O Mundo do Software Livre muito além do Linux! (Notícias e Dicas)

Aúncio


quinta-feira, fevereiro 28, 2013

PSL-Brasil - Comunidade LibreOffice Brasil lança a 3a. edição da revista LibreOffice Magazine - Software Livre

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No mês 2, a edição 3 da revista, e a versão 4 do LibreOffice. Sequencia interessante para o ano de 2013. Começo de ano e novidades acontecendo. Família, amigos e trabalho movendo o mundo. Pelo menos o nosso mundo. Amigos novos e trabalho voluntário fazem a diferença. E é nessa pegada que apresentamos o LibreOffice 4.0. Para um grupo de voluntários que, a 30 meses atrás, se rebelou e decidiu seguir em frente sem o apoio de uma grande corporação, por a mão na massa com um código de um aplicativo para cuidar, manter, implementar e atualizar constantemente, não poderiam adivinhar o sucesso que conseguiriam. O LibreOffice é sucesso de atualizações. Sucesso de downloads. É sucesso.

Esse sucesso se deve principalmente por ser Software Livre e de qualidade. E nessa edição da revista apresentamos Software Livre em várias nuances. Temos três artigos que analisam o Software Livre na área governamental. O texto Software Livre e o Governo Federal faz uma analise da adoção em órgãos públicos. O segundo discorre sobre CRM em Software Livre na área de governo e o terceiro aponta detalhes do porque pagar por Software Livre. Agora quando o assunto é mais técnico, as evidências aparecem no primeiro artigo de uma série que fala sobre Software Livre para a área de engenharia eletroeletrônica; no tutorial para que o openSUSE esteja com versão estável e sempre atualizada e, também, o primeiro de uma série sobre o kernel Linux.

E para LibreOffice temos ainda dicas e tutoriais; um relato sobre a criação de um modelo para ser utilizado em trabalhos acadêmicos e, a entrevista com um conhecido batalhador pelo Software Livre e Padrões Aberto.

E não podemos esquecer de, novamente, convidá-los a essa leitura e, se sentir  vontade venha fazer parte da revista. Estamos esperando sua colaboração.

Boa leitura!

Vera Cavalcante

Download da revista: http://goo.gl/Kmfpu Viste o nosso portal: https://pt-br.libreoffice.org/projetos/revista


PSL-Brasil - Comunidade LibreOffice Brasil lança a 3a. edição da revista LibreOffice Magazine - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Licença de uso do M$ Office 2013 deixa usuários em dúvida (possível cilada para governos) - Software Livre

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Licença de uso do Office 2013 deixa usuários em dúvida

Uma possível interpretação na leitura nos termos de licença de uso do Microsoft Office 2013 tem deixado os usuários com um pouco de receio. Conforme explicação publicada na Info World, a licença perpétua de uso do pacote de aplicativos pode ser compatível apenas com uma máquina.

Isso significa que caso o seu computador apresente algum tipo de defeito ou ainda você compre uma máquina nova, será preciso comprar outra licença de uso do Office, como se ele fosse um componente permanente do computador. Além disso, os termos de uso deixam claro que você não pode transferir o software de um computador para outro.

“Esse é um ponto importante a ser levado em consideração por aqueles que precisam escolher entre o Office 365 e o Office 2013”, explica o analista Adam Turner. Em contato com a Microsoft, um porta-voz respondeu que a licença de uso não pode ser transferida de um PC para outro. Vale lembrar que, até então, as licenças de uso permitiam a instalação do mesmo software em até cinco PCs.

Fonte: http://bit.ly/XSKdQX


PSL-Brasil - Licença de uso do M$ Office 2013 deixa usuários em dúvida (possível cilada para governos) - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Editais para contratação de TI no Interlegis - Software Livre

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O Programa Interlegis (Senado Federal) publicou editais para contratação de consultores (pessoa física) nas áreas de infraestrutura de TI e desenvolvimento de softwares livres. Os trabalhos poderão ocorrer no modelo home office, com visitas eventuais ao Interlegis em Brasília-DF.

Os editais e as regras de participação estão disponíveis em:

http://www.interlegis.leg.br/produtos_servicos/publicacoes/editais/2013


PSL-Brasil - Editais para contratação de TI no Interlegis - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Músicos podem se inscrever para o projeto Intercâmbio Sonoros - Software Livre

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Estão abertas as incrições para o projeto Intercâmbio Sonoros do Coletivo Digital, contemplado pelo Prêmio Cultura Digital do Ministério da Cultura. A ação reunirá 6 músicos de Pontos e Pontões de Cultura em 8 diferentes encontros com duração de 5 dias cada. A cada edição, uma turma diferente de músicos realizará uma composição de algo inédito que posteriormente fará parte de um CD a ser disponibilizado na internet sob a licença Creative Commons, além de ser impresso em 2 mil cópias distribuídas para locais como telecentros, pontos de cultura e bibliotecas públicas.

Para inscrever-se, ligue para (11) 3083-5134 de segunda a sexta-feira das 10h às 18h.

Entenda mais sobre a realização do Prêmio de Cultura Digital do Coletivo Digital:

  • Serão 8 encontros no decorrer do ano;
  • Cada encontro terá a duração de 5 dias onde 6 músicos de diferentes lugares do país, irão, através de uma vivência no estúdio do Coletivo Digital, criar e registrar uma composição musical;
  • Todas as gravações de áudio e vídeo, bem como as edições, serão feitas usando softwares livres no Estúdio Livre do Coletivo Digital;
  • Ao final do projeto mixaremos e lançaremos 2 mil cópias em CD dos registros musicais vivenciados no encontro, que serão distribuídos para os pontos de cultura, bibliotecas públicas, telecentros, etc. As músicas serão disponibilizadas sob licenças Creative Commons no site do Coletivo Digital.
  • Está previsto ajuda de custo e passagem de ida e volta para os músicos dos Pontos que vierem de outros Estados e cidades distantes da capital de São Paulo.
  • Ouça aqui alguns registros musicais de oficinas de áudio que o Coletivo Digital já realizou.

PSL-Brasil - Músicos podem se inscrever para o projeto Intercâmbio Sonoros - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Aberta seleção para consultores em Software Livre para o Senado Federal - Software Livre

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O Programa Interlegis (Senado Federal) publicou editais para contratação de consultores (pessoa física) nas áreas de infraestrutura de TI e desenvolvimento de softwares livres. Os trabalhos poderão ocorrer no modelo home office, com visitas eventuais ao Interlegis em Brasília-DF.

Os editais e as regras de participação estão disponíveis neste link


PSL-Brasil - Aberta seleção para consultores em Software Livre para o Senado Federal - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Apostila Gratuita de Linux - apostilas criadas exclusivamente para serem distribuídas gratuitamente - Software Livre

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A Alfamídia promove a disponibilização de apostilas que não são mais utilizadas em seus treinamentos e apostilas criadas exclusivamente para serem distribuídas gratuitamente.

Hoje estamos disponibilizando uma apostila de Introdução ao Linux, disponível no link abaixo.

Se você apoia esta iniciativa, ajude a divulgar este trabalho, replique nas redes sociais, poste em blogs.. Quando mais retorno tivermos, mais ampliaremos esta ação, com novas apostilas sendo distribuídas.


Visite nosso site www.alfamidia.com.br para ver outras apostilas disponibilizadas, bem como nossos eventos e os cursos online ao vivo que oferecemos.

contato info@alfamidia.com.br ou 51-30732100


PSL-Brasil - Apostila Gratuita de Linux - apostilas criadas exclusivamente para serem distribuídas gratuitamente - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - PNUD abre dados de mais de seis mil projetos usando plataforma livre - Software Livre

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O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) lançou, no final de 2012, uma plataforma digital que permite o acesso público a dados de projetos em 177 países e territórios, com o compromisso de transparência total até 2013, em conformidade e até além de padrões internacionais.

“A transparência é uma prioridade para o PNUD, além de ser um elemento fundamental para a manutenção da confiança depositada em nós pelo público em geral e por nossos parceiros. Este portal on-line permite acompanhar as doações e ajuda nossos parceiros a gerenciar de maneira mais efetiva seus recursos”, disse Helen Clark, diretora mundial do PNUD.

“Estamos comprometidos em trabalhar de forma transparente e vamos continuar aumentando a quantidade, qualidade e intemporalidade de nossos relatórios para que nossos parceiros possam monitorar seus investimentos no combate à pobreza, no apoio ao desenvolvimento humano e nos processos que asseguram um futuro sustentável para todos”, disse. O novo portal, open.undp.org, possui ampla gama de informações programáticas – desde receita e gastos até atividades e resultados – sobre mais de 6 mil projetos do PNUD em andamento pelo mundo, assim como aqueles que foram encerrados financeiramente em 2011, além de mais de 8 mil produtos e resultados.

Para publicação  dos dados no mapa, o portal utilizou a plataforma livre Open Streat Map (no lugar do Google Mpas) por meio do serviço MapBox  como  Além disso, todos os dados do portal podem ser usados por meio da licença Creative Commons’ Attribution License (CC-BY). Os usuários podem ordenar os projetos por área de atuação, fontes de financiamento e área geográfica para extrair dados detalhados sobre orçamentos, agências implementadoras e produtos esperados em áreas como governança e justiça, prevenção de crises e recuperação e meio ambiente e desenvolvimento sustentável.

O PNUD, como membro fundador da IATI, assumiu o compromisso de adesão total aos padrões de transparência até 2013, garantindo a publicação de dados financeiros e informações de projetos da maneira mais transparente e acessível possível.


Fonte: http://www.pnud.org.br/Noticia.aspx?id=3682


PSL-Brasil - PNUD abre dados de mais de seis mil projetos usando plataforma livre - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Nada torna uma criança mais livre do que uma Mão Biônica Open Source - Software Livre

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Nossa história começa com um carpinteiro sul-africano chamado Rich Van As sofrendo um acidente e perdendo quatro dedos em uma serra. E como perder para serra desqualifica pra ser Presidente, ele teve que continuar com a profissão. O que é ruim, sem dedos.

Procurando alternativas, só achou dedos mecânicos custando milhares de dólares. Sem desistir Rich achou o trabalho de um tal Ivan Owen, técnico de efeitos especiais no Estado de Washington, EUA. Os dois começaram a se corresponder, trocando idéias de próteses mecânicas, e logo criaram um projeto para chegar a uma solução barata, eficiente e customizável. Principalmente, Open Source.

O projeto atraiu atenção de muita gente, inclusive da Makerbot, que doou duas impressoas 3D para a dupla, permitindo que fizessem prototipagem rápida, troca de modelos de CAD e até produção de peças finais.

Depois de algum tempo chegaram a um design com 46 peças: 16 impressas em 3D, 28 prontas (parafusos, cordas de nylon, arruelas) e duas peças de termoplástico para customização. Eu sei, dá 47 peças, mas quem montou coisas complicadas sabe que é assim mesmo.

O custo total da mão ficou em US$150,00.

O primeiro usuário da mão biônica é um garotinho chamado Liam, filho de uma família sulafricana sem muitas posses. Liam nasceu sem os dedos na mão direita, e até seu aniversário, em Janeiro passado não tinha nenhuma alternativa.

A dupla de amigos/pesquisadores/projetistas soube do caso e correram atrás, customizando a mão para o braço do pequeno. No dia do aniversário, a mão foi seu maior presente.

Em três dias o moleque já estava fazendo isso:

 

A mãe de Liam escreveu contando que ele não pára, brinca pra todo lado, mostra a mão pra todo mundo e na escolinha tanto alunos quanto professores ficaram maravilhados com a tecnologia.

O material torna a mão mais forte do que uma natural, mas isso só será problema quando Liam chegar na adolescência, e até lá já terão passado a dica de praticar num cachorro-quente.

A dupla disponibilizou todos os arquivos de CAD e instruções, sem qualquer tipo de licença ou patente.

O pagamento? Esta imagem, no momento em que usando um protótipo da mão Liam pela primeira vez na vida pegou um objeto com sua mão direita:

Nenhum dos dois é cientista, nenhum dos dois é engenheiro, mas Rich Van As mostrou que isso não é problema, e com boa vontade, ciência e tecnologia até um marceneiro pode praticar pequenos milagres.

Fonte: How Two Makers Built A Customizable New Prosthetic Hand For $150 And Changed A Boy's Life

Tradução: http://goo.gl/gL0ES


PSL-Brasil - Nada torna uma criança mais livre do que uma Mão Biônica Open Source - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Convite: Processo aberto e colaborativo na criação do Novo Portal do Software Público Brasileiro - Software Livre

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Convite a todos cidadãos:

 

 

“ Prezado(a)s participantes do Portal do Software Público Brasileiro,

Ao longo dos últimos anos o SPB tem funcionado como um núcleo de inovação na administração pública e nos municípios brasileiros, causando transformações na economia, no setor público e na indústria de software. Considerando estas transformações a Coordenação do Portal do Software Público Brasileiro anuncia que está em curso o processo de reformulação do Portal do Software Público Brasileiro, que agora será mais aberto e participativo, de maneira que qualquer cidadão possa sugerir ideias e usufruir mais das soluções que são ofertadas no ambiente.

A intenção é retomarmos o processo de desenvolvimento do novo Portal SPB da forma mais colaborativa possível, abrindo para toda a sociedade participar diretamente através de um processo de construção coletiva. A ideia é abrir espaço para que todas as partes interessadas no Portal possam contribuir, expressando suas necessidades e dificuldades no ambiente e opinando sobre maneiras de como torná-lo mais atrativo, interativo e eficaz.

Participação pela Internet

Para compartilhar suas sugestões, estamos oferecendo uma ferramenta de seleção de ideias nesse endereço: http://novo.softwarepublico.gov.br/ideias/. Aqui você pode escrever suas sugestões para o novo ambiente e votar nas propostas que mais lhe interessarem. As sugestões mais pontuadas têm mais chances de serem incorporadas na nova versão do Portal do Software Público Brasileiro.

Precisando de informações sobre o funcionamento do Portal para dar sua sugestão? Estamos disponibilizando esse ambiente de wiki aberto (http://novo.softwarepublico.gov.br/wiki/), onde será registrada toda a base conceitual e teórica acumulada no decorrer do processo de desenvolvimento. Lá você encontrará informações como:

  • Mapas mentais das atuais funcionalidades do SPB;
  • Mapas mentais de atores que interagem com ele;
  • Apresentações sobre ferramentas existentes cujas funcionalidades poderiam ser incluídas no SPB;
  • Publicação sobre o pensamento sistêmico do Software Público Brasileiro;
  • Agenda dos encontros presenciais.

Para facilitar a comunicação entre os que se interessam em colaborar, foi criada a comunidade "Novo Portal SPB" dentro do próprio Portal, que pode ser acessada pelo seguinte endereço: http://bit.ly/VfRFJF.

Encontros presenciais

Após essa fase de levantamento de sugestões pela Internet, serão realizados encontros presenciais conduzidos pelo Ministério do Planejamento, onde qualquer cidadão poderá ajudar apresentando mais definições sobre o novo Portal do Software Público Brasileiro. Esses encontros terão uma dinâmica própria que foi planejada para permitir que todos consigam ajudar de alguma forma, de acordo com seu conhecimento e área de interesse no SPB.

Interessados em participar dos encontros presenciais em Brasília devem indicar na comunidade "Novo Portal SPB" os dias em que estarão presentes, para reservar vagas: http://bit.ly/VfRFJF.

Esperamos suas colaborações!

Atenciosamente,

Fotografia da equipe do Portal do Software Público Brasileiro

Equipe do Portal do SPB

 


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PSL-Brasil - Lançamento do filme Floresta Vermelha, produzido com Software e Hardware Livre - Software Livre

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Floresta Vermelha filme produzido com Software e Hardware Livre e financiado através de Crowdfunding será lançado em Brasília.

Data: 24/02
Local: BNB - Biblioteca Nacional de Brasília. Setor Cultural Sul, lote 2, Auditório da Biblioteca Nacional de Brasilia

Horário: 14h as 18h

Programação:

15h - 16h: Oficina expositiva com um bate papo sobre o desenvolvimento do filme

16h - 17h: Palestra sobre o desenvolvimento do filme.

18h: Exibição do filme

Sobre o Palestrante:

Flavio Soares dirigiu o projeto/curta-metragem Floresta Vermelha e é membro interino do Conselho Administrativo da associação internacional Apertus - Open  Source Cinema. Pesquisador de multimídia em linux para o Ministério da Cultura entre 2005 e 2007, foi um dos principais mantenedores da documentação relacionada a vídeo para o site/coletivo estudiolivre.org durante aqueles anos. Estabeleceu a cadeia de edição em linux para alta definição, ministrou muitas oficinas relacionadas a vídeo e, a partir de 2010, passou a pesquisar o formato de Cinema Digital, sempre para linux, com resoluções acima de 2K RAW. É co-autor de Gamer Br (2005), o primeiro documentário a ser licenciado em Creative Commons no Brasil.

Mais informações no site: http://florestavermelha.org/


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PSL-Brasil - Lançado primeiro RC do Debian Installer para Debian Wheezy 7.0 - Software Livre

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20-02-2013_logo_Debian

O projeto Debian anunciou o primeiro release candidate do Debian Installer para Debian Wheezy 7.0. Mudanças afetam principalmente suporte do instalador quanto a EFI e UEFI, por exemplo, os desenvolvedores criaram uma aparência uniforme para itens de menu para assegurar que a aparência do instalador é tão consistente quanto possível, independentemente do método de inicialização usado. Drivers de hardware diferentes também foram adicionados ao sistema de instalação.

No entanto, um número de erros devem ser resolvidos antes do lançamento final: por exemplo, já se sabe que o Debian Installer tem problemas com a implementação do bootloader Grub quando inicializa a partir de uma unidade flash USB. Outros problemas isolados com a inicialização do instalador parecem existir em computadores com firmware UEFI – como uma solução alternativa, os desenvolvedores atualmente recomendam usar o UEFI Legacy Mode (Compatibility Support Module, CSM).

Enquanto isso, a equipe do Debian tem feito um progresso constante com a conclusão do Debian Wheezy 7.0, e o número de bugs críticos agora caiu abaixo da marca de 200 – 300 bugs são considerados uma boa hora para se congelar para um lançamento. A partir desse ponto, que normalmente leva cerca de seis meses antes de uma versão final chegar. Uma vez que os desenvolvedores já começaram a congelar o Debian Wheezy em meados de 2012, apesar de um elevado número de bugs críticos, Debian 7.0 Wheezy poderia estar pronto no primeiro semestre de 2013. No entanto, como é habitual com o Debian, não há cronograma concreto. Pelo menos um release candidate adicional do Debian Installer está programado para chegar antes do lançamento final.

O anúncio do lançamento pode ser lido aqui.

Com informações de The H Online.


PSL-Brasil - Lançado primeiro RC do Debian Installer para Debian Wheezy 7.0 - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Chamada de empacotadores para o abnTeX2 - Software Livre

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abnTeX2, a nova versão do conhecido pacote LaTeX para escrever trabalhos acadêmicos seguindo as normas da ABNT, está em busca de empacotadores nas mais diversas distros Linux. A finalidade é tornar o pacote disponível, de forma simples, para todos que queiram utilizá-lo.

Na wiki do projeto, além de informações sobre como instalá-lo nas distribuições que já o disponibilizam, há arquivos SPEC e DEB que podem ser utilizados como base para gerar novos pacotes para as distros que ainda não contam com o abnTeX2 em seus repositórios.

Tomei a iniciativa de ser mantenedor do pacote no Mageia, e quem usa a versão de desenvolvimento Cauldron já tem acesso à classe. Estou trabalhando para levá-lo à atual versão estável Mageia 2, mas há um bug que deve ser corrigido na estrutura da distro antes de levar novos pacotes para lá.

Então pessoal, mãos à obra porque esta é uma atividade que deverá ser feita por brasileiros, os principais interessados em escritas que seguem a ABNT.

A página para com chamada de empacotadores pode ser visitada aqui.


PSL-Brasil - Chamada de empacotadores para o abnTeX2 - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Curso de Java Online e Gratuito - Software Livre

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http://www.javaprogressivo.net/

O portal Java Progressivo oferece atualmente mais de 200 páginas voltadas para o ensino da linguagem de programação Java para desktops.

O curso é gratuito, online e não precisa de nenhum cadastro, basta acessar e estudar.

Os tutoriais em Java são divididos em seções e capítulos, na forma de um livro ou apostila digital.

No portal Java Progressivo você encontrará artigos, exercícios propostos, questões resolvidas, códigos comentados, vídeo aulas, criação de jogos em Java, solução da apostila da Caelum e muito mais, tudo voltado ao mundo Java.


PSL-Brasil - Curso de Java Online e Gratuito - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Correção no Gwibber para conectar com o Facebook - Software Livre

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Facebook não funciona atualmente com o Gwibber (os feeds do Facebook não são atualizados – bug AQUI) e este bug afeta o Ubuntu 12.10, 12.04 e versões mais antigas do Ubuntu, provavelmente, também.

Há, no entanto, uma solução que eu posso confirmar que funciona para o Ubuntu 12,10 Quantal Quetzal e 12,04 Pangolin Precise – então aqui está como aplicá-lo e obter o Facebook para trabalhar com Gwibber novamente!

2. Abrir / usr / share / Gwibber / plugins / facebook / init.py como root com um editor de texto – vamos usar o Gedit para abrir o arquivo, execute o seguinte comando em um terminal:

gksu gedit /usr/share/gwibber/plugins/facebook/init.py

1. No arquivo que abriu, procure o seguinte código:

m[“privacy”][“description”] = data[“privacy”][“description”]

Ele deve estar na linha 329 para o Ubuntu 12.10 (com Gwibber 3.6.0-0ubuntu1) e na linha 210 para o Ubuntu 12.04. O número de linha pode ser diferente em outros Gwibber / Ubuntu versões.E substituir essa linha (somente a linha referente a sua distro) com o seguinte código:

if data[“privacy”].has_key(“description”): m[“privacy”][“description”] = data[“privacy”][“description”] else: m[“privacy”][“description”] = “Unknown”

Em seguida salve o arquivo.

3. Reinicie o serviço Gwibber:

killall gwibber-servicegwibber-service &

Fonte original com sreenshots: http://www.webupd8.org/2013/01/fix-facebook-not-working-with-gwibber.html

Em português: http://tutorfreebr.blogspot.com.br/2013/01/facebook-nao-esta-funcionando-com.html


PSL-Brasil - Correção no Gwibber para conectar com o Facebook - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Serpro desenvolve VPN 'open source' para tablets e smartphones - Software Livre

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O Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) já tem uma versão em plataforma livre da solução de rede privada virtual (VPN, na sigla em ingês) – até aqui, havia duas oferecidas pelo órgão, mas ambas proprietárias.

“Com o advento dos dispositivos móveis, passamos a ter acesso a dados e informações em qualquer momento ou lugar e, agora, de uma forma segura quando conectado através de uma VPN”, diz Jorge Luiz Peixoto, autor do trabalho que deu origem às soluções de VPN do Serpro.

Com o objetivo de alcançar maior autonomia sobre o serviço e gerar economia de recursos, Jorge Peixoto começou a pensar em uma solução de VPN baseada em software livre, ideia que depois seria estendida aos dispositivos móveis.

Segundo ele, do ponto de vista do negócio, o VPN em tablets e smartphones poderá gerar novas oportunidades e novos serviços poderão ser comercializados pela empresa.

Dentre as melhorias incorporadas à solução, estão a usabilidade e a forma mais amigável do novo serviço – e especialmente a mobilidade. Outras soluções devem ser aprimoradas.

“O nosso software de VPN para Windows, por exemplo, é muito ríspido, não trata bem o usuário. Nos últimos meses, temos trabalhado em um novo, escrito do zero, que será tão bom, ou melhor, que o proprietário”, afirma Peixoto.

*Com informações do Serpro

Fonte: Convergência Digital


PSL-Brasil - Serpro desenvolve VPN 'open source' para tablets e smartphones - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Versão para desenvolvedores do Ubuntu para tablets está disponível - Software Livre

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A versão para desenvolvedores do Ubuntu para tablets e smartphones está disponível para download. A versão para desenvolvedores é a que precede o lançamento da versão completa, marcado para o próximo ano, e pode ter funcionamento instável em algumas ocasiões.

 

A versão foi compilada para vários dispositivos do Google, mas é extremamente importante que você cheque duas ou três vezes se você tem uma versão realmente compatível com o seu aparelho. Existem binários para o Galaxy Nexus (apenas para a variação GSM 'maguro'), Nekus 4 “mako”, Nexus 7 “grouper” e Nexus 10 “manta”. Uma notável ausência nessa lista é o Verizon Galaxy Nexus “toro”, o Sprint Galaxy Nexus “toroplus”. Há um binário para o “phabet”, mas não é possível confirmar em qual dispositivo ele roda.

É importante notar que esta versão é destinada apenas a desenvolvedores, portanto não espere ter um sistema completamente funcional e estável instalando este sistema operacional tão cedo. Muitas das “aplicações” pré-instaladas são apenas imagens dos programas, mas as ferramentas de telefone, navegador, player de mídia, galeria e câmera estão funcionais, já integrados com a ferramenta de voz nas buscas. Se você ainda estiver interessado, por ir até a Wiki do Ubuntu para maiores instruções sobre como instalar a versão “touch” nos seus dispositivos.

Traduzido e adaptado de TheVerge.com.


PSL-Brasil - Versão para desenvolvedores do Ubuntu para tablets está disponível - Software Livre

 



 

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PSL-Brasil - Quem se esqueceu do software livre? - Software Livre

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*Paulo Kliass 

As propostas de grupos como o Wikileaks e as ações mais recentes de Julian Assange, a partir do asilo concedido na Embaixada do Equador em Londres, recolocam no centro do debate político internacional questões essenciais que relacionam economia, poder e informática, nestes tempos de mudanças profundas nos padrões tecnológicos e culturais da sociedade contemporânea. A era da emergência das chamadas tecnologias da informação e comunicação (TICs).No Brasil, o movimento pela democratização das condições de “ciência, tecnologia e inovação” encontra um espaço importante no movimento para disseminação do software livre.

Afinal, convenhamos que é mesmo um absurdo ficarmos, todos nós, reféns das vontades e dos interesses de um punhado de poderosas mega-empresas da tecnologia virtual. É o caso da Microsoft e similares, que ganham fortunas apenas com os direitos autorais e de propriedade de seus programas, os chamados produtos software e aplicativos. Isso sem contar o enorme faturamento obtido também com a produção de máquinas e equipamentos, os produtos hardware. Usam e abusam de sua imensa influência para impedir o surgimento de outros caminhos. Escondem a 7 chaves os segredos de sua linguagem e de seus códigos, as fontes de seu poder no mercado e na sociedade.

Independência frente aos grandes grupos

Em razão desse tipo de constrangimento, é crescente o movimento de constituição de alternativas que não dependam desse tipo de amarração jurídica e financeira aos grandes grupos. Por todos os continentes são constituídos, a todo momento, grupos formais e comunidades informais de pesquisadores, profissionais e demais interessados, cujo objetivo é criar e oferecer, para toda a sociedade, o livre acesso aos mesmos tipos de programas de informática sem a necessidade de remunerar monetariamente direitos autorais ou de propriedade. São os chamados “free software”. Pra além do não pagamento, a idéia de “free” deve ser associada à liberdade para os usuários dominarem e abrirem a “caixa preta” dos sistemas. Com isso, os mesmos poderiam ser aperfeiçoados e reproduzidos de forma generalizada. O objetivo maior sendo a democratização do acesso e do uso dos programas.

No entanto, para que essa alternativa se viabilize e seja aceita de forma ampla, dentre os inúmeros universos de usuários existentes, é essencial que tais iniciativas contem com o apoio do Estado, por meio da formulação e implementação de políticas públicas para o setor. Afinal, as medidas estratégicas visando a universalização da inclusão digital deveriam incorporar a noção implícita de que o direito ao acesso ao mundo virtual é condição fundamental do exercício pleno da cidadania.

Apoio do Estado e políticas públicas

O apoio da Administração Pública pode vir sob diversas formas. A primeira delas é por meio de políticas de incentivo e financiamento ao desenvolvimento de software livre, tanto nas universidades e nos centros de pesquisa, quanto nos grupos informais e comunidades de ativistas. Com isso, contribuindo para criar massa crítica e para tornar permanente a formação de profissionais com esse perfil. Em segundo lugar, o Estado pode atuar de forma mais incisiva ao estabelecer que suas necessidades e solicitações de produtos e serviços de informática sejam direcionadas para o software livre. Com isso, ficaria assegurada uma demanda significativa para esse tipo de alternativa de programas e os orçamentos da União, dos estados e dos municípios deixariam de ser onerados pelos encargos com pagamento de direitos às grandes empresas de TICs. Em terceiro lugar, o Estado deve constituir fundos de financiamento específicos para o desenvolvimento desse tipo de programa, com o objetivo de disseminar sua utilização e oferecer condições de pesquisa e empreendedorismo para todos que desejem atuar com esse tipo de projeto. Finalmente, cabe aos órgãos governamentais exercer de forma mais incisiva seu papel de regulamentador e fiscalizador das condições de concorrência no mercado, para evitar as conhecidas práticas sob a forma de cartel ou abuso de poder econômico.

Ascensão e queda no governo Lula

Como se pode perceber a tarefa é árdua e as oportunidades políticas não podem ser desperdiçadas. Assim, o processo da vitória de Lula nas eleições presidenciais e o início de seu mandato em 2003 foram vistos pelas entidades, grupos e indivíduos que atuavam na área como o grande momento para colocar o processo em marcha e transformar o sonho em realidade. O lema generalizado era: “Sim, é possível!”. Durante os primeiros anos de governo houve até mesmo um esboço de incentivo à ampliação do uso do software livre e de sua propagação como política pública federal. Diversos grupos de trabalho foram constituídos para implementação de medidas em áreas como: i) inclusão e acesso digitais; ii) aprofundamento da estratégia do governo eletrônico; e iii) universalização da produção e acesso ao software livre, dentro e fora dos órgãos governamentais.

Porém, a força das empresas do setor não esperou muito para se manifestar. E, pouco a pouco, os poderosos das TICs foram reconquistando o terreno, articulando junto a políticos influentes no Executivo e reforçando seu “lobby” junto ao Legislativo. O objetivo central era minar, ainda no nascedouro, essa chamada “aventura irresponsável” do software livre. Apesar de perder força no interior do governo, a iniciativa ainda se mantinha acesa na esfera de poder da Presidência da República. Tanto que o próprio Lula assinou, em 2005, a apresentação de uma importante diretiva para que o software livre fosse adotado como regra para o uso das políticas de informática no interior da Administração Pública.

O documento “Guia Livre: Referência de Migração para Software Livre do Governo Federal” estabelece uma estratégia para completar um processo que teve início logo no início do governo: romper a dependência tecnológica e financeira em relação aos grandes grupos. O texto assinado pelo Presidente não poderia ser mais claro a respeito de um engajamento com tal opção de política pública:

“Nos últimos três anos, implementamos uma forte política de independência tecnológica, de fortalecimento da pesquisa em computação de alto desempenho, de inclusão digital e de adoção do software livre. Elementos que compõem uma política industrial e uma estratégia de desenvolvimento nacional para esse setor.”

O texto de Lula refletia, com toda a certeza, o pensamento e a vontade da maioria dos integrantes de sua equipe de governo a respeito do assunto até o ano de 2005. O software livre era encarado como política pública e merecia o tratamento de prioridade. Vejamos outro trecho carregado de recados e significados:

“Quero agradecer a todos os que defendem o software livre e lutam pelo aprofundamento e ampliação dos direitos de cidadania em todo o mundo. As potencialidades e os desafios das novas tecnologias da informação têm cada vez mais importância para o efetivo exercício desses direitos. Em nosso ponto de vista, o acesso a esses avanços tecnológicos deve ser direito de todos e não privilégio de poucos. Por isso, o governo federal tem intensificado o diálogo democrático com a sociedade etratado o software livre e a inclusão digital como política pública prioritária. Entre os resultados desse diálogo estão programas importantes em curso no País.” (grifo nosso)

Apesar dessa diretriz inequívoca, a questão do software livre foi, pouco a pouco, perdendo espaço na pauta de governo. O jogo de pressão das grandes empresas terminou por vencer a disputa, pois os dirigentes políticos não tiveram a coragem necessária para levar à frente esse importante projeto. O roteiro foi muito semelhante ao do que ocorreu com a submissão aos interesses dos banqueiros e do financismo, aos interesses das empreiteiras e das construtoras, aos interesses dos representantes do agronegócio e do latifúndio, aos interesses das empresas de telecomunicações e aos interesses dos grandes meios de comunicação. Neste caso, em particular, o governo terminou cedendo aos interesses dos grandes grupos de TICs. Tudo em nome da suposta necessidade de governabilidade. Tudo plenamente justificado pela busca de um modelo de realismo e pragmatismo políticos, que sempre termina por distorcer o sentido primeiro da conquista do poder: a transformação social.

Urgência em retomar o tema e o potencial do Brasil

O Brasil tem uma história recente que confirma seu potencial para alavancar um setor de computação competente e eficaz. Isso vem desde a antiga política nacional de informática, quando se pretendia desenvolver um setor nacional, com incentivos fiscais e estímulo governamental. Apesar dos problemas apresentados por tal estratégia, o fato é que o ingresso nos anos 1990, a adoção do receituário neoliberal e o mito da globalização acabaram por inviabilizar tal opção. Quando Collor escancarou de forma generosa e irresponsável o mercado brasileiro à concorrência internacional, não havia meios de resistir.

E, apesar da enorme pressão contra tudo o que fosse público, mesmo no interior da administração do Estado sempre houve ilhas excelência para desenvolvimento de programas e processos na área de informática. Era o exemplo do CPQD na Telebrás, antes de sua privatização. Ou então o caso do SERPRO, ainda operando para o governo federal no âmbito do Ministério da Fazenda. Isso significa que, caso o setor público venha a confirmar sua demanda por esse tipo de serviço, a sociedade brasileira pode criar as condições para sua implementação. O que falta, porém, é uma garantia de continuidade na política pública e o estímulo para que as novas gerações de profissionais e usuários sejam educadas e formadas em ambiente favorável ao uso do software livre.

Para além da questão da economia de recursos do orçamento - aspecto que não deve ser negligenciado de forma nenhuma, a política pública de software livre carrega consigo a noção de inclusão digital, de política industrial e de estratégia de desenvolvimento nacional. O desenvolvimento de capacitação econômica e profissional no setor de TICs internamente é essencial para um projeto de País. Um território de dimensões continentais como nosso, uma sociedade complexa como a brasileira, uma população tão numerosa como a que atingimos e uma estrutura econômica tão diversa e dispersa como a que temos não podem prescindir de uma política de tecnologia de comunicação e informação também autônoma, e que seja adaptada e voltada para os nossos problemas e desafios.

O monitoramento da Amazônia verde, o acompanhamento da Amazônia azul (o Oceano Atlântico de 200 milhas por quase 8.000 km de costas), os desdobramentos do Pré-Sal, o monitoramento das situações de riscos, os mecanismos de defesa de nossas fronteiras e tantos outros itens vitais não podem ser deixados para tratamento pelas grandes empresas do setor. Na verdade, trata-se de afirmar um desejo e uma necessidade de independência tecnológica e de soberania nacional. A política de software livre é tão somente a ponta do iceberg de um conjunto mais amplo de medidas para que o Brasil tenha condições de enfrentar de forma competente e robusta os desafios desse mundo cada vez mais multipolar.

A institucionalidade da Presidência da República ainda manteve a estrutura responsável por esse tipo de ação, o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação. O governo possui até mesmo um Plano Plurianual para o setor. Mas o quadro atual é muito distante daquele descrito por Lula há 7 anos atrás. Uma das evidências mais carregadas de simbolismo é que a página específica da internet parece que parou no tempo. É necessário que o governo se dê conta da importância do tema e recupere o espaço perdido, recolocando o software livre como prioridade em sua agenda. Para tanto, é essencial que lembremos, a todo instante, à equipe de Dilma Rousseff sobre a natureza estratégica dessa política pública: não se esqueçam jamais do software livre!

*Paulo Kliass é Especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental, carreira do governo federal e doutor em Economia pela Universidade de Paris 10.


PSL-Brasil - Quem se esqueceu do software livre? - Software Livre

 



 

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