conteúdos. 

De acordo com o presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, os objetivos do PGR são garantir níveis adequados de concorrência, o respeito aos direitos dos usuários e ampliar a oferta de serviços de comunicação, especialmente para a população de menor renda.

Também poderá ser votado hoje o Plano Geral de Outorgas (PGO), mas a Anatel ainda aguarda decisão da Justiça sobre uma liminar que proíbe a apreciação de alguns artigos da proposta. Sardenberg suspendeu a sessão pública até as 18h.

Tanto o PGR quanto o PGO foram debatidos em cinco audiências públicas em diversas capitais do país, que reuniram cerca de 400 pessoas. O texto aprovado pela Anatel ainda deve ser analisado pelo Ministério das Comunicações e, posteriormente, aprovado pelo Presidente da República.



 


Agência Brasil - Anatel aprova novas regras para o setor de telecomunicações - Internet

 



 

 

 

 







Agência Brasil - Agência Brasil ganha Prêmio Vladimir Herzog por webdocumentário interativo - Internet

 
16 de Outubro de 2008 - 20h21 - Última modificação em 16 de Outubro de 2008 - 20h31


Agência Brasil ganha Prêmio Vladimir Herzog por webdocumentário interativo

Morillo Carvalho
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - O webdocumentário interativo Nação Palmares, produzido por profissionais da Agência Brasil, foi anunciado hoje (16) como o vencedor da 30ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, na categoria Internet. Organizado de forma coletiva, o documentário traz reflexões sobre a questão quilombola no país - a partir da comunidade Linharinho, no norte do Espírito Santo.

No ar desde outubro do ano passado, o documentário é uma experiência de hipermídia, já que permite ao leitor/espectador diversas formas de lidar com as reportagens em vídeo, áudio e texto. Para isso, foram necessários três meses de trabalho intenso dos coordenadores do projeto e da equipe.

Para André Deak, então editor da agência e premiado nominal pela reportagem, a premiação deve ser compartilhada com todos.

“Esse é um prêmio de um trabalho realizado em equipe, não para uma pessoa só. É o reconhecimento de um trabalho realizado durante vários anos pela reestruturação de uma área multimídia, da interação com a televisão”, conta Deak.

O jornalista orgulha-se de ter participado da mudança do conceito de jornalismo na agência, que, na última gestão da Radiobrás (incorporada à Empresa Brasil de Comunicação em junho deste ano), passou a dar espaço à sociedade civil no noticiário.

“Foi o último trabalho que publiquei, na Agência Brasil, e ficamos muito felizes porque é um trabalho bem feito, de apuração complexa e resultado de uma briga pela 'deschapabranquização' [deixar de veicular apenas notícias sobre o governo e favoráveis a ele] do noticiário, que antes era muito mais estatal e passou a ser visto muito mais como público”, defende.

A idéia de realizar um documentário para a internet, com recursos de hipermídia - que permitam ao usuário, durante a exibição de um vídeo, clicar em ícones que remetam a outras informações -, surgiu com a formatação, meses antes, da reportagem Consumo Consciente, que já reunia alguns desses recursos. Em Nação Palmares, eles passaram a ser mais utilizados.

“Na internet, você tem uma frase e, de repente, você pode clicar em uma palavra e ela te permite chegar a um outro texto através de um link. Experimentamos isso num vídeo e criamos o hipervídeo”, diz.

“Tivemos a chance, como equipe, de fazer experiências que talvez só uma empresa pública proporcione. Você não está vinculado a questões como audiência, totalmente. Lógico que faz coisas para serem vistas, mas pode experimentar muito mais”, conclui.

Receberam menção honrosa, Lucio Lambranho, do Congresso em Foco (DF), com Vida e Morte Correntina; e Juliana de Melo Correia e Sá, do JC On Line (PE), com Violência Velada. Na categoria Jornal, Mário Magalhães e Joel Silva, da Folha de S.Paulo, sucursal do Rio, ganharam com Os anti-heróis, o submundo da cana.

O jornalista tem um blog na internet, no qual apresenta um making of do Nação Palmares, da concepção à finalização. Para ler o texto, clique aqui.

Participaram da elaboração do webdocumentário os seguintes profissionais: André Deak, Danielle Pereira, Juliana Cézar Nunes, Mário Marco, Rodrigo Savazoni, Spensy Pimentel e Yasodara Córdova.

Em 2006, a Agência Brasil recebeu menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog pelo trabalho da jornalista Thais Brianezi, que relatou a saga pela criação de duas reservas extrativistas no interior da Amazônia. No mesmo ano, o repórter Paulo Machado foi o vencedor do Prêmio Caixa de Jornalismo Social com a reportagem A Ameaça do Agrotóxico.

Este ano, a Agência Brasil foi finalista do mesmo prêmio com a reportagem Terra Dividida, do jornalista Marco Antônio Soalheiro. O material detalha os conflitos na Terra Indígena Raposa Serra do Sol (RR).
 

 



Agência Brasil - Agência Brasil ganha Prêmio Vladimir Herzog por webdocumentário interativo - Internet

 



 

 

 

 







Agência Brasil - TSE alerta usuários sobre e-mail falso - Internet

 
17 de Outubro de 2008 - 11h10 - Última modificação em 17 de Outubro de 2008 - 11h11


TSE alerta usuários sobre e-mail falso

Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

 
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Brasília - Com a proximidade do segundo turno, no dia 26, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez hoje (17) um alerta sobre a circulação de um novo e-mail falso em nome da Corte.

De acordo com o tribunal, foi identificado hoje um novo comunicado falso ao internauta que uma suposta ausência como mesário teria gerado o cancelamento de seu título de eleitor. A mensagem pede o preenchimento de formulário para encaminhamento à Justiça Eleitoral.

O tribunal reforça que não envia e-mails a eleitores, nem autoriza nenhuma outra instituição a encaminhar informações em seu nome. O TSE recomenda ainda que essas mensagens devem ser apagadas, pois podem conter vírus que comprometem  o computador.



 


Agência Brasil - TSE alerta usuários sobre e-mail falso - Internet