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sábado, julho 31, 2010

PSL-Brasil - Para entidade que defende direito de estúdios e gravadoras, prática do download atrapalha mercado - Software Livre

Para entidade que defende direito de estúdios e gravadoras, prática do download atrapalha mercado July 28, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet
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Fanáticos por seriados estrangeiros — entre eles, os famosos Lost, Heroes e C.S.I. — fazem de tudo para ter em mãos a próxima temporada. Na busca pelo último capítulo, aventuram-se em sites de distribuição dos episódios, baixam o conteúdo, as legendas e dividem tudo com outros internautas brasileiros.

Essa cooperação toda, no entanto, é motivo de polêmica entre, de um lado, os defensores do direito autoral; e, do outro, os militantes da internet como espaço de compartilhamento de arquivos. Mas a ânsia para acessar em casa os mais recentes lançamentos pode acabar gerando problemas para os usuários.


No Brasil, a lei que regula o assunto é a mesma que busca proteger o direito autoral em outras instâncias. “Essa proteção independe da mídia utilizada, ela visa resguardar a obra como um todo”, esclarece Luiz Henrique de Souza, especialista em direito digital e autoral da PPP Advogados. O crime está previsto no artigo nº 184 do Código Penal Brasileiro e existe mesmo que não haja lucro na distribuição do conteúdo.

Há duas semanas, um casal que administrava o site Brazil Series foi preso e enquadrado por violação de direito autoral. No caso da dupla, que exibia banners publicitários na página, havia o objetivo de ganhar dinheiro com a ferramenta. Se condenados, podem pegar de dois a quatro anos de cadeia.

A prisão do casal ocorreu após denúncia da Associação Antipirataria de Cinema e Música (APCM), entidade que monitora o conteúdo ilegal distribuído na rede. O gerente jurídico e operacional da APCM, Edner Bastos, afirma que esse tipo de prática foi responsável pelo fechamento de 5 mil videolocadoras nos últimos anos e pela extinção de mais de 20 mil postos de trabalho. “O Brasil perde milhões em impostos e a população sofre em todas as áreas. Além disso, perde a indústria do cinema e da música e toda a cadeia produtiva derivada dessa indústria — o artista, os produtores e os próprios consumidores, que terão menos lançamentos”, diz Edner.

Mesmo com essa realidade, especialistas da área afirmam que há um conflito entre a demanda dos consumidores e o que a indústria de cinema e música pode oferecer. “As séries são feitas para gerar expectativa e fidelidade no telespectador. Mas as empresas não estão preparadas para entregar esse conteúdo na velocidade necessária. É natural, então, que a pessoa vá procurar as novas temporadas em sites dos Estados Unidos, por exemplo”, observa o advogado Luiz Henrique de Souza.

O roteirista Octávio Mendes, 28 anos, é um dos consumidores vorazes que defende a flexibilização da lei brasileira. “Gosto das séries House, Entourage, Hung e vejo tudo pela internet, praticamente ao mesmo tempo que o pessoal dos Estados Unidos. Os episódios chegam ao Brasil muito depois de serem lançados por lá e já estão dasatualizados”, conta o jovem. O analista de sistemas Frederico Rodrigues Vale, 24 anos, acredita que a legislação deveria proibir apenas a revenda do conteúdo disponível na rede. “Se eu baixo um filme ou uma música é porque alguém, na ponta dessa linha, comprou o DVD ou o CD, ou seja, está divulgando o trabalho dos produtores”, afirma Frederico.

Briga

Para Luiz Henrique de Souza, o mercado precisa se adaptar às novidades da tecnologia. “As novas gerações não estão mais interessadas em pagar por esse material e, muitas vezes, estão dispostas a consumi-lo até em menor qualidade, desde que mais rapidamente”, observa o especialista. Assim, os usuários mais assíduos das ferramentas de download e compartilhamento acabam fazendo da web um canal para a divulgação de produtos culturais. Frederico Vale, por exemplo, costuma baixar de dois a três filmes por semana em seu computador. “É isso que vai definir se eu vou ao cinema ou não, se vou comprar o DVD original mais tarde. Sempre acabo adquirindo filmes nacionais”, afirma o rapaz.

Octávio Mendes concorda com Frederico. “As emissoras não deixam de ganhar dinheiro com a internet. Pelo contrário. Vendem bonés, camisetas e uma série de produtos com a marca de determinada série. Todo mundo acaba comprando as coisas de que realmente gosta”, diz Octávio. O professor Sérgio Amadeu, da Universidade Federal do ABC Paulista, afirma que a rede é hoje a melhor forma de divulgar CDs, livros e filmes. “A internet não destrói a indústria. O problema é que o modelo de negócio não está acompanhando as práticas sociais e tecnológicas do nosso tempo”, aponta.

Sérgio, que é especialista em cybercultura, abordou o assunto(1) no 11º Fórum Internacional do Software Livre, que terminou este fim de semana em Porto Alegre. O professor explica que as características da rede permitem a cópia e o compartilhamento de conteúdos sem desgaste no material original. “Nós conseguimos aumentar a velocidade dos processadores e da banda. Fizemos com que tudo — vídeo, som e imagem — possa ser acessado de uma única máquina. Agora olhamos para o mundo e dizemos: ‘Não copiem’. Isso é uma esquizofrenia”, critica.

1 - Para todos

O professor Sérgio Amadeu falou sobre o compartilhamento P2P (pair to pair, na sigla em inglês). Isso ocorre, por exemplo, quando o usuário compra um CD e compartilha as músicas com seus amigos na internet. A prática é defendida pelos militantes do software livre, mas considerada pirataria no Brasil.

O professor Sérgio Amadeu, da Universidade Federal do ABC Paulista, é especialista em cybercultura e militante do software livre. Participou do 11º Fórum Mundial do Software Livre, que terminou no último fim de semana em Porto Alegre. Sérgio falou ao Correio sobre a condenação de hábitos inerentes à rede mundial de computadores. Leia:

O senhor falou em Porto Alegre sobre P2P. O que é isso?
P2P significa pair to pair, de par para par. É quando, por exemplo, uma pessoa compra um CD, coloca as músicas no computador e as distribui para sua rede de amigos. Isso é considerado pirataria. O termo pirataria é antigo, daquela época em que um navio encostava no outro para roubar suas mercadorias. Pirataria é coisa de bandido. Na era da economia da informação, a gente trabalha com metáforas interessantes como essa, só que são exageradas.

Exageradas por que?
Isso hoje é uma disputa de interpretação. O que é a rede digital? É um sistema que permite a cópia sem a destruição e o desgaste do material orginal. Tudo é transformado em bits, em "zeros e uns". A rede usa o computador, uma máquina que processa a copia instruções. A base de toda a rede é a cópia de instruções, de dígitos. Aí nós aumentamos a velocidade dos processadores e da banda larga. Fizemos com que tudo — vídeo, som e imagem — fosse ser acessado de uma única máquina. Agora olhamos para o mundo e dizemos: não copiem. Isso é uma esquizofrenia.

Qual o problema na sua opinião?
O modelo de negócio deveria acompanhar as prátícas sociais e tecnológicas do nosso tempo. Nos anos 1970, eu tinha um aparelho três em um, que era rádio, vinil e fita cassete. A gente copiava do vinil para a fita, do rádio para a fita e não houve ninguém dizendo que isso era pirataria. Hoje é a mesma coisa. Existem exageros e tentativas de anular o que a rede permite, que é o compartilhamento de arquivos.

Mas isso não acaba prejudicando a indústria do cinema e da música?
Isso não destroi a indústria, pelo contrário. A rede é o melhor jeito de divulgar os livros, filmes. O grupo O Teatro Mágico, por exemplo, tem músicas de sete, oito minutos de duração. Como isso não toca na rádio, eles permitem a cópia das músicas direto do site e isso é o que divulga o trabalho deles. Eu acho que os conservadores querem enquadrar o mundo de hoje em uma lógica da era analógica. As empresas tem que se adaptar. As bandas e os produtores também. Tudo que as pessoas estão querendo evitar vai contra a natureza técnica da internet.
Por Carolina Vicentin

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PSL-Brasil - Consegi terá computadores operando com versão do novo Ubuntu - Software Livre

Consegi terá computadores operando com versão do novo UbuntuJuly 29, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet
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A necessidade de acompanhamento das inovações tecnológicas e de manutenção de programas a expirar levou o Serpro a elaborar uma nova distribuição do Ubuntu, que será apresentada no Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico - Consegi 2010 que acontece de 18 a 20 de agosto, nas instalações da Esaf, em Brasília.

A nova versão, baseada no sistema 10.4 , apresenta novidades no sistema de arquivos (ext4), gerenciador de boot (grub2), gerenciador de login (gdm2), gerenciador de janelas (gnome 2.30), e kernel (2.6.32). Para o usuário, serão oferecidas modificações nos aplicativos baseadas em sugestões de pessoas com experiência nos sistemas anteriores.

Customização
Outra inovação dessa versão do Ubuntu10.4 é a possibilidade de instalação de aplicativos, pré-homologados, direcionados a diferentes perfis de usuário. O sistema, com drivers novos, também vai permitir um melhor reconhecimento de dispositivos. As exigências de hardware são as mesmas do Ubuntu 8.04.

Solidariedade
“Ubuntu” é um modo de vida tradicional, um conceito ético da comunidade Bantu, no sudeste da África. A expressão, que se refere a solidariedade, compartilhamento e comunidade (como explica Nelson Mandela), foi naturalmente adotada pela comunidade de software livre.

Consegi 2010
O Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico - Consegi 2010 acontece de 18 a 20 de agosto, nas instalações da Esaf, em Brasília. O Consegi chega à sua terceira edição, como um importante evento de governo para a discussão do software livre e neste ano terá como foco o debate sobre serviços em nuvem. As inscrições são gratuitas. Confira a programação do evento e inscreva-se.

Comunicação CISL - 29 de julho de 2010

Fonte Portal Software Livre


PSL-Brasil - Consegi terá computadores operando com versão do novo Ubuntu - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Dez razões que levam empresas a trocar o Windows pelo Linux - Software Livre

Dez razões que levam empresas a trocar o Windows pelo LinuxJuly 29, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet
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O fim do suporte a versões antigas do sistema da Microsoft pode ser uma boa oportunidade para considerar a migração para um sistema gratuito.

Agora que a Microsoft parou de oferecer suporte para versões mais antigas do Windows, muitas empresas têm analisado alternativas ao sistema operacional. Isso passa tanto por buscar atualizações quanto alternativas, como o Linux.

Muitas empresas têm descoberto que o Linux, que um dia já foi um sistema operacional de “nicho”, fornece os componentes e os serviços necessários. Não à toa, o software livre continua a ampliar sua penetração nos maiores data centers do mundo e em centenas de milhares de desktops individuais, bem como domina quase 100% da indústria de serviços para a nuvem.

A seguir, acompanhe dez razões pelas quais algumas empresas têm trocado o Windows pelo Linux:

1::Suporte comercial
No passado, as empresas usavam a ausência de suporte comercial como a principal razão para agarrarem-se ao Windows. As três grandes provedoras de Linux comercial – Red Hat, Novell e Canonical – puseram esse medo a nocaute. Cada uma dessas empresas oferece suporte 24x7x365 (24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano) para suas aplicações de missão crítica e serviços de negócio.

2::Suporte a .NET
As empresas que padronizaram seu desenvolvimento com tecnologia Microsoft, especificamente com sua tecnologia web .NET, podem confiar no Linux para obter suporte às mesmas aplicações .NET. A Novell é a dona e apoia o projeto Mono, que oferece compatibilidade com .NET. Um dos objetivos do projeto Mono é oferecer às empresas a capacidade de escolha e de resistir à imposição de um único fornecedor.

Além disso, o projeto Mono oferece plugins Visual Studio para que os desenvolvedores .NET possam transferir facilmente aplicações .NET baseadas em Windows sem mudar suas ferramentas de desenvolvimento familiares. Por que a Novell e outras empresas iriam querer criar um ambiente .NET para Linux? Para a estabilidade real de aplicações .NET, o Linux é uma escolha melhor que o Windows.

3::Disponibilidade online
A estabilidade do Linux oferece aos donos de empresas a paz de espírito de que suas aplicações não sofrerão panes muito longas causadas por instabilidade do sistema operacional. O Linux oferece os mesmos níveis de disponibilidade (geralmente medidos em anos) que seus primos Unix. Esta estabilidade significa que o Linux pode suportar as exigências de serviços “99,999% disponíveis”.

Reboots após cada correção de software, Service Packs e alterações de drivers fazem do Windows uma escolha instável e não confiável para aqueles que precisam suporte ininterrupto para suas aplicações e serviços críticos.

4::Segurança
Nenhum sistema operacional é 100% seguro - e o Linux não é exceção. Mas o Linux oferece segurança excelente a seus usuários. Das atualizações regulares do kernel a uma lista quase diária de atualizações de segurança, os mantenedores do código mantêm os sistemas Linux bastante seguros. Os donos de empresas que se apoiam em sistemas Linux com suporte comercial terão acesso a todas as correções de segurança disponíveis. Com Linux, você tem uma comunidade mundial de provedores de correções de segurança, e não uma única empresa com código fonte fechado. Você está completamente dependente da resposta de uma só empresa para lhe fornecer correções de segurança quando usa Windows.

5::Aproveitamento de habilidades
Uma barreira à adoção do Linux foi a ideia que ele não é tanto como o Unix, e por conta disso os administradores deste último não poderiam usar com sucesso seus conhecimentos ao fazer a mudança para o Linux. O layout do sistema de arquivos do Linux parece como qualquer outra versão comercial do Unix. O Linux também usa um conjunto padrão de comandos Unix. Há alguns comandos Linux que não se aplicam ao Unix, mas isso também ocorre entre as diversas versões do Unix.

Os administradores Windows podem descobrir que o uso de um teclado em vez de um mouse é uma parte difícil da transição, mas uma vez que eles descubram o poder da linha de comando, eles nunca mais irão querer dar cliques. Não se preocupe com aqueles que não largam uma interface gráfica: o Linux tem diversos gerenciadores de desktops para escolher – e não apenas um.

6::Hardware de mercado
Os empresários vão gostar do fato de que seus sistemas “ultrapassados” ainda rodarão Linux – e bem. Felizmente para quem adota o Linux, não há aquela loucura de atualização de hardware que segue toda nova versão do software recém-lançado. O Linux roda em x86 com arquiteturas de 32 e 64 bits. Se seu sistema roda Windows, ele rodará Linux.

7::Linux é grátis
Você pode ter ouvido que o Linux é grátis (free, em inglês). O Linux não custa nada, e também é livre no sentido que também é livre de patentes e de outras restrições que impediriam empreendedores mais criativos de editar e melhorar o código fonte. Essa habilidade de inovar com Linux tem ajudado a criar empresas como a Google, que aproveitaram essa oportunidade e a converteram em grandes negócios. O Linux é grátis e livre, no sentido de liberdade.

8::Comunidade mundial
O Linux tem o apoio de uma comunidade global de desenvolvedores que contribuem com o código fonte, atualizações de segurança e melhorias no sistema. Esta comunidade ativa também fornece às empresas o suporte gratuito por meio de fóruns e sites. Esta comunidade dispersa pelo mundo dá paz de espírito aos usuários de Linux, porque não há um ponto único de falha nem uma fonte única para suporte e desenvolvimento Linux.

9::Linux Foundation
A Linux Foundation é um coletivo corporativo de patrocinadores Platinum (Fujitsu, Hitachi, HP, IBM, Intel, NEC, Novell e Oracle) e membros que, por meio de doações e contribuições associativas, patrocinam Linus Torvalds e outros que trabalham em tempo integral no Linux. Seu propósito é “promover, proteger e padronizar o Linux para abastecer seu crescimento pelo mundo”. É a fonte primária para todas as coisas Linux. A Linux Foundation é uma grande adição aos usuários e entusiastas do Linux porque sua existência assegura o desenvolvimento contínuo do sistema.

10::Atualizações regulares
Você está cansado de esperar por um Service Pack do Windows a cada 18 meses? Cansado das dificuldades de atualizar seus sistemas Windows de tempos em tempos porque não há uma rota clara de upgrade? O Ubuntu Linux oferece versões novas e melhoradas a cada seis meses e versões de suporte de longo prazo a cada dois anos. Toda distribuição Linux oferece atualizações regulares de seus pacotes e fontes diversas vezes por ano e atualizações de segurança sempre que necessárias. Você pode deixar qualquer angústia de upgrade para sua cópia oficial licenciada do Windows porque é fácil atualizar o Linux e migrar de uma versão para outra, mais nova. A melhor parte: o Linux não exige reboot.

Por PC World/EUA

Fonte Computerworld


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PSL-Brasil - Já estão abertas as inscrições para o Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico - Consegi 2010 - Software Livre

Já estão abertas as inscrições para o Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico - Consegi 2010July 29, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet
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O Congresso Internacional Software Livre e Governo Eletrônico - Consegi 2010 será realizado no período de 18 a 20 de agosto, em Brasília, nas instalações da Esaf. As inscrições já estão abertas e são gratuitas. Inscreva-se!

Entre os palestrantes já confirmados estão Michael Tiemann (Red Hat), Sergio Amadeu, Alexandre Oliva (FSF), Constantino Vásquez (Open Nebula), Bruno Sousa (Javaman), Nagarjuna G (FSF India), Jinesh Varia (Amazon), Karin Breitman (PUC) e Jomar Silva (ODF Alliance). Confira a programação completa.

Além das palestras, o evento oferece mais de 60 Oficinas técnicas focadas em softwares livres e na temática da Computação em Nuvem. Joomla, Plone, Moodle, Blender, Ardour e muitos outros serão objetos de estudo nas Oficinas Consegi. Garanta já a sua vaga, as inscrições para as Oficinas já estão disponíveis.

Neste ano, o Consegi oferece uma interessante grade de eventos simultâneos. A novidade são os Espaços para desconferências (open spaces), onde os participantes poderão apresentar palestras relâmpago e debater em mesas redonda assuntos relacionados a Software Livre e Computação em Nuvem. Outros eventos como o Encontro de Comunidades, Encontro de Empreendedores, Install Fest e o Cloud Camp também integram essa programação.

Acompanhe as novidades no twitter e colabore com a divulgação do Consegi 2010.

Atenciosamente,

Paulo Fernando Pastore
Programa Serpro de Software Livre
Coordenação Estratégica de Tecnologia
Tel: +55-61-2021-7293


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PSL-Brasil - Novell apresenta Jos Poortvliet como novo Gerente para comunidade openSUSE! - Software Livre

Novell apresenta Jos Poortvliet como novo Gerente para comunidade openSUSE!July 29, 2010, by Carlos Ribeiro - No comments yet
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Um novo Gerente para a comunidade openSUSE!

Como parte da estratégia da Novell para o projeto openSUSE, a empresa com sede em Provo, Utah apresenta à comunidade o novo Gerente da Comunidade openSUSE, Jos Poortvliet, sendo que ele iniciará suas atividades no próximo dia 01 de agosto.

 

Jos Poortvliet, apesar de "pressionado" por parte da comunidade devido ao excelente trabalho feito pelo antecessor dele, o Gerente de Comunidade openSUSE Joe 'Zonker' Brockmeier, Jos sente-se extremamente confortável e preparado para a posição que lhe foi atribuida.

The opportunity to become part of the international openSUSE community is very exciting. There are a great number of interesting developments going on in the free software world, and openSUSE plays a major role in many of them,” said Poortvliet. “I look forward to working with the community to help future growth while finding new directions and ways of nurturing and delivering the openSUSE project's innovative technologies to users and developers around the world.” - Jos Poortvliet

"A oportunidade de me tornar parte da comunidade internacional do openSUSE é muito excitante. Há um grande número de interessantes projetos acontecendo no mundo do software livre, e openSUSE desempenha um papel importante em muitos deles ", disse Poortvliet. "Estou ansioso para trabalhar com a comunidade e ajudar em um futuro crescimento, ao mesmo tempo que procuramos formas de estimular e oferecer inovadoras tecnologias do projeto openSUSE para usuários e desenvolvedores ao redor do mundo."

Jos, pode ser considerado mais do que um promissor gerente para a madura e respeitada comunidade do openSUSE, pois ao longo de sua trajetória acadêmica e profissional, vem enfrentando e superando desafios com excelente capacidade de liderança, obtendo ótimos resultados dentro e fora do ecosistema de software livre. Trabalhou como Project Manager pela KPN, Service Level Manger no Royal Bank of Scotland além de trabalhar também como moderador em forums do Mandrivaclub, integrante do KDE promo team e líder do grupo de marketing do KDE.

 

Para saber mais a respeito do Jos Poortvliet e sua nova comunidade:

http://nowwhatthe.blogspot.com

http://www.novell.com/pt-br/BR/news/press/novell-announces-appointment-of-jos-poortvliet-as-opensuse-community-manager


PSL-Brasil - Novell apresenta Jos Poortvliet como novo Gerente para comunidade openSUSE! - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Sistema de e-ISS livre lançado no Portal do Software Público - Software Livre

Sistema de e-ISS livre lançado no Portal do Software PúblicoJuly 29, 2010, by Vitorio Furusho - No comments yet
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A empresa Portal Público desenvolvedora de software para prefeituras, lançou nesta última sexta-feira, 23 de julho, a primeira versão do sistema e-ISS totalmente desenvolvida com software livre, no XI Fórum Internacional de Software Livre (FISL), na cidade de Porto Alegre. O lançamento ocorreu em parceria com a Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação (SLTI) do Ministério do Planejamento, que disponibilizou a solução no Portal do Software Público Brasileiro [www.softwarepublico.gov.br].

A solução é um sistema de declarações mensais de serviços, via Internet, para gestão de processos e atividades envolvendo o ISS/ISSQN, cujo objetivo é a melhora do controle, atividade e agilidade fiscal da Prefeitura sobre o imposto mencionado, além do fato da modernização com a informatização do processo. Com isso, a empresa Portal Público é pioneira em disponibilizar um software livre que atenda as Prefeituras do Brasil nesta modalidade fiscal.

Para os cadastrados no Portal SPB para aderir à comunidade basta acessar o endereço:

www.softwarepublico.gov.br/ver-comunidade?community_id=22297303

A empresa Portal Público, diante da tendência mundial que são os softwares livres, percebe que este modelo de licença deve ser cada vez mais aplicado em toda a esfera das administrações públicas, tendo como um dos objetivos, diminuir custos e agilizar o processo de tecnologia. "Dentro deste enfoque a Portal Público, desenvolvedora de sistemas dedicados no auxilio aos órgãos públicos, vem aliar-se à iniciativa pioneira do governo brasileiro, através do software público? Comenta Joel de Oliveira Nunes, diretor Presidente da empresa.

Caso queira divulgar para sua rede passe o link da matéria

www.softwarepublico.gov.br/news-item12


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PSL-Brasil - Depoimento de usuário BrOffice.org surpreende a comunidade - Software Livre

Depoimento de usuário BrOffice.org surpreende a comunidadeJuly 29, 2010, by Vitorio Furusho - No comments yet
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Leandro Ferreira e Gustavo Pacheco

A gratidão de um usuário por algo tão natural para quem se envolve com software livre – compartilhar conhecimento – surpreendeu a comunidade BrOffice.org durante o fisl11. Entre tantas pessoas que visitaram o estande, chamou atenção o entusiasmo de Leandro Padilha Ferreira. Usuário do aplicativo, Leandro encontrou no grupo explicações para esclarecer dúvidas e seu agradecimento veio em forma de artigo publicado no seu blog.

O Conselheiro e sócio fundador da OSCIP BrOffice.org Gustavo Pacheco, que foi quem ajudou Leandro a esclarecer uma dúvida no Calc, declara: “auxiliar os usuários que nos visitam, em especial num evento da dimensão do fisl, sempre foi nosso compromisso. Os comentários positivos do Leandro são mérito de toda a comunidade BrOffice.org".

O autor destaca e se sensibiliza com a postura colaborativa que encontrou na comunidade. Para ler o texto “Software Livre não é só código – compartilhar é uma postura” na íntegra, acesse: http://androle.wordpress.com/2010/07/22/softwarelivre-nao-e-so-codigo

* fonte: BrOffice.org


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PSL-Brasil - A prefeitura de Silva Jardim - RJ já economizou R$ 250 mil com o BrOffice.org - Software Livre

A prefeitura de Silva Jardim - RJ já economizou R$ 250 mil com o BrOffice.orgJuly 29, 2010, by Vitorio Furusho - No comments yet
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Olivier Hallot palestra em Silva Jardim

A utilização do pacote de aplicativos BrOffice.org, desde 2003, já rendeu à prefeitura de Silva Jardim uma economia de, aproximadamente, R$ 250 mil. Atualmente, mais de 300 máquinas usam o software, que dispensa o pagamento de licenças para a sua utilização. Na tarde desta terça-feira (27), funcionários da prefeitura tiveram oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o programa.

Para falar do assunto, foi convidado o diretor financeiro voluntário e membro do conselho deliberativo da BrOffice.org – Projeto Brasil e líder do time de tradução do software para o português do Brasil, Olivier Hallot.

Durante o encontro, Hallot falou sobre as funcionalidades do BrOffice.org e a indústria de oportunidades que surgem com a aplicação do software. “Para o usuário, a facilidade vem através do custo e a possibilidade de desenvolver suas atividades profissionais”, explicou, lembrando que para as empresas, há a iniciativa de desenvolver ambientes de negócios com esta tecnologia.

Outra vantagem destacada pelo palestrante é em relação ao suporte técnico que é mais acessível. “Além dos formatos de arquivos que são excelentes para montar acervos, devido a sua padronização”, enumerou.

Hallot lembrou ainda que parte da tecnologia é desenvolvida no Brasil. O sucesso do programa tem arrastado diversas empresas, grande parte delas públicas, a migrarem para o BrOffice.org . “Grandes empresas têm adotado por questões financeiras. Numa empresa com até mil computadores a economia com a licença chega a 80%”, compara.

Além do fator financeiro, a utilização do BrOffice.org proporciona para a prefeitura uma independência plena em relação ao formato aberto de arquivos (ODF) padrão definido pelo governo federal.

Presentes ao evento, os secretários de Governo, Vera Brito, Trabalho, Habitação e Promoção Social, Márcia Xavier, Planejamento, Ronaldo Pone e a secretária Especial dos Direitos das Mulheres e das Minorias, Jaqueline Alexandra Rocha Viana. O encontro contou também com participação de funcionários da prefeitura de Resende e de Tanguá, que vieram conhecer mais sobre o programa que será implantado nesses municípios.

Fonte: Comunicação Prefeitura Silva Jardim
Autor: Ludmila Azevedo
Foto: Diego Campos

* fonte: www.BrOffice.org


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PSL-Brasil - Desenvolvido pela Celepar, portal do governo está entre os primeiros do ranking nacional sobre transparência pública - Software Livre

Desenvolvido pela Celepar, portal do governo está entre os primeiros do ranking nacional sobre transparência públicaJuly 29, 2010, by Vitorio Furusho - No comments yet
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Portal do Governo: amplo acesso às informações sobre gastos públicos.
Criado pela Associação Contas Abertas, organização não governamental que fiscaliza o poder público, o ranking nacional sobre transparência pública aponta o sítio do Governo do Paraná na internet em quinto lugar, atrás apenas das páginas dos governos federal, de São Paulo, de Pernambuco e do Rio Grande do Sul. Numa escala de 0 a 10, o sítio do governo paranaense recebeu 6,07 de nota e ficou acima da média nacional em todos os quesitos. A divulgação dos cargos e salários dos servidores públicos do Paraná na internet foi o ítem mais elogiado pelo comitê responsável pela elaboração do ranking. “É uma iniciativa única até agora e que deveria ser seguida pelos demais estados”, destacou o secretário-geral da ONG Contas Abertas, Gil Castello Branco.

Os portais foram avaliados pelos critérios de conteúdo (60% da nota geral), série histórica e atualização (7%) e usabilidade (33%). Os parâmetros de análise foram definidos por um comitê da ONG Contas Públicas formado por professores, técnicos e jornalistas,

Para o presidente da Companhia de Informática do Paraná (Celepar), José Antonio de Castro, a estatal responsável pelo desenvolvimento do sítio do governo e do conjunto de páginas que integram o sistema Transparência Pública do Paraná, o resultado estimula a empresa a continuar aperfeiçoando as ferramentas que possibilitam o acesso da sociedade às contas governamentais. Castro diz que o objetivo é a evolução das ferramentas do sítio para facilitar o acesso da população às informações.

A gerente de Serviços de Comunicação Multimídia da Celepar, Christianne Steil, disse que o fato dos dados estarem divididos entre espaços mantidos por diferentes secretarias e órgãos públicos é normal, já que são elas que alimentam os bancos de dados. “Todavia, quando o cidadão acessa o endereço www.transparencia.pr.gov.br ele encontra os links para as as principais páginas de prestação de contas sobre os gastos do governo”, explicou Steil. Além dos 24 ítens estaduais tem também 19 links para portais federais.

Nas diversas páginas do Transparência Pública estão à disposição da sociedade todas as informações sobre gastos e investimentos do Governo do Paraná, entre elas a relação dos servidores ativos, cargos comissionados, direção, assessoramento e gerências; compras; gestão do dinheiro público; balanço geral; orçamento do Estado; situação das obras públicas; licitações e compras, além das leis de diretrizes e do orçamento estadual, de responsabilidade fiscal e planos plurianuais.

As ferramentas de transparência no sítio do governo paranaense existem desde 2004, ou seja, bem antes de entrar em vigor a Lei Complementar 131, a chamada Lei Nacional da Trans­­parência.

* fonte: Celepar

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PSL-Brasil - Desenvolvedores do Expresso se reúnem no FISL 11 para discutir melhorias do sistema - Software Livre

Desenvolvedores do Expresso se reúnem no FISL 11 para discutir melhorias do sistemaJuly 29, 2010, by Vitorio Furusho - No comments yet
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Foto: Pedro Vieira/Celepar

Integrantes da Comunidade Expresso participam de forma organizada do Fórum Internacional de Software Livre (Fisl 11) em Porto Alegre

A suíte de comunicação Expresso, desenvolvida de forma pioneira pela Companhia de Informática do Paraná (Celepar), ganha cada vez mais adeptos em todo o País. A evolução da ferramenta conta atualmente com a colaboração de quase uma centena de comunidades de usuários e desenvolvedores. Representantes delas se reuniram no Fórum Internacional de Software Livre (FISL 11), em Porto Alegre, na semana passada.

O Expresso reúne numa só ferramenta correio eletrônico, catálogo, agenda, gerenciador de fluxo de trabalho e mensageiro instantâneo. Desde 2003, é usada oficialmente pelo Governo do Paraná, que distribuiu mais de 131 mil contas a servidores públicos. O governo federal e vários estados brasileiros também usam o Expresso.

Um dos coordenadores do projeto é o analista Nilton Bührer, da Celepar. Ele explica que encontros como esse discutem melhorias, diretrizes e novas implementações no Expresso. Na Celepar, uma das novidades é a integração do sistema de telefonia IP ao Expresso. “A troca de experiências e as discussões do grupo de desenvolvedores tem proporcionado inúmeros avanços, que vão do leiaute à implementação de novas funcionalidades”, disse Bührer.

Além da Celepar, que hospeda e administra o Expresso, a ferramenta é mantida por empresas como Serviço Federal de Processamento de dados (Serpro), Itaipu Binacional, Empresa de Processamento de Dados da Bahia (Prodeb) e Dataprev.


Foto: Pedro Vieira/Celepar
Corinto Mefe, coordenador do portal Software Público Brasileiro, do Ministério do Planejamento, no estande da Celepar no Fisl 11.

COOPERAÇÃO — Diretores de empresas e órgãos parceiros visitaram o estande da Celepar no FISL 11 para ratificar compromissos de atuação conjunta. O coordenador do projeto Software Público Brasileiro, Corinto Meffe, do Ministério do Planejamento, destacou a importância da Celepar para a consolidação dos programs de código aberto no País e colocou à disposição da empresa as soluções hospedadas no portal.

Entre elas, estão aplicativos que visam auxiliar administrações municipais em várias áreas, e a a ferramenta Ases, que permite avaliar, simular e corrigir a acessibilidade de páginas, sítios e portais, voltada a desenvolvedores e editores de conteúdo.

O presidente do Serpro, Marcos Mazoni e o diretor de Operações do órgão, Nivaldo Cunha,lembraram que a Celepar tem uma identidade muito forte com o software livre. “O desempenho da empresa na implementação de grandes projetos, como o Paraná Digital e as soluções para o Detran, mostram que a política de software livre se mostrou viável no Estado”, afirmou Cunha. Ele e Mazoni são ex-diretores da Celepar.

O Serpro mantém parcerias com a Celepar em vários projetos, como no desenvolvimento do Expresso e na plataforma de desenvolvimento de sistemas Demoiselle.

O Fisl 11 encerra-se neste sábado (24), no Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.

* fonte: Celepar


PSL-Brasil - Desenvolvedores do Expresso se reúnem no FISL 11 para discutir melhorias do sistema - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - A Internet das Coisas na Latinoware 2010 - Software Livre

A Internet das Coisas na Latinoware 2010July 29, 2010, by Vitorio Furusho - No comments yet
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Geoffroy Simon, da Bélgica, é co-fundador da Getyoo, uma rede social que expande as conexões virtuais para conexões reais, implementando a ideia que ele mesmo chama de Internet das Coisas. Esta será a primeira vez de Geoffroy no Brasil e, enquanto prepara sua viagem, a equipe da Latinoware o entrevistou para mostrar um pouco sobre o que será a palestra de Geoffroy em nosso evento.

Latinoware: Temos a impressão que a rede social Getyoo estava em sua mente já há algum tempo, mas, antes de iniciá-la, você decidiu fazer um mestrado em empreendedorismo. Isto parece mostrar que você acredita que uma educação formal é chave para o sucesso. Você pode elaborar um pouco mais sobre este assunto?

Geoffroy Simon: Sobre a educação formal, eu diria Sim e Não. Eu realmente acredito que a educação é chave para o sucesso, mas para ser um empreendedor há algo mais importante do que ter feito bons estudos: é estar motivado.

Há centenas de maneiras de se tornar inteligente ou qualificado. Algumas pessoas são realmente boas em matemática, outras são realmente boas em relações sociais. No final, é apenas uma questão de motivação. Uma das maiores marcas do mundo diz: "Just Do It!" (Apenas Faça!). Algumas pessoas estão altamente qualificadas para fazer grandes pesquisas, mas incapazes de fazer delas um negócio.

Pessoalmente, eu não era lá essas coisas na escola. Eu era hiperativo e, assim, sentar em uma cadeira todo o dia ouvindo o professor não era a minha maneira preferida de construir algo. Larguei meus estudos de Ciências Políticas por isto. Algumas pessoas são realmente boas em especializar-se, outras não são tão qualificadas, mas têm a habilidade de entender rapidamente as coisas, imaginar conceitos. Errar é a melhor maneira de aprender. Mas, no final, você precisa definitivamente questionar a si mesmo e analisar o que você fez. Não importa qual o trabalho que você deseja, se você o fizer com paixão você terá sucesso.

Finalmente, fazer alguns cursos para aprender o que você ama e o que você quer fazer é a melhor maneira de trazer a sorte para o seu lado. A educação pode ser chave para o sucesso mesmo para as pessoas autodidatas.

Minhas dicas para a educação:

1. Ame a diferença
2. Seja generoso
3. Ouça as mulheres

LW: A Getyoo se baseia em Clickeys para conectar a rede social virtual com a rede social física de seres vivos. Você pode nos explicar o que é o Clickey e como ele também tem um papel na economia de recursos naturais?

GS: O Clickey é uma ferramenta inovativa para dar fim aos catálogos e cartões de visita impressos trocados em feiras, eventos, conferências. A rede Getyoo evita o desperdício de papel e salva as árvores ao permitir a digitalização de todos os documentos em papel. As pessoas podem obter a informação digital simplesmente clicando em objetos, posters ou adesivos com o Clickey. O mesmo dispositivo também permite que as pessoas se conectem entre si em uma rede online e troquem seus dados de contato.

Este minúsculo dispositivo USB permite a transmissão e recepção de informação através da tecnologia NFC. Os Clickeys são uma ferramenta conveniente para o "networking", permitindo o compartilhamento de cartões de visitas digitais ou perfis no mundo real. Eles também podem ler "tags", pequenos chips RFID que podem ser colocados em objetos a fim de fornecer informações relacionadas a eles. As "tags" são hiperlinks da vida real ao conteúdo digital, como um vídeo, um documento em PDF, um website ou qualquer tipo de conteúdo disponível na web. Ao conectar o Clickey a um computador você recupera toda a informação e os contatos selecionados.

Ele economiza dinheiro gasto na impressão para o exibidor e é uma boa solução para os visitantes do evento, que evitam carregar toneladas de brochuras e folhetos.

LW: Vocês da Getyoo falam muito sobre a Internet das Coisas. Isto lembra textos de ficção cyberpunk, especialmente o Mister Boy, do James Patrick Kelly, onde, em determinado momento, as pessoas não são mais capazes de distinguir o que é real do que não é. Você não pensa que nós podemos estar nos tornando muito virtuais?

GS: De forma alguma! Nós realmente pensamos que a Internet das Coisas marca uma mudança na tecnologia, da interação baseada em telas em direção à interação física com o mundo ao nosso redor. Nós pensamos estar na direção de algo muito mais humano, real e intuitivo.

A web está se movendo em direção a um número enorme de telas minúsculas. A Internet das Coisas pode, ao contrário, aumentar a consciência do ambiente físico e social, com mais realizações e menos "tempo de tela".

Vemos mais e mais projetos tentando encontrar maneiras de conectar o físico ao digital. O uso de objetos físicos e gestos para controlar interações é muito mais intuitivo e próximo da forma como usamos nossos corpos para interagir com o mundo em geral. Nós pensamos que interfaces tangíveis, que usem nossos sentidos e nosso corpo para a interação, irão nos levar de volta a fazer algo mais humano e próximo ao mundo, ao invés de escaparmos para um mundo virtual abstrato.

LW: Você sabe que a Latinoware é um evento de Código Aberto bastante tradicional. O que a Getyoo tem a ver com o Código Aberto?

GS: A Getyoo foi desenvolvida integralmente com softwares de código aberto. Estamos usando o Zend Framework, um sistema de gestão de base de dados objeto-relacional e também o PostgreSQL, por exemplo. Nossa plataforma permite a pessoas encontrar outras pessoas que conheceram fisicamente na rede social online da qual fazem parte. Nós somos também uma comunidade aberta, permitindo o compartilhamento de mídia que você obtém online, no mundo real ou em outras redes.

A Getyoo é totalmente aberta a participação e todos podem manifestar suas opiniões, comentários e críticas clicando na ferramenta de feedback que implementamos em nosso portal (Get Satisfaction). Nós estamos sempre ouvindo ideias e compartilhando as nossas, tanto online quanto no mundo real. Nós amamos o espírito comunitário e frequentemente participamos de eventos como a Latinoware para compartilhar ideias e colaborar com outros. Nós temos sido sempre transparentes a respeito da tecnologia que estamos usando, a forma como trabalhamos e como fazemos o nosso desenvolvimento.

Nós seguimos as especificações de comunicação em área próxima (Near Field Communications) desenvolvidas pelo NFC Forum, que é uma organização que desenvolve padrões que garantem a interoperabilidade entre dispositivos e serviços. Assim, nossas "tags" serão compatíveis com qualquer telefone móvel que entre no mercado com um leitor NFC. Nós também estamos trabalhando em uma aplicação para smartphones para as pessoas que já possuam um, assim elas não precisarão de um Clickey para conectar aos objetos físicos. Desta forma, nós vamos permitir a todos usarem nossos serviços gratuitamente, sem a necessidade de possuir um Clickey.

*  fonte:  Latinoware 2010

 


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PSL-Brasil - Igor Novikov apresentará, na Latinoware 2010, alternativa livre ao Corel Draw - Software Livre

Igor Novikov apresentará, na Latinoware 2010, alternativa livre ao Corel DrawJuly 29, 2010, by Vitorio Furusho - No comments yet
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Igor Novikov, líder do projeto sK1 (sk1project.org), confirmou presença na Latinoware 2010. Ele falará sobre o estado da arte na edição de imagens vetoriais com o software livre, especialmente na pré-produção de material gráfico, um mercado hoje dominado por softwares proprietários, como o Adobe Illustrator e o Corel Draw.

O sK1 é um editor de imagens vetoriais capaz de abrir arquivos gerados pelo Corel Draw ou pelo Adobe Illustrator e trabalhar nativamente com eles. Além disso, o sK1 trabalha com o padrão de composição de cores CMYK, essencial para a comunicação com gráficas que possuem equipamentos e softwares que trabalham exclusivamente com este padrão. No desenvolvimento do sK1, Igor e sua equipe preocuparam-se em fazer com que tudo o que desenvolviam pudesse também ser usado por outros membros da comunidade.

"Desenvolvemos, como base para o sK1, uma interface de linha de comando e interface programática, chamada UniConvertor, que hoje permite a softwares livres, como o Inkscape e o Scribus, importarem arquivos gerados pelo Corel e pelo Adobe Illustrator", diz Igor.

Enquanto prepara a sua vinda da Ucrânia para o Brasil e trabalha na árvore de desenvolvimento que dará origem à versão 1.0 do sK1, a ser anunciada na Latinoware, Igor deu uma breve entrevista à equipe da organização da Latinoware:

LW: Quando o sK1 foi oficialmente anunciado?
IN: O sK1 foi apresentado ao público pela primeira vez em 2007, por ocasião da Libre Graphics Meeting, que aconteceu em Montreal, no Canadá. O sK1 deriva do projeto sketch, que começou em 2003, depois virou o projeto skencil e, por volta de 2006, foi abandonado. Nós precisávamos de um software que nos permitisse trabalhar com gráficos gerados pelo Corel e, assim, assumimos o desenvolvimento.

LW: O sK1 está perto de competir diretamente com o Adobe Illustrator e o Corel Draw?
IN: Esta é uma questão complexa e interessante. É claro que o projeto vem sendo desenvolvido como um competidor em código aberto para o Adobe Illustrator e o Corel Draw. Mas o preprocessamento de imagens é heterogêneo e consiste de uma variedade grande de métodos de impressão. Para alguns destes métodos, o sK1 está pronto para o uso. Para outros, não, ainda que o desenvolvimento esteja caminhando rapidamente. Nós entendemos que as forças em uma equipe pequena não podem fazer o trabalho que foi criado por um time enorme da Adobe ou da Corel. Por isto estamos desenvolvendo um projeto que seja compatível com as aplicações da Corel e da Adobe. Nós tentamos fazer com que o sK1 seja familiar, em termos de ferramentas, para os desenhistas, mas não
copiamos interfaces proprietárias. Em outras palavras, lutamos para fazer uma aplicação que permita que os que leram livros como "Corel para Iniciantes" a usem de maneira fácil.

LW: Agora que o Inkscape também abre arquivos do Corel e do Adobe, quais são as principais diferenças entre o sK1 e o Inkscape?
IN: É importante salientar que o Inkscape e outros programas livres apenas abrem arquivos do Corel e outros porque usam o UniConvertor que é, em resumo, o sK1 sem a sua interface gráfica. Assim, o Inkscape pode abrir estes arquivos porque o sK1 também os abre. As diferenças principais entre o sK1 e o Inkscape estão em sua aplicação principal. O Inkscape é um editor SVG, destinado a gráficos para a web, não para a impressão, como o sK1. Por estar preso à especificação SVG o Inkscape acaba sofrendo algumas limitações não do produto, mas da própria especificação. A aplicação primária do sK1 é permitir a impressão de desenhos vetoriais no formato PDF, usando funções avançadas de impressão. Desta forma, o sK1 e o Inkscape não competem entre si. Além disto, o formato ao suporte SVG é uma prioridade alta em nossa aplicação justamente para prover uma boa comunicação entre o sK1 e o Inkscape.

* fonte: Latinoware 2010


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PSL-Brasil - Oracle Desativa Servidores de Teste PostgreSQL - Software Livre

Oracle Desativa Servidores de Teste PostgreSQLJuly 30, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet
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A Oracle aprontando mais uma em sua aparentemente guerra contra o software livre, e a estabilização de um monopólio de serviços pagos. De acordo com um relatório, a companhia desativou sem aviso prévio alguns servidores que a Sun Microsystems havia oferecido para a construção de uma farm para o projeto PostgreSQL.

Parece não haver dúvidas dessa ser uma tática de mercado da Oracle, contra seu concorrente de código aberto. A própria Comissão Européia, a mesma responsável pela aprovação da aquisição da Sun Microsystems pela Oracle, descreve claramente o PostgreSQL como "uma força competitiva no mercado".

A farm que foi parcialmente desativada, era formada por vários sistemas rodando Linux, Unix, Windows e outros sistemas operacionais. Ela estava programada para efetuar o download automático, sempre do último código-fonte lançado pelo projeto PostgreSQL.

A seguir, o sistema compilava e executava testes com o banco de dados. Ao final do processo, relatórios eram gerados e enviados de volta para os desenvolvedores, que poderiam analisar de forma rápida a existência de problemas na execução do PostgreSQL com algum sistema operacional em particular.

Para ser mais específico, e lembrar um pouco os fatos, a Sun havia fornecido três servidores para que o projeto PostgreSQL pudesse testar seu banco de dados no sistema operacional Solaris. E foram justamente esses servidores que a Oracle "puxou a tomada" no início de julho deste ano de 2010, sem nenhum aviso prévio para os desenvolvedores do PostgreSQL.

Agora, para continuar testando e mantendo o suporte ao Solaris (agora chamado de oracle Solaris), o projeto está a procura de novos servidores para continuar seu desenvolvimento.

Atualmente, parece que estamos vivenciando uma atitude bastante predatória por parte da Oracle para o mercado de código aberto. Essa foi apenas mais uma das inúmeras atitudes por parte do monopólio em "destruir" sua concorrência de Software Livre.

E para piorar as coisas, muitos ainda acreditam que a Oracle poderá continuar seus ataques até que não reste mais nenhum projeto de código aberto da finada Sun. Inclusive, há rumores de que o próprio Java poderá ser a próxima bola da vez.

Pelo visto, a Oracle está mostrando de forma bastante clara, os perigos de grandes fusões e o conseqüente surgimento de monopólios poderosos no mercado. Com a criação de monopólios, diminui-se a concorrência, e com isso9, a empresa "vitoriosa" pratica mercado da maneira que bem lhe entender (i. é, que dê mais lucro para ela).

O que mais espanta nessa história é ver que a Comissão Européia deixou que essa fusão ocorresse (a fusão da Sun Microsystems com a Oracle). Será que a comitiva não percebeu o quão prejudicial para o mercado seria uma possível atitude predatória contra o código aberto? Ou realmente eles não vêem o código aberto como mercado?

E quanto ao PostgreSQL, a equipe não deve ficar chateada com a perda desses servidores. Muito pelo contrário! Eles deveriam avaliar a situação como um verdadeiro reconhecimento da Oracle quanto ao seu concorrente, o PostgreSQL.

Quanto a parte da farm perdida, outras empresas, ou mesmo doações de usuários, poderão oferecer melhores condições de teste e análise para o banco de dados do projeto. Isso se for realmente de interesse do projeto PostgreSQL continuar dando suporte para o Solaris. E não vejam isso como uma represália do elefante. O problema ainda pode estar do outro lado, caso a Oracle resolva dificultar ainda mais o desenvolvimento de suporte a sua plataforma pelos desenvolvedores do PostgreSQL.

Aparentemente a Oracle planeja utilizar o Solaris com exclusividade para o Oracle, o que com certeza dificultaria a implementação e o suporte de qualquer projeto de bancos de dados concorrentes (seja ele de código aberto ou não).

A Oracle poderia até estar "no seu direito" de desligar os servidores, já que correspondem a parte integrante de sua mais recente aquisição. Mas o potencial perigo de atitudes predatórias como essa (aliada a "falta de educação" de não comunicar previamente o desligamento dos mesmos) culminam em um alerta para todo o mercado (que possui cada vez mais participação do código aberto).

O que está acontecendo aqui e agora é mais um alerta para toda a Comunidade SL/CA (Software Livre e de Código Aberto). Mantenham os seus projetos livres, sempre. E em vez de fazer concorrência com outros projetos de código aberto, façam parcerias de desenvolvimento. Unam-se! E profissionalizem o desenvolvimento de seus projetos.

Se com os recentes "avanços" da Oracle, a guerra deixou de ser fria, contra-ataquem. Não tem nada pior para uma empresa que comercializa código proprietário, do que ver código aberto igual ou melhor que o deles, sendo utilizado de forma gratuita (sendo redundante).

Fonte Under Linux.Org


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PSL-Brasil - Mozilla Atualiza Firefox Home e Firefox Sync - Software Livre

Mozilla Atualiza Firefox Home e Firefox SyncJuly 30, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet
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A Mozilla [2] recentemente anunciou o lançamento das atualizações de manutenção de sua aplicação Firefox Home iPhone, e de seu add-on Firefox Sync, esse último conhecido pelo seu nome de Weave. De acordo com Ragavan Srinivasan, funcionário da Mozilla, as alterações para o Firefox Sync e Firefox Home estão relacionadas aos três principais problemas já relatados pelos usuários nos comentários da App Store da Apple, além dos feedbacks obtidos nos fóruns da Mozilla.


Mas nem só de resolução de problemas vem essas novas atualizações. A versão 1.0.1 do Firefrox Home para iPhone vem embarcada com um novo botão de ajuda na página de login, com dicas de troubleshooting e várias melhorias de performace, além da inclusão do suporte para nomes de usuários com letas em caixa alta (maiúsculas). Para maiores detalhes sobre as atualizações veja o post [3] no Blog da Mozilla.


Saiba Mais:

[1] Heise Online: http://www.h-online.com/open/news/it...c-1048332.html
[2] Mozilla: http://www.mozilla.com/
[3] Post no Blog da Mozilla sobre as atualizações: http://blog.mozilla.com/blog/2010/07...-firefox-home/

Fonte Under Linux.Org


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PSL-Brasil - Censo tenta determinar de onde vem as contribuições para o Gnome - Software Livre

Censo tenta determinar de onde vem as contribuições para o GnomeJuly 30, 2010, by Luis Henrique Silveira - No comments yet
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O desenvolvedor do GNOME, Dave Neary, publicou os destaques de seu trabalho para determinar de onde vem as contribuições para o GNOME. Este "Censo" é uma combinação de mineração de dados e pesquisas que dá uma ideia da atividade do GNOME e o perfil de um contribuidor para o GNOME. O objetivo foi responder três perguntas em particular: Como se parece a comunidade de desenvolvedores? Que empresas estão investindo no GNOME e como? Como se parece o ecossistema comercial em torno do projeto GNOME?

Há algumas revelações genuinamente esclarecedoras a partir do censo. Por exemplo, ainda que o GNOME seja um projeto "voluntário" e 70% dos desenvolvedores se identifiquem como voluntários, 70% dos commits são feitos por desenvolvedores pagos. Voluntários independentes ainda representam o bloco maior de desenvolvedores, mas como o funcionário da Red Hat, Greg DeKoenigsberg, faz questão de apontar, os desenvolvedores da Red Hat são responsáveis por 16% do código contribuído, a maior contribuição comercial e muito maior que a Canonical (com 1%). Muitos dos principais desenvolvedores comerciais são de empresas de consultoria que dependem do GNOME.

O censo faz uma interessante análise sobre a contribuição aos módulos individuais, vendo quais são primariamente mantidos por voluntários, quais recebem colaborações de empresas competidoras, quais são em sua maioria mantidos por uma entidade comercial.

Confira os gráficos e detalhes: http://blogs.gnome.org/bolsh/2010/07/28/gnome-census/
Fonte: http://www.osnews.com/story/23615/GNOME_Census


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