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sexta-feira, setembro 30, 2011

PSL-Brasil - Kristinn Hrafnsson : Porta-voz do WikiLeaks confirma presença no Encontro Mundial de Blogueiros em Foz do Iguaçu - Software Livre

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O 1º Encontro Mundial de Blogueiros Progressistas já começará em grande estilo, com nomes importantíssimos da blogosfera mundial. A primeira mesa de debate “O papel das novas mídias” começa às 9 horas de sexta-feira (28) de outubro. Contará com a presença de Ignácio Ramonet, Kristinn Hrafnsson e Dênis de Morais, será mediada pela representante da Agência Pública, Natalia Vianna e pela blogueira gaúcha Tatiane Pires.

Kristinn Hrafnsson – é jornalista islandês, seu primeiro contato com o WikiLeaks foi em 2009 quando ele fez uma reportagem sobre a falência do sistema financeiro da Islândia. Em 2010 não teve seu contrato renovado com a TV estatal islandesa e foi contratado pelo site de vazamento de dados. Desde então é o braço direito de Julian Assange e porta-voz do portal pelo mundo.A primeira colaboração de Hrafnsson com o Wikileaks depois de contratado foi traçar a melhor estratégia de divulgação do vídeo “Assassinato Colateral”, que mostra dois soldados americanos atirando em civis no Iraque. Nesta ação morreram dois jornalistas da agência Reuters. A principal função de Hrafnsson no site é filtrar os materiais recebidos e pensar a melhor forma de divulgação, sem deixar de lado a segurança das fontes.

WikiLeaks – a organização sem fins lucrativos surgiu em 2006 com sede na Suécia, país de origem do editor, Julian Assange. A principal característica do site são as matérias sobre assuntos sensíveis elaboradas à base de informações de fontes anônimas, documentos, fotos e dados confidenciais que vazam de governos ou grandes corporações. Já em 2007 o site tinha 1,2 milhão de documentos publicados.

Em fevereiro deste ano o WikiLeaks foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz pelo parlamentar norueguês Snorre Valen. Ele afirmou que o site é “uma das contribuições mais importantes para a liberdade de expressão e transparência. Ao divulgar informações sobre corrupção, violações dos direitos humanos e crimes de guerra, o WikiLeaks é um candidato natural ao Prêmio Nobel da Paz”.

1º Encontro Mundial de Blogueiros – o evento acontece entre os dias 27 e 29 de outubro em Foz do Iguaçu no Cine Barrageiro do Parque Tecnológico Itaipu. É organizado pelo Centro de Estudo de Mídias Alternativas Barão de Itararé e Altercon, patrocinado pela Itaipu Binacional, recebe apoio da Loumar Turismo e tem como portal oficial em Foz do Iguaçu o Clickfoz. As inscrições devem ser feitas pelo site, o valor é de R$100 e R$50 para estudantes. Mais informações no Blogueiros do Mundo.

Fonte: Portal de Notícias de Foz do Iguaçu | Clickfoz


PSL-Brasil - Kristinn Hrafnsson : Porta-voz do WikiLeaks confirma presença no Encontro Mundial de Blogueiros em Foz do Iguaçu - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - DrupalCamp Foz 2011 - Software Livre

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Entre os dias 19 e 21 de outubro – como parte da programação da VIII Latinoware - será realizada a DrupalCamp Foz 2011, uma miniconferência organizada pela comunidade latino-americana deste poderoso framework PHP de código-livre. O principal convidado do evento paralelo é nada menos que Dries Buytaert, o criador do Drupal, que pela primeira vez vem ao Brasil.
    
Direcionada tanto para iniciantes como especialistas, a DrupalCamp é uma oportunidade para os desenvolvedores conhecerem as novas tendências da web e terem contato direto com o que está sendo planejado para o futuro do Drupal. O conteúdo das palestras irá abordar assuntos atuais como o uso da tecnologia em dispositivos móveis, redes sociais, comércio eletrônico e educação a distância.
    
Além de Dries, importantes membros da comunidade Drupal na América Latina e no Brasil já confirmaram presença no evento como Nick Vidal, autor do ISS (Instant Syndicating Standards) e Fernando Garcia, que foi um dos organizadores do primeiro Drupal Summit Latino, realizado em Lima, no Peru.
    
Para participar da DrupalCamp, basta se inscrever na Latinoware 2011. Para participar como palestrante, os interessados devem enviar a sua palestra até o dia 23 de setembro. Mais informações podem ser obtidas pelo site: http://foz2011.drupal-latino.org
     
Veja mais: confira também a entrevista que Dries concedeu especialmente para a Latinoware: www.latinoware.org/pt-br/node/92


PSL-Brasil - DrupalCamp Foz 2011 - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - LibreOffice e Apache OpenOffice.org - Software Livre

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Não sou dos que compartilham o entusiasmo com a criação do projeto OpenOffice.org pela fundação Apache. Algumas coisas não batem.

Como sabem, sou membro do Steering Commitee da The Document Foundation e por ser atuante no trabalho feito dentro da TDF, a cessão do código levantou muitos questionamentos que não vi esclarecidos na enxurrada de e-mails e discussões que encheram minha caixa de entrada. Conhecendo o concorrente comum e quase monopólio no mercado, dividir esforços nessa hora não me pareceu adequado.

[olivier_hallot_07062010_964x1036.jpg]

Não vou contestar o direito da Oracle em ceder o código, marca etc... a quem quer que seja, mas convenhamos, a The Document Foundation era uma candidata a receber o código com muito mais naturalidade do que a Apache Foundation, isso pelo ponto de vista da comunidade de usuários e desenvolvedores e até pelo momento especial. Mas entendendo que a Oracle e a IBM são empresas que participam da “concorrência colaborativa” ou “colaboração concorrencial”, é natural entender que as duas empresas tem acordos comerciais confidenciais de intercambio ou tréguas sobre patentes, trocas de tecnologias e de oportunidades de mercado que as colocam tanto em oposição aqui quanto em colaboração ali. Isso explica o ferrenho empenho da IBM em apoiar o gesto da Oracle, além do óbvio que é utilizar o código do OpenOffice no Lotus Symphony, que lembremos, não é um produto com lista de preços.

Agora que o Apache OpenOffice está em incubação, não me compete mais discussão sobre a decisão. Em alguns aspectos é até positivo que seja incubado. Veremos o resultados da incubação. Mas ficam algumas questões em aberto que a comunidade em geral deve ponderar.

A primeira que vejo e das diferença de licenças. Em resumo, a TDF estipula para o LibreOffice a licença LGPLv3 + MPL (Mozilla Public License) e a Apache Foundation estipula para o OpenOffice a licença Apache V2. As duas são livres mas a Apache V2 permite que qualquer empresa empacote o software desenvolvido em um produto proprietário e faça dele a melhor comercialização que desejar. Já a licença do LibreOffice não permite fechar o código, e ele sempre será eternamente livre. Fica a pergunta aos contribuintes de código se se sentem bem em ter seu trabalho voluntário alavancando ganhos das empresas como IBM que, possivelmente não tem qualquer obrigação em retribuir para a comunidade os desenvolvimentos feitos em regime fechado.

Depois temos de considerar que, segundo a enxurrada de e-mails, a diferença de licenças permite ao projeto LibreOffice absorver qualquer desenvolvimento do Apache OpenOffice. No sentido inverso, isso não será possível visto que qualquer pedaço de código do LibreOffice não poderá ser relicenciado pela licença Apache V2 e não poderá ser incorporado ao OpenOffice.

As discussões também abordaram a linha de tempo. Ressalto que o afluxo de novos desenvolvedores ao LibreOffice permitiu uma enorme faxina no código do LO, notadamente na modernização de muitas partes do código que vinham de priscas eras, algumas com comentários em alemão que foram devidamente traduzidas e refatoradas. Os desenvolvedores do LibreOffice listaram uma coleção de “easy hacks” que atraiu grande contingente de novos colaboradores e com resultados notáveis na melhora de desempenho e de funcionalidades. Infelizmente este trabalho terá de ser refeito pela AF caso ela opte pela mesma linha de tarefas de faxina. Talvez eles publiquem uma lista de “easy hacks” similar.

Sobre a mesma linha de tempo, o LibreOffice já incorporou todas as novidades do antigo projeto OpenOffice na versão 3.4. O código cedido para a Apache Foundation ainda deverá ser incubado e não há previsão de lançamento da próxima versão. Fala-se de seis a doze meses de incubação para depois ser aprovado para release. Não sei dos detalhes de uma incubação, mas esse atraso acontecer, irá forçar ainda mais a separação dos produtos, resultando em dois softwares cada vez mais diferentes, pelo menos por dentro. Fica a pergunta sobre qual dos dois dará mais vantagens ao usuário, pressupondo que cada nova versão é melhor que a anterior, com bugs resolvidos.

Sobre a Apache Foundation desenvolver um “kernel” do OpenOffice, pergunto aos meus botões sobre a utilidade de um kernel sem as devidas aplicações e polimentos. Qual seria então o produto gerado pela Apache Foundation e o que faria um usuário com aquilo? Claro que essa situação cai como uma luva para qualquer empresa que queira fechar o “kernel-OOo” agregando penduricalhos para que seja vendável.

Fato é que, a meu ver, o ato de ceder o OpenOffice.org à fundação Apache e com sua licença Apache V2, junto com a estratégia do “kernel” irá levantar a barreira de entrada ao mundo OpenOffice.org, por criar um segmento de mercado de suites Office concentrado em empresas de grande porte como IBM ou outras capazes “produtizar” o software, ao que a licença do LibreOffice, por ser inapropriável, criará um segmento pulverizado e capilar de empresas de menor porte e indivíduos a fazerem negócios mundo afora, em com um produto já pronto pra uso e fácil interação com o desenvolvimento. Tudo dependerá do produto Apache OpenOffice.org e seu formato final. Mas a conclusão será: ou é mais da mesma coisa, ou haverá concentração de mercado do lado do Apache.

Essa concentração foi a pedra de toque da separação da comunidade do projeto OpenOffice.org, reagrupada no projeto LibreOffice. Na visão da The Document Foundation, o LibreOffice deve ser “vendor-neutral”, não privilegiando qualquer empresa ou ator na definição da condução do desenvolvimento e da fundação.

Mas minha ansiedade me atiça mais questionamentos: Senão vejamos, em que o modelo de negócios ao redor do Apache Ooo difere do modelo usado no StarOffice e no Oracle Open Office? Não tratavam do mesmo “kernel” com penduricalhos anexados? Eram as fontes e clip-arts extras? O suporte ao Adabas D? ou o suporte comercial da empresa ao usuário? Por que a Oracle não conseguiu sustentar o desenvolvimento próprio do Oracle Open Office e optou por se desfazer dele? Em que as empresas de software que fecharão o código e venderão o OpenOffice.org farão de melhor que a SUN ou a Oracle?. A resposta pode não estar em repetir o modelo e no usuário final, mas com certeza estará nas “enabling technologies” que serão embutidas nos produtos de empresas como IBM, invisíveis aos usuários finais. Um Apache Cloud seria uma possibilidade.

Resta-nos avaliar a evolução dos acontecimentos ao redor do tema da comunidade. Neste particular sabemos que qualquer software fechado ou aberto, depende de sua base instalada. Uma base instalada grande é sinônimo de sucesso e gerador de oportunidades de negócios dos mais diversos. Também foi muito debatido o tema da familiaridade da Apache Foundation com uma tecnologia destinada ao usuário final como uma suite office e sua adequação ao tratamento deste mesmo usuário. A linha de software da Apache sempre foi para os sysadmins. Mas como sou um indivíduo que não aposta na incompetência dos outros (as vezes me surpreendo desagradavelmente), devo considerar que haverá uma estrutura para gerar e gerenciar uma comunidade, qualquer que seja seu tamanho. A ver então, vis-a-vis do tema da concentração do mercado.

Dito isso, concluo ressaltando que a The Document Foundation já incorporou seu Engineering Steering Committee (comitê diretor de engenharia) e recentemente anunciou seu Advisory Board (comitê consultivo), que como anunciado, inclui a participação da SUSE, RedHat, Canonical, Google e Novell. Não é nada, não é nada, quem sabe isso é uma indicação de que pelo menos, o mundo Linux já fez uma escolha?

* fonte: blog de Oliver Hallot


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PSL-Brasil - Blender Pro 2011 - Software Livre

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Os preparativos para a Blender Pro 2011 já estão a todo vapor. A conferência é o principal evento do calendário de atividades da comunidade de usuários do Blender no Brasil. O evento deve ocorrer entre os dias 09 e 12 de novembro.

O evento será realizado na faculdade Unijorge. Confiram o Site, os Palestrantes convidados, incluindo o grande Ton Roosendaal e Pablo Vazquez direto da Blender Foundation, vai ser um Mega Evento.

Caso você queira entrar em contato com a organização ou até mesmo atuar como voluntário na realização da conferência, existe uma página dedicada a isso, além de um espaço dedicado à inscrições e até mesmo caravanas.

http://www.blender.pro.br/


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PSL-Brasil - Vídeos do 1º Encontro de usuários GNU/Linux de Indaiatuba - Software Livre

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Para aqueles que não puderam participar, aqui está alguns dos vídeos feitos durante o evento. Além dos vídeos tivemos transmissão ao vivo pelo canal do Doode no Livestream.
Vídeo do 1º Encontro de usuários GNU/LINUX de Indaiatuba e a comemoração do Software Freedom Day, neste vídeo estamos demonstrando computação em hardware embarcado com software embarcado, onde temos computadores completos menores que celulares.....

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PSL-Brasil - Defesa de Tese na UFBA aborda o Software Livre e seu caráter emancipatório - Software Livre

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A pesquisadora Teresinha Quadros do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFBA defenderá a sua tese de douorado nesta quarta, dia 28 de serembro de 2011, às 14h em São Lázaro/Salvador-BA. A tese é intitulada "Software Livre: expressão da formação de uma consciência de caráter emancipatório" e foi orientada pelo Prof. Dr. Antônio Câmara. Na banca, estarão professores da UFBA, UFSE e da Unicamp.

 

 

Desejo boa sorte e sucesso!


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PSL-Brasil - 3/10 - Debate: Plano Nacional de Banda Larga: perspectivas e desafios para o RS - Software Livre

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3/10 - Debate: Plano Nacional de Banda Larga: perspectivas e desafios para o RS

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) com caráter público abre a perspectiva de ampliar o acesso à internet e consequentemente à comunicação, cultura e educação. Contribuindo para a consolidação da democracia.

Com o objetivo de discutir o assunto, o líder da bancada petista, deputado Daniel Bordignon, debaterá as perspectivas e os desafios do acesso à banda larga para os gaúchos. Para isso, convidou nomes que elaboram o tema no cenário estadual e nacional, que estarão reunidos no debate: Plano Nacional de Banda Larga: perspectivas e desafios para o Rio Grande do Sul. O eventee ocorre 3 de outubro, às 17h, na Sala José Lewgoy, Solar dos Câmaras, na Assembleia Legislativa.

O resultado dessa discussão, será apresentado como colaboração ao 1º Fórum da Internet no Brasil que acontecerá nos dias 13 e 14 de outubro, em São Paulo. Neste evento serão abordados seis temas principais. São eles: 1. Liberdade, privacidade e direitos humanos; 2. Governança democrática e colaborativa; 3. Universalidade; 4. Diversidade e Conteúdo; 5. Padronização, interoperabilidade, neutralidade e Inovação; 6. Ambiente legal, regulatório, segurança e Inimputabilidade da rede.

Confira abaixo a programação do debate: Plano Nacional de Banda Larga: perspectivas e desafios para o Rio Grande do Sul

Sérgio Amadeu - representante do terceiro setor no Comitê Gestor da Internet no Brasil. É doutor e mestre em Ciência Política pela USP, e atualmente é professor da Universidade Federal do ABC. Escreveu vários livros relativos a cidadania digital, entre eles, “Exclusão Digital: a miséria na era da informação” e “Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento”. Foi presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação. É representante do terceiro setor no comitê gestor da Internet do Brasil (CGiBr)

Rafael de Sá - presidente da Internet Sul. Empresário, presidente da Associação dos Provedores de Serviços e Informações da Internet no RS (Internetsul), diretor regional e diretor setorial de Serviços e Internet no Sindicato das Empresas de Informática do Rio Grande do Sul e Comitê Regional Rio Grande do Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade (PGQP)

Gerson Barrey – diretor de Inclusão Digital da Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital do Governo do Estado do Rio Grande do Sul. Tecnólogo em Processamento de Dados (1988) com Pós Graduação em em Sistemas de Informação e Telemática (1992) e em Engenharia de Software (1996), foi Supervisor de Desenvolvimento de Sistemas - PROCEMPA (1987-2004), Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação da EBC (2009 - 2010), Diretor de Tecnologia e Disseminação de Informações Educacionais MEC/INEP (2007-2009). Atualmente é Diretor de Inclusão Digital da Secretaria de Comunicação e Inclusão Digital do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Marcelo D'Elia Branco – profissional de Tecnologia da Informação e ativista pela liberdade do conhecimento. Coordenou a campanha presidencial vitoriosa de Dilma Rousseff nas redes sociais da Internet. Por três anos, foi o Diretor Geral da Campus Party Brasil, o maior encontro de comunidades de Internet do mundo. Foi um dos idealizadores do Fórum Internacional de Software Livre (Fisl) e do Projeto Software Livre Brasil. Até agosto de 2007, trabalhou para o governo da Generalitat de Catalunya, através da Secretaria de Telecomunicações e Sociedades da Informação, como assessor responsável pela Estratégia de Software Livre e pelo projeto “Rede Internacional das Administrações Públicas pelo Software Livre”. Esteve a cargo, como coordenador, da implantação da primeira infovia de banda larga da cidade de Porto Alegre, através da Procempa, de 1996 a 1998. Trabalhou 18 anos na Embratel (Empresa Brasileira de Telecomunicações) e na construção do backbone de banda larga da Internet brasileira. ".

Fonte: Debate sobre Banda Larga


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PSL-Brasil - Em visita a CELEPAR, a PROCERGS adotará soluções de Software Livre: Expresso Livre e XOOPS - Software Livre

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Experiência da Celepar em desenvolvimento de portais é apresentada a representantes da Procergs. As soluções desenvolvidas pela Companhia de Informática do Paraná (Celepar) para os portais das secretarias de Estado foram apresentadas aos representantes da Companhia de Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (Procergs). O vice-presidente da empresa gaúcha, Cláudio Dutra, explicou a intenção da visita da equipe. “A Celepar é uma referência (Software Livre), entre outras, nas tecnologias de e-mail e sites. Nossa intenção é futuramente implantar na Procergs algumas soluções em tecnologia da informação encontradas aqui”.

http://www.celepar.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/509/normal_Imagem_002.jpg

A troca de informações entre os profissionais foi observada positivamente pela coordenadora do setor de desenvolvimento de sites e portais da Procergs, Lucienne Ko Freitag Panno. “É bacana essa interação entre profissionais da mesma área que atuam nos mesmos setores, tando aqui quanto no Rio Grande do Sul. Dessa forma, conseguimos absorver as experiências e avaliar a implementação onde trabalhamos”.

Para Dutra (Procergs), a visita à Celepar foi muito produtiva, pois propiciou conhecimento acerca das ferramentas desenvolvidas pela Celepar para o correio eletrônico (Expresso Livre) e desenvolvimento de portais (XOOPS). “Em um primeiro momento é certo que vamos adotar o Expresso Livre lá na comunicação entre os órgãos e setores”.

* fonte: Celepar


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PSL-Brasil - Celepar recebe visita do deputado Edson Praczyk, autor das Leis de Software Livre e ODF! - Software Livre

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Celepar recebe visita do deputado Edson Praczyk, autor das Leis de Software Livre e ODF Open Document Format.

http://www.celepar.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/508/normal_Imagem_002.jpg
José Brito - Jacson Leite - Dep. Praczyk

O presidente Jacson Carvalho Leite recebeu na tarde de 22 de setembro de 2011, a visita de cortesia do deputado Edson Praczyk (PRB), autor da leis estadual sobre Software Livre (Leis 14058 e 14195) e Open Document Format ODF (Lei 15742, primeira do Brasil), que esteve acompanhado pelo assessor jurídico José Antônio Faria de Brito. Na conversa, o presidente discorreu sobre o plano do governo Beto Richa para a área de tecnologia da informação que o parlamentar considerou “de primeiro mundo”.

* fonte: Celepar


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PSL-Brasil - Fenadados inicia pela Celepar discussão nacional sobre modelo de informática pública - Software Livre

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O presidente Jacson Carvalho Leite recebeu nesta quinta-feira (22) dos representantes da Federação Nacional dos Trabalhadores de Empresas de Processamento de Dados Serviços de Informática e Similares (Fenadados) e SINDPD-PR a “Carta Aberta”, no qual a entidade enumera seis propostas a serem debatidas na formatação de um modelo de informática pública para estados e municípios. O mesmo documento foi entregue no início deste mês à Abep, durante reunião em Pernambuco.

http://www.celepar.pr.gov.br/modules/galeria/uploads/506/normal_IMG_8428f.jpg

A Fenadados, como explicou o diretor Alberto Dantas de Souza, escolheu a Celepar para ser a primeira empresa estadual a receber pessoalmente este documento, “em função do conceito e do respeito que ela tem entre as demais congêneres”. Souza avaliou a reunião como muito boa, “a começar pela receptividade e pelo ótimo nível do diálogo, além do que o presidente abriu as portas para que novas discussões sejam realizadas dentro desta linha de fortalecimento das empresas públicas”.

Na conversa de mais de duas horas, além de discutir os tópicos da “Carta”, Jacson Leite apresentou aos dirigentes sindicais alguns projetos que a empresa vem desenvolvendo nesta gestão, entre eles, o do Centro Integrado de Informações Estratégicas – CIIE-PR, bem como, o trabalho que se pretende realizar juntos aos municípios paranaenses, dentro do conceito de cidades digitais. O presidente falou ainda sobre a missão da empresa no governo, “que é a de prospectar inteligência para o Estado”.

Jacson Carvalho Leite, a exemplo de Alberto Souza, avaliou como positiva a reunião de hoje, “na verdade, foi um diálogo salutar”. Segundo ele, temas incluídos na “Carta” já são atendidos pela Celepar que vem atuando no sentido de melhorar a gestão da tecnologia da informação na integração dos serviços públicos.

No encontro na empresa, o alagoano Souza esteve acompanhado pela baiana Stela Almeida, da Companhia de Governança Eletrônica de Salvador (Cogel). Os três representantes do SINDPD que participaram da reunião são empregados da Celepar: Fabio Roberto Auache, Luis Roberto Fernandes Hirano e Valter Luiz Cordeiro.

* fonte: Celepar

 


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PSL-Brasil - I Encontro de Software Livre do Agreste Pernambucano - Software Livre

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violeiros

É com grande satisfação que o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco e a comunidade Software Livre do IFPE campus Belo Jardim, vêm apresentar o I Encontro de Software Livre do Agreste Pernambucano (I ESLAPE), a ser organizado pelo grupo de usuários de Software Livre do IFPE cam

pus Belo Jardim. No ano de 2011 o evento ocorrerá nos dias 24 a 26 de novembro, na Faculdade de Ciências e Letras de Caruaru (FAFICA), na cidade de Caruaru-PE.

O grupo de usuários de Software Livre do IFPE nasceu no campus Belo Jardim, buscando aprofundar os conhecimentos dentro das áreas de informática, tendo em vista que a instituição possui em sua matriz curricular, do curso técnico em tecnologia da informação, disciplinas desenvolvidas exclusivamente com o uso de Software Livre. Esse grupo expandiu-se para para outras regiões de Pernambuco, como Sertão e Zona da Mata, onde seus membros difundem e promovem o uso das tecnologias abarcadas pelo Software Livre, estimulando a utilização do GNU/Linux e dos padrões abertos.

O evento tem como propósito expandir a cultura da informática e, particularmente, a filosofia dos sistemas operacionais padrão POSIX em geral e, especialmente, fomentar, desenvolver, apoiar e disseminar o uso do sistema operacional GNU/Linux em todas suas distribuições, plataformas e opções de configuração. Pretendemos promover um debate da comunidade nordestina, em especial do Agreste Pernambucano, acerca das temáticas que envolvem Software Livre, de maneira que possa ser ampliada a sua difusão tecnológica, conquistando desta forma mais adeptos à filosofia de compartilhamento do conhecimento.

Objetivos específicos:
• Possibilitar a inclusão digital tornando real o acesso às novas tecnologias para os menos favorecidos;
• Estimular a utilização de Software Livre através da difusão da tecnologia, na forma de mídias livres e instalação de máquinas;
• Apoiar o intercâmbio cultural e de experiências a cerca da utilização do Software Livre nas mais variadas esferas;
• Tornar o Agreste Pernambucano referência na produção e difusão das tecnologias abarcadas pelo Software Livre.

Público Alvo
Como parte de uma filosofia ampla de compartilhamento do conhecimento e das formas de poder geradas por esse acesso, o público alvo é a sociedade como um todo, onde, devido ao caráter tecnológico do Software Livre, podemos destacar o seguintes grupos:

• Estudantes de Tecnologia da Informação, de nível fundamental, médio e superior;
• Gerentes de Tecnologia da Informação de pequenas, médias e grandes empresas;
• Acadêmicos e profissionais de Tecnologia da Informação e Comunicação;
• Secretarias de informática e administração dos municípios;
• Profissionais da área tecnológica, que desejam desenvolver e introduzir ferramentas de Software Livre em sua empresa;
• Pessoas que possuem o interesse em consolidar conhecimentos em computação ou ampliar horizontes em pesquisas e aplicações.

O I ESLAPE, afim de estimular a produção intelectual, estará aberto aos pesquisadores, entusiastas e usuários que queiram compartilhar as suas experiências acerca do Software Livre e tecnologia da informação, tendo como prioritários os seguintes temas:

    • Ecossistema do Software Livre;
    • Desenvolvimento;
    • Administração de Sistemas e Rede;
    • Segurança;
    • Ambiente Desktop e Multimídia;
    • Educação, Inclusão Digital e Social;
    • Governo e Negócios.

Em breve divulgaremos a chamada de trabalhos, para que todos possam colaborar com conteúdo para o evento. Fiquem atent@s!


PSL-Brasil - I Encontro de Software Livre do Agreste Pernambucano - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Software livre avança na América do Sul - Software Livre

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38 Software livre sim, mas não exclusivo

Conferência em Buenos Aires debate papel do serviço público na difusão dos programas de código aberto e saúda Marco Civil brasileiro sobre acesso à internet

Por Envolverde/IPS

 

Em diferentes velocidades, os países latino-americanos vão incorporando o software livre, que lhes permite maior independência sem custos de licença. Contudo, o caminho apresenta desafios. Na Conferência Internacional de Software Livre (CISL 2011), realizada na semana passada em Buenos Aires, uma forte polêmica colocou frente a frente defensores do uso exclusivo de software livre no setor público e os que ainda apoiam o sistema privado.

A disputa foi em torno do programa Conectar Igualdade, implantado pelo governo da presidente argentina Cristina Fernández no ano passado, que já entregou 1,1 milhão de computadores portáteis a alunos de escolas secundárias públicas. A meta é chegar a três milhões, incluindo os 200 mil professores, aos quais foi oferecido curso de capacitação para lidar com a ferramenta na sala de aula. A entrega é em comodato até que o aluno finalize seus estudos. Esses computadores estão dotados com dois sistemas operacionais – o Linux, desenvolvido dentro do movimento de software livre, e o Windows, da Microsoft, seu rival no âmbito privado. O usuário deve optar.

Em conversa com a IPS, o norte-americano Richard Stallman, fundador do Movimento Software Livre, em 1984, e um dos programadores que participaram do desenvolvimento do sistema Linux, criticou duramente a decisão do governo de dar a opção. “O programa incorpora software livre, mas isso não muda muito porque depois, nas aulas, exige-se o uso do Windows, e então, na prática, o que fazem é aumentar o número de pessoas que depois ficarão dependentes da Microsoft”, afirmou.

Stallman, que foi técnico do Instituto de Tecnologia de Massachussets em seu país, em meados da década de 1980, liderou uma comunidade que trabalhou no desenvolvimento de um sistema aberto, o GNU, que foi a base para a criação do Linux. Em 1991, sobre os conhecimentos desenvolvidos para o GNU, que estavam disponíveis, o finlandês Linus colocou a peça que falava e assim surgiu o Linux, que Stallman considera que deveria se chamar GNU-Linux.

Para este especialista e ativista, não se trata de um problema de crédito, mas de filosofia. Linus prefere falar de “fonte aberta” e ele é um militante da liberdade absoluta em todo o processo de criação, desenvolvimento e uso dos programas. Stallman e seus seguidores dizem que uma pessoa deve ter a liberdade não só de usar o programa sem pagar licença, como também de conhecer os códigos com os quais foi feito, modificá-los para melhorar, e usar o programa transformado.

Nada disso pode ser feito com os sistemas da Microsoft, que mantém suas fórmulas em segredo e vende as licenças para que cada computador, de uso privado ou do Estado, pague pela utilização e manutenção. No caso da Conectar Igualdade, Stallman não acredita que seja apenas uma questão econômica que o Estado deve considerar, mas também a filosofia que se transmite a um estudante que é impedido de conhecer como é feito o sistema que vai usar.

Sua posição foi rebatida no encontro em Buenos Aires por representantes do programa governamental argentino, que defenderam a liberdade de deixar que cada professor ou aluno decida qual suporte prefere, e negaram represálias sobre os que apagarem o Windows de seus computadores.

O argentino Javier Castrillo era professor em uma escola estatal onde se usava Linux e agora é coordenador da Equipe de Acompanhamento e Avaliação do Programa Conectar Igualdade. Já visitou 470 centros de ensino desde 2010. “Os professores são capacitados nos dois sistemas, mas naturalmente há maior uso da plataforma privativa, como ocorre no mercado, é como uma inércia que os leva a continuar com o que já conhecem”, disse Castrillo à IPS

Castrillo, que também treina professores no contexto da CISL 2011, definiu-se como “militante do software livre” que usa apenas os programas de código aberto, mas defendeu que cada colega faça sua opção. “Às vezes, depende de qual roda melhor em uma escola, outras vezes preferem o Linux por não ter vírus, e há os que, como eu, acreditam que se deve usar o software livre, mas isso é algo que se decide no processo de aprendizagem”, afirmou.

Para Stallman, a incorporação do Windows foi uma oportunidade perdida para a difusão do software livre. Esses estudantes agora têm acesso gratuito, mas depois terão de pagar por um uso ao qual já estão acostumados, afirmou. Da conferência participaram também outros especialistas regionais e internacionais que destacaram as aplicações de diferentes programas desenvolvidos com a mesma filosofia libertária, utilizados em níveis público e privado.

Entre eles, o também norte-americano Chris Hofmann, da Fundação Mozilla, desenvolvedor do navegador Mozilla Firefox que compete com força com o Explorer da Microsoft e tem mais de 400 milhões de usuários no mundo. Hofmann disse à IPS que há alguns anos o Explorer dominava 99% dos computadores, e atualmente a proporção caiu para 49%, e continua diminuindo, enquanto os demais usuários se dividem entre Mozilla e outros navegadores livres.

Também esteve presente o brasileiro Marcelo Branco, defensor destas tecnologias que liderou a campanha nas redes sociais para a chegada de Dilma Rousseff ao governo, baseada em plataformas livres. “No Brasil, o governo avançou muito no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, e agora a presidente enviou ao Congresso um projeto sobre uso de internet que é quase perfeito, mas os avanços são contraditórios”, disse à IPS. Em algumas pastas se avança mais e em outras é mais lento, explicou.

Algo parecido ocorre em toda a região. Stallman destacou que no Equador e na Venezuela houve uma decisão em nível presidencial para se passar exclusivamente a este tipo de software e disse que há interessados também nos demais países. A Argentina está incorporando o software livre em sua estrutura estatal, embora o chefe de gabinete, Aníbal Fernández, que participou da abertura da conferência, admita que nas províncias a incorporação esteja pendente.

Além da incorporação do Linux e de outras aplicações nos computadores do ensino secundário, o Estado argentino baseou em tecnologias livres o desenvolvimento de programas para a elaboração de documentos de identidades nacionais e passaportes.

 

fonte:  http://ponto.outraspalavras.net/2011/09/14/software-livre-sim-mas-nao-exclusivo/


PSL-Brasil - Software livre avança na América do Sul - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Android é software livre? Richard Stallman analisou e… não confirma - Software Livre

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O fundador da Free Software Foundation e autor original da sua definição de liberdade de software dedicou um artigo a explicar por que o Android não se qualifica para o conceito.

O sistema Android é frequentemente visto e descrito como a plataforma livre que deu certo nos dispositivos móveis, ou como o representante do movimento livre neste mercado em expansão.

Mas também é comum ver publicadas análises e contrapontos sobre a extensão desta comumente afirmada liberdade e abertura, levando a discussões acaloradas baseadas em interpretações diferentes sobre os conceitos envolvidos.

Um argumento baseado na autoridade geralmente é considerado fraco, mas ouvir o autor de um conceito aplicar sua definição a uma questão como esta certamente ajuda a esclarecer dúvidas sobre a interpretação.

Foi assim que compreendi a manifestação de Richard Stallman neste longo artigo do Guardian: um esclarecimento dado a quem se importa com o conceito de liberdade de software e tem interesse em saber como se aplica (ou não) à plataforma Android.

Conhecendo o licenciamento do Android

Não é incorreto dizer que o código do Android, ao menos em sua absoluta maioria, está sob licenças livres e de código aberto. A questão (que veremos a seguir) é se este código licenciado é oferecido ao público ou não.

A imagem abaixo, cuja versão original em tamanho grande você encontra na Wikipedia em inglês, mostra uma visão simplificada das camadas da plataforma Android, bem como os principais componentes de cada uma delas.

Note que uma versão especial do kernel Linux serve como a base (em vermelho) na qual se assenta a camada azul de bibliotecas (muitas delas presentes também em outros sistemas, como o WebKit, o SQLite e o FreeType) e o runtime, incluindo a máquina virtual Dalvik. Acima destes vem o framework de aplicações (com gerenciadores para janelas, telefonia, serviços de localização, notificação, pacotes, etc.) e as aplicações propriamente ditas: navegador, contatos, etc.

A camada do kernel, em vermelho, está sob licença GPL, livre, de código aberto e copyleft, que exige a integral disponibilização do código-fonte sempre que o executável for distribuído. A decisão de adotar esta licença foi tomada por Linus Torvalds em 1991, e tem o efeito prático de impedir que fabricantes criem sua própria versão particular do kernel e não disponibilizem imediatamente ao público em geral (inclusive a seus concorrentes), no momento em que lançarem seus produtos, o conjunto das melhorias que fizeram.

Todas as demais camadas estão sob uma variedade de licenças, em sua ampla maioria também livres e de código aberto, e na qual predomina a licença Apache. A escolha da licença Apache para os componentes desenvolvidos pelo próprio Google certamente considerou que esta licença, embora também livre, não tem a mesma restrição quanto a modificações internas de um fabricante que jamais sejam distribuídas ao público.

Uma resposta definitiva: o Android 3.x não é livre

Esta diferenciação em camadas torna-se importante para compreender a análise efetuada por Richard Stallman sobre o Android 3.0 e 3.1.

No que diz respeito à camada vermelha do diagrama acima (o kernel Linux), o Google não tem nenhuma opção legal a não ser oferecer ao público o código-fonte correspondente a cada versão do sistema que distribuir – a licença dada a ele por Linus Torvalds assim exige,

Quanto a todo o restante… o Google tem escolha, e no que diz respeito ao Android 3.0 e 3.1, presentes em produtos que já estão no mercado, como o tablet Xoom, da Motorola, a escolha do Google foi clara: nada de código-fonte disponível para o público. E esta posição é oficial: o Google confirmou em maio que não vai disponibilizar os fontes do Android em suas versões 3.0 e 3.1.

Assim, segundo a definição de software livre da Free Software Foundation, e pela análise de seu fundador Richard Stallman de que os executáveis estão em poder do público mas o código-fonte correspondente não está, a conclusão é que “o Android 3, exceto quanto ao Linux, é software não-livre, puro e simples”.

E as demais versões do Android?

Sabe-se que estão publicadas árvores de código-fonte mais completas das versões 2.x do Android, e que (até o momento) o código-fonte da próxima versão (denominada Ice Cream Sandwich) é tão restrito quanto o do Android 3.x, embora o Google tenha declarado que em algum momento irá oferecê-lo.

Mas o artigo de Stallman também afirma que a plataforma Android conforme vem embarcada em smartphones e tablets disponíveis ao público vem acompanhada de uma série de aplicativos e bibliotecas não-livres embutidos nela no mesmo ato e pelo mesmo desenvolvedor, e que mesmo os componentes das versões 2.x com fontes disponibilizados pelo Google podem ser modificados pelos fabricantes, e estes não revelam os fontes das suas próprias modificações – duas maneiras distintas que afetam a avaliação do software incluído em cada produto quanto a ser ou não livre.

Ele levanta, para depois afirmar ter a expectativa de que não seja este o caso, a possibilidade de que a disponibilização do código-fonte de algumas versões do Android ter ocorrido apenas como uma forma de angariar apoio a um produto destinado a ser proprietário.

Pessoalmente, não acho que seja o caso: as declarações do Google apontam muito mais na direção de que fontes “genéricos” de cada versão do Android vão continuar sendo distribuídos sempre que chegar o momento em que a exclusividade da posse deles deixar de ser uma vantagem competitiva importante para a empresa.

Também não acho que um número considerável de consumidores compra aparelhos do Android devido a pensarem que estão adquirindo uma plataforma em software livre. Mas certamente há (e eu vejo suas manifestações todos os dias) aqueles que investem e apóiam a plataforma com base nesta impressão, e creio que é a estes que o fundador da Free Software Foundation se dirige primariamente com a exposição de sua análise – afinal, quem apoia o software livre geralmente tem recursos finitos, e melhor fará se escolher conscientemente os softwares nos quais investirá seus esforços!

 

fonte: http://www.techtudo.com.br/platb/linux/2011/09/20/android-e-software-livre-richard-stallman-analisou-e-nao-confirma/


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